Hiroshi Bogéa On line

Miséria ambulante

Eldorado do Carajás e Curionópolis são município que mais sofrem os efeitos da desacelaração econômica. Sem atividade produtiva consistente, dormitórios de brasileiros atraídos pelos projetos da Vale e o sonho de Serra Pelada, as portas das prefeituras das duas povoações são lugares comuns de pedido de auxílio para a sobrevivência.

Sem dinheiro para “auxiliar”, e obrigados a demitir buscando o equilíbrio de suas contas, os prefeitos das duas cidades sofrem todo tipo de pressão.

E sem saber a quem recorrer.

Tragédia social à vista.

Post de 

6 Comentários

  1. Anonymous

    11 de abril de 2009 - 15:01 - 15:01
    Reply

    Quanto perdemos tempo reclamando do leilão e venda da Vale no governo do FHC? Porque não usar essa enérgia e direcionar essa indiginação para precionar os deputados, senadores e o presidente lula para cobrar uma taxa bem maior pelo conceção do direito da extração de nosso minério. Assim se pode fazer justiça, o quanto quiser, e não precisamos ficar chorando feito criancinhas burras.

    VMA

  2. Anonymous

    11 de abril de 2009 - 11:52 - 11:52
    Reply

    Hiroshi, lembro de uma das frases do dr. Almir Gabriel antes das eleições a governo do estado:
    “A Vale é um estado dentro de outro estado”.
    Taí o problema. A Vale anuncia investimentos em determinada cidade ou regiao e nao a prepara com investimentos sociais, pois será atração de todo o brasil e do mundo.

  3. Anonymous

    9 de abril de 2009 - 18:29 - 18:29
    Reply

    Acho quenão me fiz compreender, pois tb não tenho saudades do FHC, para a maioria da população ele foi madrastra.

  4. Adir Castro

    9 de abril de 2009 - 17:00 - 17:00
    Reply

    APENAS DUAS DAS MUITAS SOLUÇÕES POSSÍVEIS:

    1) profissionalização da população que carece de emprego, bem como obrigar a esses extrativistas que deixem um pouco do lucro na região para que seja investido única e exclusivamente no social e na reparação dos danos causados por eles ao meio ambiente;

    2) promoção do agronegócio na região como fonte alternativa de renda, pra não dependermos apenas do ferro.

    Caso contrário, prevalecerá a máxima de que estamos literalmente tomando ferro.

    Se falta autoridade com pulso e coragem pra “meter” a cara, exigir e fazer, isso é outra história.

  5. Anonymous

    9 de abril de 2009 - 14:49 - 14:49
    Reply

    Acho que o anônimo está um tanto equivocado, como vivemos num país democrático, respeito sua opinião, porém discordo, pois o governo de Fernando Henrique Cardoso não nos deixa nenhuma saudade, com seus programas de privatizações, sabemos que as privatizações do governo de FHC renderam algo em torno de R$ 60 bilhões, quase o valor da dívida pública líquida brasileira no início do seu governo, no entanto não sabemos ao certo como foi feito os investimentos com todo esse dinheiro, na educação? Na saúde? Acho que não, pois lembramos que no final de seu governo os indicadores de ambos eram os piores possíveis. Na minha concepção não podemos chamar esse governo de “mãe” uma vez que este tirou de seus filhos a maior riqueza, vendendo-a para multinacionais a preço de banana. Agora ficamos nos humilhando para a Vale implorando por migalhas.

  6. Anonymous

    9 de abril de 2009 - 13:32 - 13:32
    Reply

    Enquanto isso, a Vale preseva os seu lucro, continua a extrair a riqueza de todos os brasileiros e cada dia mais fica mais rica, quando passar essa crise veremos todos os balanços.O Governo do FHC foi uma mãe e madrasta ao mesmo tempo.

Deixe seu Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *