Hiroshi Bogéa On line

Num trecho de 334 milhas náuticas, jetskistas percorrem rio Tocantins de Marabá a Belém

 

 

Conforme registro de GPS do advogado Aloísio Meira, doze jetskistas, e mais oito pessoas distribuídas em dois jetboats, fizeram o trecho Marabá- Belém, pelo rio Tocantins, em velocidade média de 52,7 milhas náuticas.

Transformada em quilômetro, a distância Marabá-Belém, pelo rio, foi de 614,86 Km, usando a rota final por Abaetetuba.

O grupo era formado por empresários, profissionais liberais e até uma equipe da TV Liberal, que acompanhou a viagem no trecho Marabá-Tucuruí.

A viagem dos pilotos de jet teve quatro etapas.

A primeira, de avião, no trajeto Belém-Marabá – onde na cidade onde se originou a viagem, já encontraram suas motos aquáticas na marina JC Náutica, transportadas em duas carretas, no meio da semana que passou.

Alguns dos pilotos, no aeroporto de Belém,
Alguns dos pilotos, no aeroporto de Belém.
Camaradagem do grupo de jetskistas reforçada no trajeto Belém-Marabá
Camaradagem do grupo de jetskistas reforçada no trajeto Belém-Marabá

 

Desembarcando em Marabá.
Desembarcando em Marabá. (Fotos acima de Aloísio Meira)

 

 

De Marabá, a primeira perna do trajeto terminou em Tucuruí, num percurso de 110 milhas nauticas.

Dia seguinte (18), a viagem prosseguiria de Tucuruí a Cametá, totalizando mais 120 MN.

Último trecho, Cametá-Belém, totalizando 104 MN.

 

Saída de Marabá

 

No trapiche da JC Náutica, bem cedinho.

Marina Janary

 

Singrando o Tocantins, em frente a cidade. O sol nem bem saía.

Saindo de Marabá

 

Itupiranga

Quinze minutos depois, passando ao largo de Itupiranga.

ItupirangaItupiranga 2

 

 

No Lago de Tucuruí

 

Pouco antes de chegar à “Ilha do Bogéa”, embarcação enviada um dia antes, nos aguardava, para nos abastecer. Procedimento durou cerca de uma hora, em pleno lago de Tucuruí.

Lago Abastecimento

 

Cinco minutos depois, chegamos ao resort “Ilha do Bogéa, magnificamente espraiada quase na metade da viagem de Marabá a Tucurui.

Cinegrafista dentro do helicóptero do armador Eduardo Carvalho, registrou belas imagens da ilha, admirada pelos pilotos dos jets, girando em seu entorno.

O helicóptero acompanhou a comitiva até o resort, retornando, em seguida, para Marabá.

Lago Helicóptero 2

 

Lago Helicóptero 3

 

Lago Helicóptero

 

Ilha do Bogéa 3Ilha do Bogéa 7

 

Ilha do Bogéa 8

 

Ilha do Bogéa 6

 

Ilha do Bogéa

 

Cidade submersa

Um pouco mais abaixo da Ilha do Bogéa, a parada obrigatória para a foto em torno da caixa d´água,  que abastecia a população da antiga cidade de Jacundá, hoje submersa, depois do fechamento da barragem da hidrelétrica de Tucuruí, em 84.

A caixa d´água transformou-se em cartão postal.

Lago Caixa Dágua 2

 

Lago Caixa Dágua 3

 

Lago Caixa Dágua

 

No meio do Lago, o banho

O  canal principal do rio Tocantins, no Lago de Tucuruí, tem uma profundidade de 70 metros.

Cinco minutos após a caixa d´água, Aloísio Meira, planejador de navegação do grupo de pilotos, identificou, em suas pesquisas de carta náutica, a existência de um ponto, no meio do lago, ideal para se tomar banho.

Certame o cume de uma serra, agora submersa, identificado pela coexistência de duas palmeiras (uma  ainda cheia de vida),  ali é possível ficar de pé, pisando em pedras e barro, deliciando-se das águas do rio.

Lago banho 2

 

Lago banho 3

 

Lago banho

Lago banho 4

 

Chegando a Tucuruí

Na chegada a Tucurí, de cara, o cenário da barragem ao fundo, enquanto pilotos aguardam a chegada do restante do “rebanho”.

Antes da eclusagem, tínhamos convite para almoçar na chácara do empresário Nelson Marquezini, numa ilha em frente a Breu Branco.

Rumamos pra lá, girando à boreste.

(foto Aloísio Meira)
(foto Aloísio Meira)

Na chegada, a surpresa: além do almoço oferecido elo anfitrião, havia estoques de tambores de gasolina para abastecimento dos jets.

Tratamento vip.

Breu Branco 4

 

Breu Branco 2

 

Empresário de Tucuruí oferece almoço aos viajantes.
Empresário de Tucuruí oferece almoço aos viajantes.

 

Breu Branco 6
Ao lado de sua filha Carol, empresário Nelson Marquezini (ao centro), abraça Thiago Bogéa. Fazer amizades, essa uma das missões do grupo de jetskistas do projeto “Pelos Rios da Amazônia”.

 

 

 

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Nota do blog: amanhã, diário da viagem, no trecho Tucuruí-Cametá, com imagens lindas da eclusagem dos jetskis.

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5 Comentários

  1. Marcus

    23 de maio de 2013 - 15:09 - 15:09
    Reply

    Em Marabá tem alguém “habilitado” para fazer uma viagem dessas. Uma vez um grupo de uma universidade de Minas Gerais que estava visitando a região queria fazer essa viagem, mas não encontrei ninguém disponível para fazer.

    • Hiroshi Bogéa

      23 de maio de 2013 - 15:32 - 15:32
      Reply

      A Capitania dos Portos, todo ano, em julho, vai a Marabá regularizar embarcações e pilotos. Acredito que existam barcos e condutores com o mínimo de documentação exigida. Se não tiverem, não passa nas eclusas. De jeito nenhum.

  2. Marcus

    22 de maio de 2013 - 11:07 - 11:07
    Reply

    Hiroshi, é possível fazer de barco uma viagem destas, de Marabá para Tucuruí?

    • Hiroshi Bogéa

      22 de maio de 2013 - 13:05 - 13:05
      Reply

      Marcus, tecnicamente, é possível. Agora, é preciso ver a situação legal da embarcação. Ninguém cruza as eclusas sem estar com a documentação do barco em dia, junto a Capitania dos Portos. Pilotos também necessitam de habilitação, apresentando carteira de arrais.

  3. Wanderley Mota

    21 de maio de 2013 - 05:04 - 5:04
    Reply

    “JET SKATISTAS”

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