Hiroshi Bogéa On line

Pelo ladrão

Parauapebas deve ser a cidade que tem mais título de jornais circulando. Resguardando raríssimas exceções, a maioria à serviço do poder público.

É a chamada picaretagem escrita.

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10 Comentários

  1. Anonymous

    7 de setembro de 2008 - 15:18 - 15:18
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    Todos, literalmente, “pelo ladrão”…

  2. Anonymous

    6 de setembro de 2008 - 18:53 - 18:53
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    Hiroshi concordo plenamente contigo, inclusive com relação ao blog do Waldyr que só dá noticias elogiosas da prefeitura, é um escarnio!

  3. Hiroshi Bogéa

    6 de setembro de 2008 - 17:13 - 17:13
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    Parceiro, nao posso publicar teu comentário. Além de você aparecer como anonimo, há acusações de corrupçao e outras bandalheiras com citação de nomes de pessoas da imprensa de Parauapebas. Tu não envias nenhuma prova, e ainda esconde o próprio nome.
    Sem chance.

  4. Anonymous

    6 de setembro de 2008 - 13:51 - 13:51
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    Dudu. Dê tempo ao tempo. Vc está começando agora. Daqui a pouco vc aprenderá os esquemas.

  5. Zé Dudu

    5 de setembro de 2008 - 14:31 - 14:31
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    O maior problema relacionado à mídia escrita em Parauapebas não são as opiniões de seus editores ou a quem favorecer.
    Trata-se de um caso de justiça. Contratos de gaveta apadrinhando os proprietários dos jornais são feitos por aqui desde a emancipação e continuarão sendo feitos. Cabe ao Ministério Público verificar as contas dessas empresas, fazer uma varredura no fluxo de caixa para saber de onde vem a receita, já que em sua maioria, os jornais são distribuídos gratuitamente. As receitas com merchandising são insignificantes.
    Penso ser de responsabilidade do poder público o incitamento à cultura e a informação, contudo seria salutar disseminar a receita eqüitativamente, sem privilégios de “A” ou “B” e em valores plausíveis, advertindo sempre que estaremos abordando com o erário público e este não pode ser empregado para o enriquecimento de alguns.
    Sobre a imparcialidade, isso é muito relativo, sempre compusemos a brasa pra nossa sardinha, e isso não vai mudar. Há se ter acima de tudo: RESPONSABILIDADE.

  6. Anonymous

    5 de setembro de 2008 - 00:29 - 0:29
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    Tem dono de um semanario que ficou rico em menos de tres anos. Antes de ser dono de jornal o dito cujo era empregado de uma empresa de refrigeração. Hoje é dono de uma moderna grafica, imoveis e lotes urbano.
    Vale lembrar que o jornal dele é distribuido gratuitamente e as contas de publicidade da prefeitura de mais de dois milhões estão com ele.
    A batata por aqui contnua rasinha, rasinha.

  7. Anonymous

    4 de setembro de 2008 - 21:38 - 21:38
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    Vc tem razão HIROSHI,

    Waldyr pode até querer defender, no caso, sem qualquer fundamento.

    Em Parauapebas, apenas o jornal “O Regional”, onde trabalha um filho do ilustre WALDYR, é que tenta ter alguma liberade. Isso sofrendo todo tipo de retaliação. O Waldyr sabe muito bem disso. Aliás, Waldyr trabalha pro DARCI e sabe o quanto pressionaram pra que fosse demitido o colunista Leônidas Mendes, que é do PT, mas que não é puxa-saco do seu Hernades, João Fontana e R.Neto, responsáveis pelos desmando que é a gestão DARCI LERMEN.

    Hiroshi, vc não generalizou, mas se o tivesse feito, erraria por muito pouco, valeria o risco.

    A imprensa de Parauapebas, principalmente o Correio do Pará pró-DARCI e o Hoje pró-BEL, são uma vergonha de parcialidade.

    Vai ser “imparcial” assim lá no querido Maranhão (rs)!

  8. Hiroshi Bogéa

    4 de setembro de 2008 - 17:14 - 17:14
    Reply

    Prezado Waldir, o post é bem claro. Tá lá:

    Resguardando raríssimas exceções, a maioria à serviço do poder público”. Quando me refiro às exceções, não generalizo. Mas que a maioria pratica a picaretagem escrita, pratica – sim, parceiro. Sem nenhum respeito a isso.
    Mas você está fora dessa tribo. Conheco sua competência e honestidada com o compromisso de bem informar. Você e um pequeno grupo de profissionais aí contribuem, sim, para elevar o nome da imprensa local.
    Um abraço, garoto.

  9. Anonymous

    4 de setembro de 2008 - 16:58 - 16:58
    Reply

    Concordo com vc , Hiroshi. A maioria desses jornais faz da informação um instrumento de barganha e acaba não cumprindo com o papel de ser voz da sociedade.

  10. Waldyr Silva

    4 de setembro de 2008 - 15:08 - 15:08
    Reply

    Hiroshi:
    Você tem toda razão em escrever que “Parauapebas deve ser a cidade que tem mais título de jornais circulando”.
    Pois bem, atualmente circulam na cidade os jornais Correio do Pará (bissemanal), O Regional (bissemanal) e Hoje (bissemanal); Carajás, o Jornal (semanal), Hora da Notícia (semanal), Impacto (semanal) e A Folha (semanal); Jornal de Parauapebas (quinzenal); Folha Verde (quinzenal) e Boca no Trombone (quinzenal); e A Martelada (mensal), todos com sede em Parauapebas.
    Além dos veículos locais, circulam ainda na cidade os jornais O Liberal, Diário do Pará, Opinião, Correio do Tocantins e outros de menor expressão.
    A cidade já contou com os extintos jornais Tribuna de Parauapebas, Correio do Povo, Movimento Regional, O Carajás, Estrela do Pará, A Notícia, entre outros.
    Desses jornais, defendem a atual administração o Correio do Pará, Carajás o Jornal, Boca no Trombone, Impacto, Hora da Notícia e A Folha, enquanto que o Hoje, Jornal de Parauapebas e A Martelada apóiam Bel Mesquita.
    Não tenho nenhum vínculo com nenhum desses jornais. Agora, Hiroshi, generalizar a imprensa de Parauapebas, tratando-a de “picaretagem escrita”, é uma atitude muito deselegante e antiética.

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