Papai Noel de Toga

Publicado em 12 de dezembro de 2007

‘Para os operadores do direito esta sentença é vergonhosa. É um presente de Natal para os corruptos acostumados com a improbidade administrativa’. Afirmativa, em tom de revolta, é do promotor Jorge Mendonça Rocha, contestando decisão do juiz substituto da 1ª Vara da Fazenda de Belém, Charles Menezes Barros, de extinção da ação cautelar ajuizada pelo Ministério Público requerendo o afastamento dos servidores do TCM (Tribunal de Contas dos Municípios) Luiz Fernando Gonçalves Costa e Rogério Rivelino Machado Gomes.

Afastados da função de auditor fiscal desde quando foram presos durante a Operação Rêmora, Luiz Fernando e Rogério Rivelino poderão agora exercê-las, juntamente com as desempenhadas atualmente de inspetores regionais.

Em nome da impunidade, um presentão de Natal!