Hiroshi Bogéa On line

No meio da floresta, vidas

O médico Jorge Bichara, ambientalista presidente da Fundação Zoobotânica de Marabá, é o primeiro entrevistado do novo  blog.

Na coluna “Fatos Relevantes” (vídeo ao lado direito) , ele conversa com o poster sobre o trabalho desenvolvido para a estruturação da área de conservação ambiental situada no perímetro urbano de Marabá.

Motivo de orgulho das comunidades do Sul do Pará, o parque zoobotânico é uma entidade de Utilidade Pública cerificada com o Criadouro Conservacionista, outorgada  pelo IBAMA, que lhe confere habilitação ao trato irrestrito com a fauna da região amazônica.

 Em sua extensa floresta nativa, existem  árvores seculares como castanheiras, cachimbeiros, ipês, angelins com mais de 300 anos de existência, além de tantas outras árvores preservadas à mão de ferro pela FZM.

A fauna não é menos rica.

No quadrilátero florestal vivem antas – – o maior mamífero terrestre da Amazônia -, capivaras, onça pintada, araras diversas, entre elas a arara-azul em processo de extinção.

Ao todo, são mais de duzentas espécies.

A entrevista foi feita na manhã chuvosa deste domingo,  quatro dias antes da solenidade de assinatura do convênio entre Alpa e Fundação Zoobotânica de Marabá, marcada para o próximo dia 17, na sede da siderúgica.

Convênio repassará recursos para a FZM tocar diversos projetos ambientais.

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3 Comentários

  1. Paulo Ferreira

    14 de março de 2011 - 20:11 - 20:11
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    Parabéns Hiroshi por mais esta etapa do seu vitorioso Blog.

    Paulo Ferreira

    • Hiroshi Bogéa

      15 de março de 2011 - 00:49 - 0:49
      Reply

      Estimado Paulo Roberto, estamos na batalha, como sempre. Abs

  2. Flavio Vidal

    14 de março de 2011 - 15:19 - 15:19
    Reply

    Estamos vivendo a era da democracia engolida. Para entender melhor, estamos recomeçando a retroagir na historia, uma vez que quando passamos de etapa chegamos mais perto do cadefalso pelas mãos, ou pela língua de nossos concidadãos. É comum quando alguém erra, se é que alguém erra mesmo, virem as enxurradas de críticas em cima do “errador”. Daí o atacado começa também a se defender, como se fosse um perseguido sem olhar o que fez. Isso é bastante comum na sociedade atual, e ocorre em todas os diversos setores, seja no trabalho, na escola, dentro de casa, na vida profissional, na vida particular, na política, ah principalmente no puder publico. Ninguém gosta de ser questionado, pois o questionamento se faz por entender que estamos expressando alguma incapacidade que se deixa ver e, absolutamente ninguém gosta de mostrar os seus defeitos. Mais na contramão da historia é preciso que entendamos o seguinte: A critica é algo que renova as nossas ações e não deve ser vista como perseguição e sim como uma oportunidade para mostrar que somos capazes de fazer sempre melhor, que temos capacidade de se renovar e não retroagir. Ela é construtiva ou destrutiva dependendo da maneira como a recebemos, pois ela representa apenas o sentimento de quem a faz. Vivemos no meio de milhares de cabeças pensantes e cada um tem um nível de informação diferenciado, isso nos coloca a se civilizar a cada dia para vivermos no meio das pessoas. Então caros colegas, lembrem-se de que devemos estar sempre preparado para tudo, pois quem não se prepara para a critica não serve para viver em sociedade, não serve para assumir cargos de relevada importância e nem para representar a população. A critica é acima de tudo o fortalecimento da democracia brasileira e sem duvidas é também o predomínio cultural impetrado nos encontros e desencontros da informação. Não deixem que a democracia seja engolida pela arrogância de alguns poucos, gritem, expressem suas vontades e desabafem, mais também apresentem propostas convicentes com suas críticas, assim funciona o nosso dia a dia – retirado do blog: http://www.flaviovidal.blogspot.com, abraço hiroshi.

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