Prefeito defende integração entre polícias e o município

Publicado em 6 de setembro de 2013

 

Em reunião com o diretor do Centro Integrado de Operações (Ciop), José Osmar de Albuquerque, prefeito de Marabá disse que sua administração quer levar segurança as periferias, defendendo a integração das polícias com os órgãos municipais.

“Acredito que com esse sistema integrado seja mais fácil contar com apoio policial em seus mais diferentes segmentos a partir de um único local”, disse o prefeito João Salame, que discutiu durante a reunião sobre a possibilidade da criação de um número único de atendimento, semelhante ao modelo praticado em outros países.

A visita do diretor do Ciop  ao prefeito tem como objetivo iniciar a segunda fase do projeto de implementação do sistema integrado de segurança em Marabá.

O cronograma da segunda fase começou a ser definido a partir da reunião realizada entre os secretários Alberto Teixeira (SMSI), Antonio de Pádua (Sevop) e Ricardo Rosa (Segfaz), responsáveis por setores diretamente ligados ao projeto, com o diretor do Ciop e também com autoridades militares.

“Fiquei impressionado com o crescimento acelerado de Marabá. A expansão é rápida também pelo número de pessoas que chegam todos os dias”, disse José Osmar. Segundo ele, baseado em números e no que viu, Marabá realmente necessita de um sistema que integre as policias Militar, Civil, Departamento de Trânsito e Guarda Municipal, através de uma centralização dos serviços para atender a população.

Alberto Teixeira apresentou duas propostas para melhorar a integração entre as esferas de governo, sendo uma delas a permanência do serviço de vigilância no local atual ou a transferência para um local maior, custeada pela Prefeitura. De qualquer forma o Governo do Estado vai assumir a coordenação e passará a ser responsável pela manutenção do sistema integrado de segurança.

Atualmente, quarenta câmeras estão espalhadas por todos os núcleos de Marabá, exercendo a função de prevenção de crimes e acidentes. “A qualidade das câmeras usadas aqui é superior às usadas em Belém”, revelou o diretor do Ciop.