Hiroshi Bogéa On line

No contrapé

Faltando 20 dias para o final da campanha eleitoral de Marabá, o prefeito Sebastião Miranda (PTB) ‘mergulhou’. Não participava mais de caminhadas e, aos comícios, se fazia presente num esforço inquietante por pressão de familiares e amigos mais próximos sob argumento de que não podia denunciar a existência de crise na campanha.

Claro sintoma de depressão.

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4 Comentários

  1. Anonymous

    10 de outubro de 2008 - 21:12 - 21:12
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    Blogueiro.
    È agora tem muito empresário arrependido!! quem se deu bem nessa foi o cômico bolinha, num arrastou o pé de perto da campanha!que o diga o Maurino…

  2. Anonymous

    8 de outubro de 2008 - 11:04 - 11:04
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    Caro Hiroshi soube de uma pessoa muito ligada ao Demétrius que ele tá “cuspindo marinbondo” e anda arrependido de não ter se aliado ao Maurino antes do início do pleito e aqu agora vai tentar se aproximar do Maurino, aí é como se diz o adágio popular depois da onça morta tem muita gente querendo pegar no rabo dela.

  3. Anonymous

    8 de outubro de 2008 - 11:02 - 11:02
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    Pobre Tião ele deve realmente estar muito deprimido, afinal pegou uma lavada de um homem humilde que jamais pensou que aconteceria em sua vida.É hora de se pensar em ser mais humilde e olhar o povo que coloca e tira as pessoas do poder com mais dignidade menos arrogancia e prepotência pra não cair no mesmo erro novamente e afundar ainda mais a sua carreira política.

  4. Anonymous

    8 de outubro de 2008 - 01:11 - 1:11
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    Tião Miranda passou uns 14 anos no poder. Resulta disso? Uma tremenda “fadiga de material”. è natural. Parece-me que o erro da campnha de joão salame foi exatemente o excesso de simbiose proposto como forma de transferir votos. Neste caso o pragmatismo e análise simplória ganhou o debate dentro da campnha do JS. Tiao Miranda não é um político carismático e popular, como todos sabemos. O fenômeno de transferencia de votos é, em geral uma ocorrência rara. O que deveriam ter feito é: depois de emprestada ao JS a imagem de bom administrador e tudo o mais, era preciso mostrar o que joão teria de novo. O longo tempo de TM no poder gerou o desejo da nova experiência, uma espécie de antídoto à acomodação. uma sabedoria popular que a sucessão de eleições no brasil acabou criando. Podem analisar os resultados eleitorais ´desde o advento da reeleição. Os projetos políticos são seccionados a cada oito anos. Dificilmente, com excessões do tipo pt em porto alegre, um projeto político ultrapassa os oito anos de poder, e tm, de certa forma, ultrapassou a média.
    Vejam só um detalhe: todos, com excessão do próprio maurino, trabalharam para receber o apoio de TM. Foi feito uma espécie de vestibular, e JS passou. Agora vai, certamente, passar por sua cabeça uma reflexão – fazendo uma média ponderada entre o que caminhou com as próprias pernas e o trecho que fez com a ajuda das pernas de TM, a que conclusão pode-se chegar: “TM me ajudou a chegar até aqui ou cheguei só até aqui por causa dele?, eis a questão hamletiana, ou tostiniana.

    Mas o que já podemos pressupor é que na próxima eleição veremos tm e js querendo a mesma coisa: disputar com maurino, e 2010 vai dar indicativos concretos sobre quem se posiciona melhor no tabuleiro.

    A política é definitivamente instigante.

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