No PT, a guerra agora é pública

Publicado em 15 de agosto de 2013

 

 

A guerra já começou no PT.

Agora, é declaração pública, com assinatura e termos lavrados em cartório – como diria Vinicius.

O barato da discórdia (e bota discórdia!) é o confronto entre a candidatura própria ao governo e o alinhamento à candidatura de Helder Barbalho (PMDB), com Paulo Rocha ocupando a majoritário, candidato ao Senado.

O jornal O Liberal, na briga fratricida com seu oponente, Diário do Pará, de propriedade da família Barbalho, tem abraçado “a causa” dos chamados rebeldes petistas, aqueles que lutam pela candidatura própria.

Antes, restrita aos debates internos das chamadas tendências do PT, a questão foi transformada em declaração de guerra, a partir do momento no qual o deputado estadual  Carlos Bordalo dirige “recados” , com ameaças explícitas, aos defensores da  “independência” petista, em notas no Twitter.

Abaixo, transcrição  das  mensagens de Bordalo que retrartam sua indignação com aqueles que não querem apoiar Helder Barbalho, entre eles, o deputado Cláudio Puty, candidato à presidência estadual do PT

 

  1. Atacar na imprensa o PT e suas lideranças de forma despropositada contraria o Regimento e o Estatuto do Partido dos Trabalhadores.
  2. Dividir a base de apoio de Dilma(PT) c/ ataques à aliados é um desserviço à reeleição da Presidente e um grande serviço ao tucanato.
  3. Atacar o PT e suas lideranças em jornal fragiliza o partido e serve como uma luva aos propósitos de Jatene(PSDB)
  4. Lançar candidato”Próprio do PT”em afronta as instancias partidárias em conluio c/ O Liberal é trabalhar p/ dividir o partido. A quem serve?
  5. Lançar candidato”próprio do PT”sem combinar c/ o partido e muito menos em construção c/ aliados é fazer jogo de Jatene p/ dividir oposição.