Hiroshi Bogéa On line

Nunca abandonei meu chão

Eita! Tempos bons quando a gente ficava das 10 da noite às 7 da manhã, com um violão nos braços, conspirando, sob o som gostoso de Vandré:

No terreiro lá de casa
Não se varre com vassoura
Varre com ponta de sabre
Bala de metralhadora.

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1 Comentário

  1. Anonymous

    21 de agosto de 2007 - 15:45 - 15:45
    Reply

    “Quando você foi embora
    Fez-se noite em meu viver
    Forte eu sou, mas não tem jeito
    Hoje eu tenho que chorar
    Minha casa não é minha
    E nem é meu esse lugar
    Estou só e não resisto
    Muito tenho pra falar

    Solto a voz nas estradas
    Já não quero parar
    Meu caminho é de pedra
    Como posso sonhar ?
    Sonho feito de brisa
    Vento vem terminar
    Vou fechar o meu pranto
    Vou querer me matar

    Vou seguindo pela vida
    Me esquecendo de você
    Eu não quero mais a morte
    Tenho muito que viver
    Vou querer amar de novo
    E se não der , não vou sofrer
    Já não sonho , hoje faço
    Com meu braço, o meu viver”

    (Deus te abençoe, de coração.)

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