Hiroshi Bogéa On line

Motejo na berlinda

“Um escárnio”. Essa a palavra usada por nove empresários de Marabá, Redenção e Parauapebas ao comentarem a entrevista ao jornal O Liberal de Altair Vieira, presidente da Associação Comercial do Pará, criticando a criação dos Estados do Carajás e Tapajós.

Post de 

7 Comentários

  1. hiroshi

    31 de julho de 2007 - 11:59 - 11:59
    Reply

    Ah, Quaradouro, a outra resposta.
    ACP? Associação dos Come-Come do Pará.

  2. hiroshi

    31 de julho de 2007 - 11:58 - 11:58
    Reply

    Quaradouro, Altair Vieira é…. quem é mesmo?!!!!! Ehehehehe

    Sim, vamos sim! Debater a cultura.Já. Hoje.

  3. Quaradouro

    31 de julho de 2007 - 02:34 - 2:34
    Reply

    Se o senhor não se incomoda em esclarecer:
    1. Quem é Altair Vieira?
    2. Que é, que importãncia tem, onde fica a ACP?
    Obs> Cinemaníaco que se preza sabe que a OCP foi quem inventou e é proprietária do Robocop, aquele policial biônico

  4. Quaradouro

    31 de julho de 2007 - 02:31 - 2:31
    Reply

    Hiroshi:
    Postei agora mesmo um artigo do advogado Valdimar Barros, que´é um chamado à reflexão sobre a esbórnia que deram de chamar “cultura” por aqui. Aguardo sua leitura crítica e uma participação efetiva sobre a questão.
    Vamos discutir cultura

  5. Anonymous

    30 de julho de 2007 - 21:11 - 21:11
    Reply

    Não tenho uma visão romântica sobre isso. , mas defendo a divisão. Entendo que isso poderá gerar melhor distribuição do bolo de recursos para a nossa egião que tem uma importancia tão grande na pauta de exportação brasileira mas não recebe investimentos na mesma proporção de gera. Os avanços virão, a distribuição de renda não sei. Só tenho uma certeza hoje : pior do que o que está não irá ficar.

    Ana Beatriz ( Marabá)

  6. Anonymous

    30 de julho de 2007 - 15:01 - 15:01
    Reply

    Criar novos estados não é dividir a pobreza, como presume o presidemte da ACP. Significa multiplicar e distribuir bens. Melhorar o atendimento nos hospitais, a representação política, e oportunizar um futuro diferente da exclusão e pobreza existentes hoje. O presidente da entidade demosntra que se preocupa tão somente com a multiplicaçào dos ganhos dos empresários da capital.
    Sandra Maria Teixeira Costa (REDENÇÃO)

  7. Anonymous

    30 de julho de 2007 - 14:57 - 14:57
    Reply

    Eu li a entrevista do senhor Altair Vieira. O depoimento dele é um afr9nta ao povo sofrido do interior do Estado. Um cara que fala em divisão da pobreza só merece mesmo receber criticas de todos os setores da sociedade.
    Lindomar Santis
    Tucuruí

Deixe seu Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *