Hiroshi Bogéa On line

Marabá pode perder investimento de R$ 300 milhões por causa de invasores

 

Bando de inescrupulosos ávidos pela comercialização de lotes decidiu simplesmente invadir  a área da chamada Fase 2 do Distrito Industrial de Marabá, ocupando terreno adquirido pela Petrobrás e Raízen, destinado à construção de um centro de armazenamento de combustível em Marabá.

Investimento da ordem de R$ 300 milhões correndo o risco de ir pro espaço graças a ganância e o ato criminoso de um grupo de invasores.

O ato ocorreu quando topógrafos das duas empresas realizam levantamento da área e foram obrigados a deixar o local sob ameaça de morte.

O líder dos invasores, devidamente detectado, mora na Folha 22.

Em momento crucial da vida econômica do município, que busca alternativas para a substituição de empreendimentos fracassados, como o parque guseiro e o fiasco que foi a Alpa, bando de marginais decide assaltar um terreno destinado a gerar emprego, renda e impostos para o município.

Um dos executivos da Raízen, em contato com o blog, disse que o grupo irá repensar a aplicação do investimento em Marabá

“Enquanto o Estado e o Município não darem segurança para a garantia de nossos investimentos, não poderemos avançar em termos do projeto”, disse.

Nas últimas 48 horas, o presidente da ACIM,  Ítalo Ipojucan. disparou emeios para autoridades estaduais, buscando apoio para a desocupação dos terrenos invadidos.

“Nós não podemos perder esse empreendimento. Marabá precisa de investimentos privados, porque um projeto atrai outro, e sucessivamente vai-se construindo bases econômicos promissoras”, relata Ítalo, pelo telefone, direto de São Paulo.

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4 Comentários

  1. alex

    18 de maio de 2015 - 19:50 - 19:50
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    Como se o projeto da alpa foi quem destruir todo o bioma. E o resultado? Não deu em nada. Sou a favor da ocupação. E sobre o primeiro comentário esta um pouco equivocado pois muitos precisam de residencia. Se o governo for contra que ceda outra área que provaremos que precisamos sim #A alpa e nossa::-@

  2. casemiro

    28 de janeiro de 2015 - 18:53 - 18:53
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    Algum dia quando todos nós e em especial nossos gestores federais, municipais e estaduais descobrirem o significado dos termos desenvolvimento e crescimento econômico, política industrial, geração de emprego e renda este panorama de desindustrialização vai começar a mudar a nível nacional. No dia que eles deixarem de se preocupar com o próprio umbigo e perceberem que podem ganhar dinheiro produzindo de forma honesta. Quando eles perceberem que atuando de forma planejada para o desenvolvimento da sociedade como um todo, eles terão muito mais oportunidades de ganharem dinheiro sem precisar roubar ninguém. Neste dia nós sairemos do buraco.

  3. agenor Garcia

    28 de janeiro de 2015 - 15:50 - 15:50
    Reply

    Hiroshi,
    corrige aí, o verbo é grassar. Quando ví, saiu graça, que aliás não tem graça nenhuma daquele jeito.
    Agenor Garcia

  4. agenor Garcia

    28 de janeiro de 2015 - 15:43 - 15:43
    Reply

    Caro Hiroshi,
    Se me permitires, comentarei as duas postagens num só e-mail. Quanto aos invasores do DI-Fase 2, é mesmo lamentável que permaneçam impunes. Deve, por parte do poder público ser desencadeada rigorosa e definitiva ação policial para impedir aquela locupletação. Com relação às guseiras, temos que admitir: 1) não respeitaram as condicionantes que tratam da utilização do chamado carvão legal; 2)Tiveram a oportunidade de queimar o que puderam para vender o gusa, sem o mínimo respeito às questões ambientais: 3) Negligenciaram as exigências de mitigar o consumo daquele carvão. Não fizeram plantios nem reflorestamento, repetindo em Marabá o desastre ocorrido em Minas, pela destruição do bioma cerrado, do Vale do São Francisco, principalmente nas suas cabeceiras. Por conta dessa insânia, a decadência das atividades predadoras das guseiras vem ocorrendo ou já ocorre, punidas que foram pelas autoridades competentes.
    A atividades daquelas guseias em Minas e agora em Marabá, é uma temeridade ambiental. Impedidas de funcionar em países mais desenvolvidos, foram incentivas a montar suas estruturas mínimas no fundo do quintal dos países subdesenvolvidos onde graça os desmandos e alta corrupção.
    Abraços,
    Agenor Garcia
    Gestor Ambiental e Jornalista

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