Hiroshi Bogéa On line

Passando a régua

Anunciado como parceiro preferencial de Zenaldo Coutinho (PSDB) na cruzada contra a criação dos Estados do Carajás e Tapajós -, apenas para citar dois municípios das regiões Oeste e Sul -, o federal José Geraldo (PT) obteve na ultima eleição, em Santarém e Marabá, 2.883 e 7.830 votos, respectivamente.
O nome do parlamentar ficará agora exibido pomposamente em outdoors para ser lembrado a não ser mais votado na região.
O dele e de outros.

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Já o nome do deputado Paulo Rocha (PT) foi retirado da relação dos que se opõem aos Estados do Tapajós e Carajás depois de declarações dele ao blog do Val-André desmentindo tivesse posto sua assinatura em documento denominado “Frente Parlamentar” de combate a divisão territorial.

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5 Comentários

  1. Anonymous

    10 de agosto de 2007 - 21:42 - 21:42
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    Ao Jornalista Val André…que fez um comentário abaixo, eu conheço a capacidade dele sim, e ele só entrou porque dormiram no ponto no Carajás. Não é homem de batalhas e sim de negociatas, na calada da noite e vc sabe. Ele “NÃO APOIA” o Carajás “e” “APOIA” o Carajás….Dependendo das circunstâncias…Sabe como é!!! Abraços

  2. hiroshi

    9 de agosto de 2007 - 03:53 - 3:53
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    Em verdade, Waldir, o deputado petista nadou de braçadas nas regiões Sul e Oeste do Estado, com o benevolente apoio do eleitorado.

  3. Waldyr Silva

    9 de agosto de 2007 - 02:33 - 2:33
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    Hiroshi:
    Em Parauapebas, Zé Geraldo obteve 1.440 votos

  4. Val-André Mutran

    8 de agosto de 2007 - 20:29 - 20:29
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    Não subestimem a inteligência do Deputado Federal Paulo Rocha.

    Ele conhece quem é quem no Sul do Pará. Paulo é responsável e um dos centros de gravidade de diálogos importantíssimos quer o Estado do Carajás seja criado ou não.

    Como ele não entrou no mérito da questão da criação do Carajás. Eu, com a permissão do titular deste espaço, não vou entrar no mérito de seu projeto de expropriação de terras onde haja o que chama de “trabalho escravo”, ok? Até porque não existe a desiganação jurídica para “trabalho escravo” (sempre entre aspas), mas, ao contrário, o Estado do Carajás está vivinho, vivinho da Silva!

  5. Anonymous

    8 de agosto de 2007 - 15:41 - 15:41
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    O oportunismo do deputadoPaulo Rocha em agora tentar omitir sua posição contrária a criação do Estado de Carajás, não irá livrá-lo da punição que terá por parte daqueles que realmente anseiam pela divisão. Deputado, a máscara caiu.

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