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16 Comentários

  1. Jorge Taiguara

    18 de agosto de 2011 - 11:23 - 11:23
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    Vejam srs., como é sintomático o quadro, alguns falam que não são alcançados pelos braços do govêrno do estado, que com a separação tudo se resolverá, ledo engano vos passo o site oficial do govêrno do Tocantins, que muitos citam como modêlo de desenvolvimento, pós separação de Goiás.
    http://www.secom.to.gov.br/noticia/2011/4/15/governo-apresenta-diagnostico-da-saude-publica-no-tocantins/.
    Como criar novas unidades na federação, sem aumentar a receita.
    Seria como numa familia que os filhos casaram, tiveram filhos, mas quem continua provendo todos é o velho pai de sempre. Cresceu a familia, mas a renda famíliar continua a mesma.
    Me provem o contrário!
    A máquina administrativa vai crescer sim, e a receita pra bancar isso tudo donde virá?

  2. José Henrique

    28 de julho de 2011 - 16:15 - 16:15
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    sou marabaense nascido no bairro do amapá, e agora aos 52 anos de idade vejo a chance dos meus filhos, não passarem pelo mesmo tratamento que tive quando fui estudar na capital, devido não haver ensino médio em marabá os colegas de belém me perguntavam em tom de deboche (oi bichim do mato), como é conviver entre indios? e pistoleiros…e etc
    até hoje continuamos bichim do mato para o paraense da capital, vejam que eles criticam nosso vocabulário (só porque não xiamos)…
    precisamos da nossa carta de alforria.

    obrigado aos paraenses da capital inteligentes que votarão no SIM tanto pelo carajás como pelo tapajós.

  3. Hiroshi Bogéa

    27 de julho de 2011 - 12:10 - 12:10
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    Bento, seu comentário não foi moderado. Escreva o texto em letras minúculas. Não publicamos comentários escritos todo em letras maiúsculas.

  4. Anônimo

    26 de julho de 2011 - 20:47 - 20:47
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    E é esta turma que quer comandar o novo Carajás.A vereadora de Marabá,estes de Peba,os prefeitos enrrolados no TCE… Acabam sendo deputados federais,estaduais,indicando secretários de estado,candidatando-se a senadores e etc
    Não acho que o estado de coisas vá melhorar coisa nenhuma.Sinceramente,vamos deixar de crises passionais e ver nossa realidade.Voce que é simples e honesto,bom cidadão vai votar para eles.Para voce nada vai mudar.Multiplicar-se-a o numero de corruptos pois haverá mais queijo na nova ratoeira.

  5. anônimo

    26 de julho de 2011 - 19:13 - 19:13
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    To be, or not to be

    Desconheço ter ocorrido em qualquer momento da história política e econômica, qualquer identidade versos compromisso, entre políticos profissionais, do tipo que a “Cruz de Francinete” se refere, e o povão excluído. No fim do baile, estes pagam a conta e, aqueles, voltam pra São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, São Luis. Haja mina, ouro e diamante para tantos garimpeiros de mãos vazias.

  6. Hudson Jr

    26 de julho de 2011 - 16:32 - 16:32
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    Me tirem uma dúvida que ainda não entendi, a troco de que a região do tapajós quer ser contra a criação do carajás?

  7. Kpnup

    26 de julho de 2011 - 13:11 - 13:11
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    Vejamos, vcs estão sendo traídos pelos seus principais aliados,( Lira Maia e Cia Lá do oeste) ou seja toda a região do Tapajós votará contra a criação do estado de Carajás, Pois pelo que eu também ouvir, haverá uma tal aliança do Sr Lira Maia com o lado antisseparatista. Então o estado de Carajás não sairá do papel pois a região metropolitana de Belém junto com o Oeste paraense votará contra a criação do estado de Carajás

  8. Anônimo

    26 de julho de 2011 - 11:01 - 11:01
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    Cruz de Francinete,

    O dinheiro do Peba já tem dono. Sabe onde está? Na mão de ex-prefeitos que investiram em imóveis no Itain Bibi e Higienópolis (SP). Do atual que investe em Jandaia do Sul, Apucarana e Maringá, segundo denunciou ao vivo, no ar, o apresentador Ratinho. Dos vereadores do Peba todos vendidos. Dos ex-secretários municipais donos de empresas de tv e motos importadas, carrões e caminhonetes. Isso sim é que é subserviênc ia.
    Cofres de Parauapebas? Francinete, esse dinheiro já tem dono e os donos estão bem aí, ao seu redor. E não é o povo. Até Roger Agnelli, ex-Vale, denunciou desvios de milhões. Abra os olhos.

  9. Francinete Cruz

    26 de julho de 2011 - 10:08 - 10:08
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    O que me entristece é essa falta de protagonismo. Por que Duda Mendonça? Tudo que falarem a respeito dele não me convence. Talvez seja essa subserviência que colabore para a região estar do jeito em que se encontra atualmente. Eu espero que parte do dinheiro para pagar o trabalho dele não saia dos cofres de Parauapebas!!!

  10. Antonio Rosa

    25 de julho de 2011 - 21:51 - 21:51
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    Realmente (concordando com o Claudinho), sinto que a questão é realmente preocupante pois pressupõe uma situação para minar a aliança firmada, de onde partiu o apelo, claro… todos sabemos…
    Justamente dos estrategistas do Governo Centralizador do Pará e seus aliados no Tapajos.
    Não me assustaria nem um pouco se, determinados elementos daqui de nossa região, aliados do atual governo, em conjunto com os propagadores do não daqui mesmo (pesquisem algum blogs e atestem!) disseminassem algo parecido.
    Espero que nossa gente não caia nesta armadilha. Muito pelo contrário, que vejam claramente quem prega a continuidade da submissão, ou melhor, do não. Muitos deles serão candidatos pelo PSOL e por outros partidos na eleição vindoura. Vamos dizer não pra eles também!

    Tony Rosa

  11. Hudson Jr

    25 de julho de 2011 - 20:17 - 20:17
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    Edna minha querida, perca as esperanças.. se o povo punisse com votos muito candidato que tem ai nem chegava perto de se eleger.. Quando chegar a época ninguém nem vai lembrar nada. Ou serão comprados por 20, 30, 40, 50 reais, ou uma consulta médica, ou passagem de ônibus..

  12. Edna

    25 de julho de 2011 - 16:48 - 16:48
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    Quero só ver a cara dos candidatos a deputados e governador na próxima eleição tendo que se eleger sem os votos do sul do Pará. Se formos derrotados no plebicito, eles serão nas urnas.

  13. PSDB e do contra

    25 de julho de 2011 - 16:07 - 16:07
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    isso tudo tem dedo do Jatene e zenaldo coutinho !
    o Jatene alem de esta fazendo um pessimo governo para nois aqui do sul e suldeste do para ainda que atrapalhar o nosso sonhor de dias melhores

    uma coisa eu digo para vcs o jatene ta pior que a ana julia !

  14. Claudio Pinheiro Filho

    25 de julho de 2011 - 15:59 - 15:59
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    Essa questão é preocupante. A união entre Carajás e Tapajós é fundamental para a vitória do “Sim”, para ambos os casos. Essa estratégia de fomentar a emancipação apenas do Tapajós, é útil apenas para 1 (um), dos 3 (três) lados interessados no processo, para o novo Pará. A quebra da aliança entre as regiões emancipacionistas, só fortalece os contrários ao desmembramento. Atençao, muita atenção.

  15. Anônimo

    25 de julho de 2011 - 15:03 - 15:03
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    Carajás, Tapajós e Novo Pará,

    Creio que Duda previu a possibilidade da campanha anti, pelo não, cambasse para esse Plano B. Almir Gabriel, em notícia já publicada, disse que votará sim pelo Tapajós e não para Carajás. Uma das estratégias de Duda trata do voto sim para tres estados. Cujo slogan mais forte, cuja bandeira será a pregação pelas vantagens que advirá aos tres. É Bom Pra Todos. Mostrar que o estado não consegue administrar as demandas de cidades tão diferentes e longe uma das outras como por exemplo: Colares/Santa Maria das Barreiras. Afuá/Castelo dos Sonhos. Salvaterra/Jacareacanga. Pirabas/Redenção.
    Está provado que o estado não consegue atender com eficiência as demandas da educação/saúde/segurança da população. Vide o ataque dos piratas a embarcações na Baia do Marajó, pertinho da capital. Belém, até hoje, 400 anos depois da chegada das primeiras embarcações, ainda não dispõe de um terminal fluvial para atender cargas e passageiros. As notícias do veraneio, publicadas neste início da semana, atestam a falência do transporte de ferrys e balsas de turistas além das condições quase de abandono das praias neste verão.
    Não podemos continuar assim.
    Abraços,
    Agenor Garcia

  16. Marcos Peixoto

    25 de julho de 2011 - 12:42 - 12:42
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    Essa campanha deve ter o dedo do Palácio dos Despachos. É uma maneira de fortalecer o estado do Pará e diminuir a influência do Amazonas sobre Santarém e municípios do oeste do Pará. Quem for vivo verá.

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