Hiroshi Bogéa On line

Paralisação dos professores na Região Metropolitana de Belém atinge apenas 6% das escolas

A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) informa que o movimento de paralisação das escolas não causou, no segundo dia, impacto expressivo na rotina escolar da rede estadual, tanto da capital quanto do interior. A Secretaria acompanha a movimentação dos professores para fazer uma avaliação, caso a caso, da repercussão no calendário de aulas.

De acordo com o levantamento da Secretaria Adjunta de Ensino (Saen), até às 17 horas desta quinta-feira (3), o número de escolas paradas foi inexpressivo, considerando o universo de 953 escolas em todo o Estado. Das 357 (incluídos nove anexos) localizadas na Região Metropolitana de Belém, apenas 20 (6%) tiveram as atividades paralisadas totalmente, nesta quinta-feira. No interior, do total de 596 escolas (75 anexos), apenas 14 (2%) não funcionaram totalmente.
A adesão à greve também é inexpressiva nas regiões Sul e Sudeste do Estado, onde se localizam três Unidades Regionais da Seduc (URE), que gerenciam as escolas de 27 municípios. A 4ª URE, sediada em Marabá, registrou paralisação de apenas duas escolas do município de Itupiranga.
Na 22ª URE, sediada em Xinguara, nenhuma escola suspendeu as aulas, e nos municípios da 15ª URE, que tem sede em Conceição do Araguaia, também não houve paralisação.
Salários – No Pará, a remuneração de professor em início de carreira é maior que o piso nacional da categoria, fixado em R$ 2.455,35. O valor da remuneração do professor estadual é bem mais alto: R$3.772,69. Esse é o valor do início da carreira. Com as vantagens pessoais, a média da remuneração de professor com 200 horas chega a R$ 4.834,94 – quase o dobro do piso nacional.
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