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Meg Barros pede decretação de Calamidade Pública

 

 

Meg Barros

Vereadora Meg Barros (Psol), de  Belém, protocolou diretamente no gabinete do prefeito Zenaldo Coutinho (foto)  pedido de avaliação “quanto a possibilidade da decretação de  estado de Calamidade Pública em Belém”.

Depois da dramática quarta-feira de Cinzas, quando a cidade ficou praticamente submersa, e diante de  previsões do  Instituto Nacional de Metereologia (INMET), dando conta do aumento do índice pluviométrico, nas próximas semanas, a parlamentar psolista pretende, com o pedido, “evitar mais danos à população que mora nas áreas sem saneamento”, conforme justificativa.

 

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1 Comentário

  1. João dos Prazeres da Costa

    17 de fevereiro de 2013 - 12:25 - 12:25
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    Antes prevenir do que remediar, mas essa vereadora devia ir para a tribuna denunciar que as maquinas da macrodrenagem deixadas pelo primeiro governo de Jatene, para o prefeito Duciomar, são totalmente inadequadas para a limpeza de canais. E o próprio Duciomar quis vendê-las e com este dinheiro comprar as que realmente são úteis, mas a imprensa que não investiga nada preferiu denunciar a “esperteza” de Duciomar. O MPE entrou no caso e o resultado: as máquinas estão virando sucata se deteriorando pelo tempo. São milhões de reais jogados fora. E o que se vê: o prefeito Zenaldo unido com Jatene fazendo um mutirão de limpeza que não acaba nunca (o povo mal educado continua jogando lixo nas ruas, indo para os bueiros, e canais). Não adianta limpar canais na munheca: é preciso retirar a lama do fundo deles e o mato nas laterais. Fazer a manutenção das comportas. É inadmissível que a maior obra de macrodrenagem já feita no Pará, como a do Una, pelo governador Almir Gabriel, esteja abandonada. Todos os bairros beneficiados pela macrodrenagem ganharam canais, rede de esgoto sanitário, rede pluvial, bueiros, asfalto, enfim, saneamento básico completo para a população dessas áreas (mais de 500 mil pessoas). Nos primeiros anos, tudo funcionou: nenhuma chuva coincidindo com maré grande inundou esses bairros. Agora o que se vê: qualquer chuva é uma inundação. Os bueiros das esquinas estão entupidas até com cocos, isopor, caixas e outros. Os canais com lixo (jogado pelo povo mal educado), lama e mato e as comportas sem manutenção. Uma vergonha. Estou revoltado porque milhões e milhões estão sendo jogados fora, jornalista Bogéa, desculpe por esse comentário longo.

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