Produtores da Agricultura Familiar se empolgam com projeto piloto de plantio de cacau do Grupo Zucatelli

Publicado em 27 de agosto de 2021

Luizian exibe abóboras produzidas em sua área agrícola

Uma matéria publicada neste blog, no dia 1 de junho passado,  aguçou a curiosidade de alguns agricultores de projetos de assentamento localizados no município de Marabá,  e até em outro PA de Eldorado do Carajás.

O post trata do projeto piloto de plantação de cacau em Marabá desenvolvido pelo Grupo Zucatelli  (para ler BASTA CLICAR AQUI) – e foi repercutido em alguns programas de rádio de Marabá, com a leitura do texto produzido no blog.

No Assentamento 1º de Março, localizado às margens da BR-153, a 25 km  de Marabá (na realidade, hoje, uma grande vila que possui, inclusive ruas pavimentadas) – alguns familiares que vivem da Agricultura Familiar se interessaram pelas revelações do empresário Reinaldo Zucatelli, presidente do GZ, que mostra na reportagem  os efeitos positivos do projeto piloto.

Na última quarta-feira, 11, um dos agricultores, que já trabalhou como vigia no prédio da produtora de vídeo do titular do blog Hiroshi Bogéa on Line, fez ligação telefônica para este blogueiro comunicando da importância da matéria para todos os que labutam no dia a dia, nos projetos de assentamento.

“Foi muito interessante tudo o que você colocou na reportagem, porque precisamos é disso mesmo, produzir culturas que nos deem retorno financeiro, já que as dificuldades são imensas. A fala do Reinaldo Zucatelli é a mais pura verdade, somos uma força no campo e precisamos ter semprer mais estímulo para mantermos produzindo nossos assentamento”, disse Luizian Matos Nogueira, 62 anos, pai de quatro filhos, e residindo no PA 1 de março desde 2002.

Em referência  a citação do nome de Reinaldo Zucatelli, no post publicado em 1 de junho, o presidente do Grupo Zucatelli, diz textualmente:

 

–  “Eu fico imaginando essa nossa região com suas 300 mil famílias de assentados em áreas do Incra… Calcule se cada família plantar no mínimo 5 hectares de cacau; a   soma disso no final das contas é algo extraordinário:  1,5 milhão de áreas cultivadas de cacau. O  Sudeste do Pará seria transformado numa potência cacaueira, e as famílias de assentados ganhariam qualidade de vida com a distribuição de renda proveniente da comercialização da cultura”.

Luizian garante que agricultores com quem ele conversou, depois da matéria ter sido lida num programa de rádio,  ficaram entusiasmados com a sugestão de Zucatelli, muitos desejosos de conhecer  a produção futura do projeto piloto de plantio de cacau.

“O seu Reinaldo Zucatelli está coberto de razão. Basta o agricultor sentir que determinada cultura pode  dar retorno financeiro seguro, todo ano, para muitos irem em busca de orientação para a plantação de cacau. Eu e meus amigos vamos esperar os primeiros frutos aparecerem no projeto das fazendas do Zucatelli, para irmos pedir orientação a ele”, disse o assentado.

Na visão do entrevistado, o projeto piloto do Grupo Zucatelli de plantio de cacau deverá  mostrar aos agricultores da região que esse tipo de cultura vai viabilizar  projetos produtivos de promoção da segurança alimentar e de estímulo à geração de trabalho e renda para as famílias assentadas.

Luizian Nogueira disse também que não apenas os assentados da 1º de Março ficaram empolgados com o projeto piloto de cacau do Grupo Zucatelli.

“Meu compadre Manoel Sousa, padrinho de minha filha mais nova, tem um assentamento no PA  São Francisco, localizado no município de Eldorado do Carajás, um dos mais antigos implantados pelo Incra, e também conversou comigo sobre o projeto piloto do Reinaldo Zucatelli, dizendo que tomou conhecimento e que ele e outros vizinhos assentados mostram interesse em futuramente tentar plantar cacau lá na área deles”, disse.