Hiroshi Bogéa On line

Perdendo tempo

Oito médicos formados há dois anos, atualmente desempregados, receberam propostas para trabalhar  em cidades paraenses nas áreas de Clínica Geral, Obstetrícia e Cardiologia.

Salário médio de R$ 8  mil.

Preferem ficar, desempregados, fazendo bico na capital.

Quem informa é dirigente do Conselho Regional de Medicina, horrorizado com a indisposição dos profissionais da área aceitarem trabalho no interior.

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8 Comentários

  1. São Domingos

    19 de fevereiro de 2010 - 23:01 - 23:01
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    Inicio de uma história…
    Uma pessoa com grande dificuldade passa em um vestibular para Medicina seja ela Pública ou Privada terá muitos gastos pois em uma faculdade particular você irá gastar com a mensalidades que em sua maioria custa muito caro.
    E se a faculdade for pública você possivelmente irá demorar mais para se formar, pois em se tratando de faculdades públicas no Brasil greves é o que não falta e isso te faz perder tempo para se forma e em consequência disso você leva mais tempo para começar a ganhar dinheiro com a profissão…
    Então olha só. Você tem um alto investimento e em média no mínimo 6 anos para se forma em Clínico…
    Agora entrando no assunto de falta de profissionais Médicos na região, possivelmente nunca acabará… A não ser que o povo acorde e pare de colocar pessoas analfabetas e sem qualquer qualificação no poder… Pois como é que um prefeito que nunca na vida dele estudou, lutou, sofreu pra se formar e mais ainda tem a responsabilidade de vidas em suas mãos irá entender que um MÉDICO precisa ser bem remunerado???!!! Difícil né??!!! E o que mais acontece nos Municípios da região é que além de pagar mal achando que está ótimo, eles passam vários meses para poder pagar o primeiro salário, achando que médico não come, não tem família para sustentar… Então não critico os médico que não querem vir para o Pará ou cidades do interior, porque nos grandes centros se atrasar o salário existe toda uma classe que lutará para que seja pago…

  2. Anonymous

    19 de fevereiro de 2010 - 16:42 - 16:42
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    Médico formado à dois anos,pode até ser um bom clínico geral. Ginecologista/Obstetra jamais e muito menos Cardiologista.Não houve tempo para especialização.

  3. Anonymous

    19 de fevereiro de 2010 - 16:32 - 16:32
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    Se o que o 18/02 às 23:46 fala é verdade,um médico ganhar R$624,00 por mês,ou o cara não é médico,ou recebe por fora muito mais. Um ajudante de vaqueiro,semi analfabeto, aqui em Marabá,ganha R$600,00 livre(arranchado) e trabalha reclamando. Alguma coisa tá errada. Tem alguém mentindo.

  4. Anonymous

    19 de fevereiro de 2010 - 14:35 - 14:35
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    Querer que um médico saia da capital para o interior do Pará que não tem nenhuma, reforço NENHUMA, cidade com infraestrutura de educação, saúde, moradia, cultura, etc. por míseros 8 mil reais é piada de mal gosto.
    Em qualquer capital pode fazer 2 plantões semanais de 1 mil reais e terá o mesmo ganho.
    Tenha a santa paciência.

  5. Anonymous

    19 de fevereiro de 2010 - 10:59 - 10:59
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    Não sou defensor de médicos,mas entendo do assunto,por ter trabalhado auxiliando alguns.Os principais problemas são familiares(escola p/os filhos,adaptação da esposa,etc).Com relação à salario,esses oito mil,perdem 27.5% p/o I.R.P.F, aí vem aluguel,falta de condições técnicas(diagnóstico por imagem,bom laboratório,banco de sangue,coisas indispensáveis para exercer razoavelmente a medicina),portanto criticar sem saber do que está falando,julgo leviandade.Coloque-se no lugar do médico,de seus familiares,aí a estória muda.Espero ter ajudado.Médico não pode agir como no judiciário TQQ(terça,quarta e quinta).

  6. Anonymous

    19 de fevereiro de 2010 - 02:46 - 2:46
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    Hiroshi,
    E o pessoal em Marabá ainda está reclamando do aumento no salário base dos médicos da rede municipal de R$ 624,00 para R$ 2.153,00. Tem gente que acha alto esse valor para quem se responsabiliza pela saúde da população. Os procuradores do municipio aprovaram na surdina, pelos vereadores, valor 3 vezes maior que o dos médicos e olha que eles não fazem plantão 24h. A classe médica está se organizando e se Marabá não se adequar vai ser dificil continuar assim, pois os médicos estão com toda razão em reclamar.

  7. Hiroshi Bogéa

    19 de fevereiro de 2010 - 01:25 - 1:25
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    Não é só a população de Itaituba quem sofre com a ociosidade na capital da mão-de-obra qualificada na área médica. Quase todos os municípios do interior se ressentem de médicos e seus auxiliares, anônimo das 22:00. Abs

  8. Anonymous

    19 de fevereiro de 2010 - 01:00 - 1:00
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    Isso é lamentável, a mesma coisa no Rio de Janeiro onde tem gente formada com mestrado e doutorado fazeno concurso pra gari.A prefeitura de Itaituba paga cerca de três mil(fora as outras vantagens) para enfermeiro(a)om curso superior e ainda tem dificudades na contratatação enquanto tem gente nas capitais ganhando mixaria mas não quer vir para o interior…

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