Hiroshi Bogéa On line

No PT, a guerra agora é pública

 

 

A guerra já começou no PT.

Agora, é declaração pública, com assinatura e termos lavrados em cartório – como diria Vinicius.

O barato da discórdia (e bota discórdia!) é o confronto entre a candidatura própria ao governo e o alinhamento à candidatura de Helder Barbalho (PMDB), com Paulo Rocha ocupando a majoritário, candidato ao Senado.

O jornal O Liberal, na briga fratricida com seu oponente, Diário do Pará, de propriedade da família Barbalho, tem abraçado “a causa” dos chamados rebeldes petistas, aqueles que lutam pela candidatura própria.

Antes, restrita aos debates internos das chamadas tendências do PT, a questão foi transformada em declaração de guerra, a partir do momento no qual o deputado estadual  Carlos Bordalo dirige “recados” , com ameaças explícitas, aos defensores da  “independência” petista, em notas no Twitter.

Abaixo, transcrição  das  mensagens de Bordalo que retrartam sua indignação com aqueles que não querem apoiar Helder Barbalho, entre eles, o deputado Cláudio Puty, candidato à presidência estadual do PT

 

  1. Atacar na imprensa o PT e suas lideranças de forma despropositada contraria o Regimento e o Estatuto do Partido dos Trabalhadores.
  2. Dividir a base de apoio de Dilma(PT) c/ ataques à aliados é um desserviço à reeleição da Presidente e um grande serviço ao tucanato.
  3. Atacar o PT e suas lideranças em jornal fragiliza o partido e serve como uma luva aos propósitos de Jatene(PSDB)
  4. Lançar candidato”Próprio do PT”em afronta as instancias partidárias em conluio c/ O Liberal é trabalhar p/ dividir o partido. A quem serve?
  5. Lançar candidato”próprio do PT”sem combinar c/ o partido e muito menos em construção c/ aliados é fazer jogo de Jatene p/ dividir oposição.
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7 Comentários

  1. apinajé

    19 de agosto de 2013 - 17:31 - 17:31
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    o molusco tá mostrando as caras,(isso mesmo,as caras)ele tem uma para cada momento,a mais utilizada é a cara de pau.

  2. paulo cunha

    17 de agosto de 2013 - 07:34 - 7:34
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    Engraçado é achar que CP mandava no governo a ponto de enterrar uma reeleição. Reeleição enterrou aquele que comandava a SEDUC com seus “Mineiros” da vida,enquanto as escolas agonizavam,com claro intuito de somente se eleger senador. Quem enterrou a reeleição,e depois perto do fim do segundo turno afirmou que se aquela mulher perdesse a eleição ele taria ferrado,foi quem não conseguiu sequer fazer algo alem da ponte sobre o rio fresco e aquele terminal que nunca ninguem usou porque foi entregue no apagar das luzes para não ser contestado pelo MP ,a destinação dos recursos. Analisa bem,que quem tinha mais poder eram os outros dois governadores,que governaram com a AJ.

  3. casemiro

    16 de agosto de 2013 - 19:32 - 19:32
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    Eu vou dizer agora em alto e bom som com o que o PT do Pará devia se preocupar: A economia brasileira necessita de infraestrutura de transportes urgentemente. Enquanto isto o governo federal Petista quer injetar bilhões na obra mais cara já construida pelo governo federal em um projeto de trem-bala entre o Rio de Janeiro e São Paulo. O PT está de sacanagem? São centenas de projetos de infraestrutura como ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos, silos, duplicação de rodovias e ferrovias, usinas hidrelétricas e eólicas, entre outros, necessitando de recursos urgentes do governo, e o governo está investindo uma soma monumental em um projeto de trem-bala? Eu vou perguntar de novo o PT está de sacanagem? Só para citar um caso entre centenas de outros: a hidrovia Araguaia-Tocantins que vai revolucionar para sempre a produção econômica dos Estados do Pará, Tocantins, Maranhão, Goiás, Matogrosso e Matogrosso do sul, custa apenas quinhentos milhões de reais e o governo federal está adiando e enrolando com as desculpas mais esfarrapadas que se pode ouvir para colocar o projeto em prática. É exatamente com isto que o PT do Pará deveria se preocupar.

  4. Luis Sergio Anders Cavalcante

    16 de agosto de 2013 - 18:25 - 18:25
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    Agora – engraçado – aguas passadas não movem moinhos, não é ? O péssimo governo de AJ que tinha como principal interlocutor o hoje Dep. CP, propiciou o ressucito de Jatene e o tucanato parauara. Já disse, repetí, e digo novamente, o lulo-petismo agora é quem manda no PT. O PT Nacional e do Pará vai ser obrigado a apoiar – infelizmente – a candidatura de Hélder(PMDB) ao governo estadual. E quem não gostar que vá reclamar ao Papa. Em 16.08.13, Marabá-PA.

    • Paulinho Cidade Velha

      17 de agosto de 2013 - 11:11 - 11:11
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      Se tem um cara com opinião idiota é esse LSAC.Ele é um pé no saco. Entende de tudo. Agora torce para o Barbalhinho. Não dá, nenão?

  5. paulo cunha

    16 de agosto de 2013 - 10:19 - 10:19
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    E entregar o partido a Judas,é o que? Este sujeito ai,que tem um amndato pífio,sem expressão,que sabe-se lá porque faz um mandato no silencio,esquece que quem elegeu a Dilma aqui no Pará em 2010 foI o PT, sem esses canalhas que hoje se pintam de aliados.

    Lembar da fala do Lula no comicio lá em Ananindeua quando ele cobrou o porque dos “ALIADOS” não estarem no palanque?

    de estarem eles faltando lá no palanque

    ele tem memória curta é?

    agora vem dizer que eles que vão eleger a Dilma aqui no Pará. ta bom!

    eles querem é extinguir o PT no Pará.

    Vai tomar o respeito ” Deputado”(caldo de salsicha).

  6. Ponderado

    16 de agosto de 2013 - 00:30 - 0:30
    Reply

    Só nós, militantes petistas do Pará, sabemos o que padecemos, na última eleição estadual, com a raivosa intervenção de Cláudio Puty. Com o seu poder de influência, ele usou os meios mais sórdidos para afastar Suely Oliveira do rol de candidatos a deputado federal, o que já vinha sendo construído havia mais de dois anos. Forçada a abdicar de sua legitima pretensão, Suely teve de fazer novo percurso, ao aceitar candidatar-se a deputada estadual, com pouco dinheiro e com militância desmotivada. Resultado, ela ficou em uma segunda suplência. Puty, cujos métodos não encontram limites para alcançar os seus fins, tenta emplacar uma candidatura aventureira, distante da tática política nacional do PT. Para tanto, ele não hesita em se aliar a Jatene. A política não se faz com purismos. Sem aliança com o PMDB, no primeiro ou no segundo turno, a nossa tática eleitoral, seja estadual ou nacional, estará fadada ao insucesso. O PT é um grande partido e não pode estabelecer táticas apenas de afirmação. Temos compromissos com o povo mais pobre do Brasil, que confia sabiamente na nossa política e espera de nós que continuemos a governar este País. No entanto, para Cláudio Puty, o que importa é o seu projeto pessoal.

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