Hiroshi Bogéa On line

O futuro a que destina

Sem pontuar a mais nem a menos, Edson Coelho reproduz na dosagem exata o que o futuro desenha para Marabá, numa sequência de matérias positivas publicadas n`O Liberal.

A série de reportagem do jornalista mostra quadro previsto pela própria assessoria da Casa Civil da Presidência da República, ao revelar, meses atrás, durante reunião com empresários marabaenses, da qual participava também o deputado federal Paulo Rocha (PT), o destino reservado a Marabá de ser a “ Volta Redonda do Século XXI”, numa alusão ao boom disseminado no município fluminense nos últimos 50 anos com o desenvolvimento em seu território de um pólo siderúgico cercado de indústrias de todos os matizes.

Na matéria publicada hoje, Edson Coelho lembra que só a Siderúrgica Alpa “vai gerar, na fase de implantação, 18 mil empregos diretos, a partir de 2010, e três mil na operação, a partir de 2013. Na operação, cada emprego direto gera em torno de 4 indiretos. Esta quantidade crescerá de forma significativa de acordo com a quantidade de empresas que se instalarão na região de forma definitiva”.

Na interessante matéria, dois importantes depoimentos: um do presidente da Associação Comercial e Industrial de Marabá, Gilberto Leite, e do chefe da Sedect (Secretaria Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia, Maurílio Monteiro.

Gilberto conta que “várias empresas já procuraram a associação prospectando a instalação, em torno dos investimentos na região e, sobretudo, por causa da construção da siderúrgica”, acrescentando também que ´Senai e o Sesi receberam verbas suplementares (total de R$ 13 milhões) para ajudar na qualificação de mão-de-obra, além de estar prevista a implantação de um Cefet no município´.

Nessa mesma caminhada, Maurílio Monteiro adianta que o governo do Estado, por meio do Bolsa Trabalho, “atua na formação e capacitação de mão-de-obra, inclusive atendendo a demandas imediatas, mas também investe na ciência e na tecnologia como forma de atrair doutores, e desenvolver também novas tecnologias, no caso, envolvendo o minério de ferro e o aço’.

Mais, aqui.

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1 Comentário

  1. Peter Petrelli

    7 de agosto de 2009 - 10:23 - 10:23
    Reply

    Durante a implantação de um megamega investimento destes não esqueçamos de mostrar a gigante Vale dos problemas sociais que a antecederão na fase de implantação.
    Vamos lembrar aos presidentes de Associações comercias.prefeitos, associação de moradores e claro a sociedade em geral para que não se tenham os mesmos erros de cidades outras:

    1) Aumento da criminalidade em decorrencia do giro de capital;
    2) Deficit Habitacional, visto que as grandes áreas de terras estão em maos de grandes empresarios ou fazendeiros;
    3) Deficit de unidades de Saude para atender estes milhares (tanto da rede publica como da privada);
    4) Rede viaria ainda em expansao;
    5) Sistema de rede bancaria ainda sem expansao tanta infra como intra.
    6) com certeza os amigos podem colaborar com outras.

    "Como eu dizia em Canaa e Ourilandia: o Buraco aumenta a medida que os problemas sociais irão surgir"

    Cade o Hospital da Vale?

    Cade um aumento efetivo da policia preventiva (PM)? Não adianta ficar andando em cima de carros ou helicopteros tem que estar nas ruas, a pé, fazendo ronda, proximo das comunidades e nos centros comerciais.

    Enfim vamos pagar pra ver. Na verdade Hiroshi tudo tem um preço, até mesmo o progresso.

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