Obras da BR-316, na Grande Belém, são visitadas pela Agência JICA

Representantes da Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA) cumpriram agenda ontem, em Belém, em visita às obras da rodovia BR-316, projeto que recebe 78% de financiamento do governo japonês, e 22% do tesouro estadual.

A missão JICA foi acompanhada pela diretoria técnica do Núcleo de Gerenciamento de Transporte Metropolitano (NGTM) e constatou o andamento dos trabalhos que visam melhorar condições de mobilidade urbana e beneficiar cerca de 2,5 milhões de pessoas da Região Metropolitana de Belém.

Essa é a segunda visita dos agentes financiadores este ano, como parte do cronograma de trabalho de acompanhamento de todo o processo de execução do projeto. As representantes da JICA no Brasil participaram, logo cedo, do Diálogo Diário de Segurança (DDS) – atividade realizada para todas as frentes de obra, especificamente para o tipo de trabalho visando orientar os funcionários na tentativa de evitar acidentes.

Também estiveram nas obras de construção do Terminal de Integração de Ananindeua, avenida Ananin – onde ocorre a etapa de lançamento de drenagem, viaduto de Ananindeua e construção do corredor exclusivo do BRT Metropolitano, localizado no canteiro central, altura do KM 7 da BR.

De acordo com Eri Taniguchi, coordenadora geral de projetos da JICA no Brasil, o balanço geral das atividades é positivo. “Estando aqui, achei ótimo o andamento de obras, estou confiante nos avanços”. “Um dos principais objetivos da visita também foi conhecer os procedimentos de segurança. A gente teve sorte de participar da reunião do DDS, e foi muito bom para gente ver os colaboradores reunidos, perceber de perto o nível técnico deles, a metodologia de vários programas adotados. Com isso, a gente fica mais tranquilo que a obra avance com segurança”. “Também reconhecemos que o Brasil possui várias normas a nível estadual e federal de meio ambiente, e que todas elas estão sendo seguidas”, afirma.

A coordenadora de projetos da JICA no Brasil, Hiromi Takemoto, esteve em março deste ano, e depois de dois meses, percebeu mudanças. “A obra está andando e isso é muito bom para gente. Minha expectativa é que continue em bom ritmo e avance com a época mais seca”, acrescenta a responsável financeira pelo projeto.