Hiroshi Bogéa On line

Oxigenando a limpeza ética

 

 

A frase é de Pedro Taques,  ex-procurador federal que atuou por mais de vite anos no Ministério Público Federal de Mato Grosso, agora senador pelo PDT-MT, discursando no Senado em apoio às ações da presidente Dilma Roussef no combate a corrupção.

 

“Senhora Presidente da República, eu aqui votei de acordo com a minha consciência, mas estou do seu lado nessa faxina. Faxina se faz com o lixo, e quem rouba o dinheiro público é lixo. Não podemos ter medo das palavras. Quem rouba o dinheiro público é nojento – daí, hediondo -, porque o dinheiro público roubado causa vítimas que são indeterminadas. A corrupção mata! A corrupção rouba o futuro de crianças.”

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4 Comentários

  1. George Hamilton Maranhão Alves

    18 de agosto de 2011 - 09:54 - 9:54
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    Sabemos que todos que quiseram governar sem o Congresso, não conseguiram-no. Apesar da maior votação, até então para presidente, sem apoio no Congresso, Jânio Quadros teve que renunciar (dizem que estava bêbado quando o fez). Collor de Melo, em sua arrogância, dizendo que não precisava do Congresso para governar, quando foi atrás do Congresso, já era tarde. Fernando Henrique e Lula sabiam que sem o necessário fisiologismo, não se governa.
    Então maquiavelicamente, sou a favor que, se é para se fazer um bom governo e, principalmente, voltado mais para a pobreza, o governante deve “comprar” deputados, senadores e vereadores. Mas, lembre-se: para se fazer um bom e digno governo; não governo mediocre!
    Devemos acabar com a hipocrisia de que não se compra apoio de parlamentar.
    Na política, deve-se rezar pela cartilha de São Francisco: “é dando que se recebe”.

  2. Anônimo

    17 de agosto de 2011 - 14:52 - 14:52
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    Ao final dessa faxina, será quantos não irão para lixeira?

  3. Karla Muaés

    17 de agosto de 2011 - 12:19 - 12:19
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    Se nossa Presidenta quisesse realmente fazer uma faxina, com certeza não impediria , com tanto afinco, a instalção das CPI’s .
    Pode ate parecer, que toda CPI acabe em pizza, como aquela vergonhosa da Petrobras e outras tantas, que foram totalmente engessadas pelo governo. Mas a CPI do mensalão valeu, e muito, pra pelo menos dar nomes aos bois. Apesar da cegueira proposital do povo, e da impunidade de todos os envolvidos, caiu a máscara “de incorruptivel”. Falou tanto dos outros que acabou se revelando o pior de todos.
    A impunidade vai continuar, isso é fato! A troca de favores, idem! Afinal de contas, do que vivem os politicos? Mas pelo menos serão escancaradas as suas mazelas. E que seja feita a justiça de Deus!

  4. George Hamilton Maranhão Alves

    16 de agosto de 2011 - 16:55 - 16:55
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    Defendi o “mensalão” na medida em que foi uma estratégia política para manter no poder o primeiro governo de centro-esquerda com o fito de desencadear mudanças sociais no país. Nesse ponto, sou maquiavélico, no sentido político da palavra. Sou do parecer que, na política, os fins justificam os meios, desde que os fins sejam nobres.
    No entanto, quando o roubo dos recursos públicos (que deveriam ser todos), não tem mais a tonalidade nobre da política, quando começa a ser ato puramente criminoso, para benefício de um indivíduo ou seu grupo especial, eu o recrimino.
    Inclusive sou da idéia de que, dependendo do montante roubado, o crime deve ser tipificado como hediondo, pois ele é o “pai” de muitos outros crimes, haja vista que deixa a população em situação de risco, ao lhe retirar recursos da educação, saúde, segurança etc.
    A Dilma tem mais é que se livrar desse “lixo”, senão daqui a pouco, é ela quem acabará no meio da fedentina.

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