Hiroshi Bogéa On line

Por enquanto, entre aspas

Quem  leu manchete do Diário do Pará,  edição de domingo, sobre prática  de sonegação fiscal supostamente praticada pelo Grupo Leolar, de Marabá, fica sem entender  realmente a salada de informes contida na matéria.

O  dossiê citado  passa a ser “dossiê” apenas en passant, já que o autor da reportagem não consegue apresentar a origem do mesmo nem quem produziu o  documento acusatório, deixando, em razão disso, muitas perguntas no ar –  inclusive se o “escândalo” não advém de brigas internas no órgão fazendário.

Ao fim e ao cabo, tudo parece conduzir a um processo de  escalpelamento moral de personalidades e da própria empresa denunciada.

Vamos aguardar o desenrolar dos acontecimentos para  tirar conclusões mais objetivas do “escândalo” – por enquanto, entre aspas.

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7 Comentários

  1. Anonymous

    1 de março de 2011 - 15:36 - 15:36
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    Não tenho dúvidas que a reportagem é dirigida para atingir diretamente o Grupo Leolar e políticos do PT. Se não fosse, os outros envolvidos no alegado esquema seriam citados. Ao revés, foram todos preservados pelo "ousado" repórter.

  2. Anonymous

    28 de fevereiro de 2011 - 22:33 - 22:33
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    Vocês também acreditam em papai noel?
    Duvidar que os empresários sonegam é mesmo que acreditar em fadas.
    Tem empresa que nesses dez anos não teve tempo ruim e nem crise.
    E a ligação com políticos é sempre suspeito, estão sempre com segundas intenções( os dois), pensando bem na frente.
    Em como se aproveitar das relações promiscuas que nesse Brasil é o que mais acontece.
    Até! Nossa Senhora de Nazaré, ta achando muito feio essa historia cabeluda… pois muita criancinha ficou sem carteira, merenda,vacinas,lazer, medico e outras coisinhas básicas para a sobrevivência da turma da periferia que pouco tem e nada sobra, só os farelos dos pães.

  3. reporterchagasfilho

    28 de fevereiro de 2011 - 19:35 - 19:35
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    A cautela é a segunda melhor arma dos competentes, mas a melhor é a ousadia. Por isso, fico com o Carlos Mendes nessa. Até porque, por mais que não se tenha provas neste momento, os indícios são bem robustos. Só faltam as famosas gravações telefônicas. Se isso aparecer, ai ai ai.
    Vamos esperar as cenas dos próximos capítulos.

  4. Fernanda Matrop

    28 de fevereiro de 2011 - 18:07 - 18:07
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    Concordo com vc HB, essa materia denúncia é inconsistente e calunuosa. O prefeito de Parauapebas nao tem influência alguma na Sefa e tão pouco recebeu doações do grupo Leolar na campanha eleitoral. Seria importante o DOL verificar por quais motivos não se fiscaliza a Yamada e outros grandes de Belem. Isso pra mim nao passa de política suja com um dos maiores empreendedores do interior do Estado do Pará.

  5. Blogue Marabá 2012

    28 de fevereiro de 2011 - 17:21 - 17:21
    Reply

    Hoje cedo, na padaria, ouvi um comentário de uma pessoa que lá se encontrava tomando café. Ela comentava sobre a matéria e contava para seu acompanhante que toda a edição do Diário foi tirada de circulação em Marabá.

    Será verdade que, em plena Era da internet, alguém se valha desse expediente?

    Não quero acreditar que isso tenha ocorrido, e que a conversa não tenha passado de invenção.

    Em todo caso fui até o endereço eletrônico do Diário e copiei a matéria na íntegra, já que até agora não vi, nem ouvi e nem li nada na mídia local sobre a denúncia do DOL.

    ___________
    Adir Castro

  6. Anonymous

    28 de fevereiro de 2011 - 13:54 - 13:54
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    Parece aquele velho caso de Interiores Incomodandus…

  7. Anonymous

    28 de fevereiro de 2011 - 13:45 - 13:45
    Reply

    Hiroshi, onde há fumaça há fogo e você sabe muito bem disso, porisso é apressado também defender o grupo leolar no escuro, como você faz. tome a mesma precaução que você diz ter com relação à matéria do Diário.

    Cláudio Ferreira

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