Quem dá mais pela sofrência alheia?

Publicado em 24 de abril de 2015

A cinco metros do trecho recapeado, buraco sobrevivente obriga motoristas a brigarem por espaço para se livrar do mal
A cinco metros do trecho recapeado, buraco sobrevivente obriga motoristas a brigarem por espaço para se livrar do mal

 

Falta de fiscalização, faz isso.

E irrita a comunidade.

A CMT contratou a Construfox para realizar serviços de recuperação da via Marginal esquerda da Transamazônica.

A sequência de buraqueiras que exigiam esforços de motoristas para evitar acidentes e danos aos veículos, foi controlada, com o recapeamento do asfalto.

Tudo bem, tudo muito bom.

Só que, ao final do trecho recapeado, os brucutus responsáveis pela fiscalização dos serviços permitiram a sobrevida de um buraco.

Nem dá cinco metros do trecho trabalhado, a “cratera” está lá, aporrinhando a paciência da comunidade.

Por que cargas d´água o buraco sobrevivente não foi incluído na extensão recapeada?

Agora está lá, solitariamente “rindo” da desgraça alheia.

Provocando palavrões  em quem   passa por ali, sem entender a profundidade de  malevolência na cabeça de alguns burocratas sem nenhum compromisso com o bem estar da população.

Muita sacanagem!

Transam