Hiroshi Bogéa On line

Médicos não voltam ao trabalho em Castanhal

 

 

O problema de falta de médicos em hospitais de Marabá ocorre em quase todos os municípios do Pará. Em Castanhal,  a demanda é mais grave.

Desde quando a nova administração assumiu o município, os profissionais contratados nas unidades públicas de saúde  locais não estão trabalhando.

A nova vice-diretora do hospital Municipal, Rita Lopes, esclarece  que a ausência dos médicos ocorre desde 31 de dezembro. “No momento em que nós assumimos o hospital, os médicos não vieram, não retornaram para cumprir os seus plantões. A nova direção já está entrando em contato com médicos, especialistas, para cada um ocupar sua oposição e dar continuidade ao trabalho”.

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4 Comentários

  1. andreza

    5 de julho de 2013 - 13:36 - 13:36
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    gostaria de saber se ha previsao para chamar farmaceutico aprovados no ultimo concurso publico de castanhal

  2. Anônimo

    3 de fevereiro de 2013 - 20:40 - 20:40
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    Marabá vai ficar no mesmo rumo, ou até pior. Pois Castanhal fica a 65 Km da capital, onde se encontra o maior numero de médicos do Estado, Imagina aqui? Longe de tudo, mais de 500Km.
    As cidades vizinhas estão pagando mais para trabalhar menos. Lei de mercado é assim e Medicina é uma profissão com outra qualquer. O profissional vai para onde paga melhor, tem mais estrutura e menos stress.
    Ainda estão mantendo a mesma turma de antigamente, cometendo os mesmos erros.
    Acorda Prefeito!!! Você deixou o pessoal do Maurino tomar conta da secretaria de saúde. Olha o que aconteceu com o Maurino ao deixar o povo do Tião.

    Quem avisa, amigo é!!…

  3. Jair Martins

    3 de fevereiro de 2013 - 15:54 - 15:54
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    Carrissimo Hiroshi,
    Sempre que posso acesso o seu blog, para puder me cituar no nosso
    cotidiano. Essa, matéria sobre os Médicos é muito preocupante do ponto
    de vista, das necessidades por parte dos menos favorecidos(que são a grande maioria). Castanhal, aí na sua querida Marabá, as coisas(saúde), é
    maravilhosa se for comparada aquí com a nossa em Conceição do Araguaia. Aqui, a famigerada familia Branco( com o aval do Governador do
    Pará) comandam e cometem contra o herário público as maiores barbaries;
    senão vejamos: A Srª Regina(mulher do Alberto Branco) dirige a SESPA da região o Sr. Wilson Branco(irmão do Alberto)” administra” o Hospital Regional a Sra.Rejane Branco(esposa do Wilson) pasmem, amigos, essa senhora, além de administrar o setor de regulação do Hospital Regional, ainda ostenta no peito um crachá, que lhe dá notóriedade por trazer a tutela
    do BRAZÃO DO PARÁ, com o dizer ASSESSORA ESPECIAL DO GOVERNADOR. A saúde aqui, é caso de Polícia. É, parece coisa do outro MUNDO, mais, isso acontece
    por aqui mesmo no esquecido pedaço de chão do até então chamado PARÁ. Agora, só para satisfazer a vontade da famigerada familia Branco, está sendo desapropriado pelo Governo do Pará, o Hospital Modelo,que de modelo só tem o nome(de propriedade do Dr. Alberto Branco) pela simples bagatela de VINTE E CINCO MILHÕES que segunda um engenheiro não vale tres, isso mesmo VINTE E CINCO MILHÕES que se fossem
    aplicados de forma correta aqui no Regional, resolveria uma grande parte dos
    nossos problemas na área da saúde. Aproveito, este espaço no seu blog,
    para fazer um apelo ao Dr. Jatene, que segundo informações estará amanhã lá em Redenção, para pedir a sua equipe de Governo que façam uma avaliação na denuncia que trago ao blog. Independente, de cor ou filiação à qualquer partido, está acima de tudo a nossa gente.

  4. reflexão

    3 de fevereiro de 2013 - 11:02 - 11:02
    Reply

    Tenho um cunhado médico cirurgião,e também leio muito sobre o assunto,e pelo que posso concluir, se os médicos fossem seguir o que orienta o CRM,CFM e sindicato de classe médica, sequer entrariam na quase totalidade dos hospitias e postos de saúde públicos, pois os mesmos não oferecem a infraestrurura básica,MÍNIMA (laboratório 24 hs, exame de imagem/RX e U Som,pelo menos, 24 hs, intrumental cirurgico adequado e funcionando, fios de sutura, medicamentos adequados e suficientes, auxiliares em número suficiente, etc), como se submetem à trabalhar fora das especificações, qndo ocorre o problema,geralmente óbito de um usuário do sistema, o ônus vai todo sobre o médico (não estou dizendo que médico também não comete erro !), e os gestores sequer se apresentam para dar explicaçõse. É iso aí. A população fica no meio do tiroteio …

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