Hiroshi Bogéa On line

Meu Brasil Brasileiro

Casa humilde chapiscada de azuis em tábuas.
Como na música de “Garoto” (*): “são casas simples com cadeiras na calçada…”

O que teria inspirado o dono desse imóvel rural a usar tantos azuis?

Tom sobre tom ao modo dele.

Designer de quem acha o excesso da mesma cor beleza rara de lugares sem tinta.

Lembrete para que ninguém esqueça o quanto ele ama o Brasil.

E o número da casa, num assentamento onde só existe a morada dele.

(*) –  “Garoto” (Aníbal Augusto Sardinha) ,  grande violonista e compositor de “Gente Humilde”.

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4 Comentários

  1. Anonymous

    28 de fevereiro de 2010 - 21:31 - 21:31
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    É a alegria de ter uma casa própria.De pintá-la do seu gosto e, não do gosto do locador. Parabéns ao dono, ao seu gosto e, não é sobra de tinta não, é compra diversificada. De quem sabe o que está fazendo.
    O Observador

  2. Anonymous

    28 de fevereiro de 2010 - 05:21 - 5:21
    Reply

    Obviamente quem comentou e talvez nem o bloger notou, que embaixo a esquerda existe uma espécie de desenho que chargeia uma cambada de safardanas do cenário politico nacional. Talvez essa imagem tenha sido dilapidada pela chuva que a tudo deixa a mostra.

  3. Anonymous

    25 de fevereiro de 2010 - 19:03 - 19:03
    Reply

    Eu conheço muito bem isso aí,chama-se " SOBRA DE TINTA".

  4. Anonymous

    25 de fevereiro de 2010 - 17:56 - 17:56
    Reply

    São coisas simples que inspiram poetas e amantes!!! Sensacional a foto e mais ainda a simetria da pintura.

    Obs.: há anos que uma motocicleta de cor "verde cheguei" faz sucesso, e como!

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