Hiroshi Bogéa On line

Manifestação livre dos leitores

 

 

Visitante Karla Muaés volta à cena com outro comentário, acrescido ao post 755 mil belenenses são contra desmembramentos:

 

 

Eu moro em Santarém e concordo com nosso tapajonico Lucio Flavio Pinto, quando diz que esta nao é a hora certa pra fazer este plebiscito!vamos dançar feio e nao tem mais volta seja lá qual for o resultado!

Tem muito projeto como o Aline e o Belo Monte, em andamento , e esta é a hora da gente estudar muito e se preparar para ocupar os cargos que serão disponibilizados, issso sim!

Os politicos que lideram essa divisão estão atolados de processos. São eles que vao decidir o que será feito de nossas vidas nos próximos anos. Pensa nisso! Sou louca de compactuar com eles!!??? Com certeza não! Pesquisa quais projetos eles trouxeram pra ca ! Faça isso! Te informa primeiro! Isso é muito sério gente!

Se tem abandono é por culpa deles! E nossa culpa, também, porque continuamos a votar nos mesmos ficha suja. Porisso digo NÃO ao ESTADO DO TAPAJOS! Carajás entao, nem pensar ! Dá so uma olhada na folha corrida das figuras! Te informa carissimo!

Por outro lado , faça uma pesquisa sobre a criação dos novos estados de MS, Macapa e Tocantins. Ha mais de 30 anos, estes Estados viraram um canteiro de obras inacabadas . Recorde em desmatamento, monocultura, recorde em tragédias ambientais que levam monte de gente pros hospitais com problemas pulmonares. etc..etc..etc.. Quem está muito bem na foto são as lideranças políticas, que estão bilionários. Novidade!!

Nós ja fizemos nossa escolha e vamos dizer NÃO aos poderosos empresarios que estão gastando milhões nesta campanha ( vai ver o quanto eles pagam pros seus funcionarios…) Vamos dizer NÃO aos politicos sem projeto, que só estão visando permanecer no poder à qualquer preço.

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49 Comentários

  1. Alberto Lima

    18 de agosto de 2011 - 22:00 - 22:00
    Reply

    anônimo

    agosto 18th, 2011 at 19:43
    Tu trabalhar pra Celpa e acha que é bem sucedido? rs… Tá bom.

    resposta:

    Aonde foi que eu disse que trabalho na Celpa??..rsrsr!!

    E desde quando essa empresa é a segunda maior empresa de energia do Brasil??..rsrsr!!

    Troque seu óculos!! Ou interprete direito o texto!!..rsrsr!!

    Celpa!! Segunda maior empresa de energia do Brasil!!! …iL! …iL! …iL!…rsrsr!!

    Eu ri muito disso!!..rsrsr!!

  2. anônimo

    18 de agosto de 2011 - 19:45 - 19:45
    Reply

    *trabalha

  3. anônimo

    18 de agosto de 2011 - 19:43 - 19:43
    Reply

    Tu trabalhar pra Celpa e acha que é bem sucedido? rs… Tá bom.

  4. Pablo

    18 de agosto de 2011 - 18:39 - 18:39
    Reply

    é claro que só dá pra ver os bem sucedidos, pobre nesse movimento é o que é bem difícil de ver! A não divisão do estado não vai mudar nada? não sei, mas tenho certeza que o SIM pra divisão vai mudar pra muito melhor…..a vida dos ricos da região!

  5. ALberto Lima

    18 de agosto de 2011 - 09:47 - 9:47
    Reply

    anônimo
    agosto 18th, 2011 at 1:20

    Da pra tirar uma lição dessa discussão; Os paraenses “nativos” (assim se intitulam) não estão nem aí pro Pará. Estão se lixando se o Pará só vai ficar com 30% do território, do PIB, etc… O que eles têm é um rancor, uma raiva, uma coisa assim inexplicável por eles serem mal sucedidos financeiramente e por alguns “forasteiros” que vivem no sul/sudeste terem recursos. Eles ficam cegos e só conseguem ver os bem sucedidos a frente do comitê Pró-Carajás. A NÃO divisão do Estado não vai mudar essa situação, os que já são bem sucedidos continuarão a ser bem sucedidos, e vocês… Bom, vocês vão continuar em Belém sem ligar para o Sul/Sudeste do Pará.

    resposta:

    Sou de Belém do Pará, sou engenheiro, sou pós-graduado, sou fluente em inglês, trabalho na segunda maior empresa de energia do Brasil, sou bem financeiramente e nunca tive problema algum, com região alguma no Brasil.

    E aí??
    Cadê a minha raiva dos outros???..rsrsr!!

    Quanta besteira cara!

  6. anônimo

    18 de agosto de 2011 - 01:20 - 1:20
    Reply

    Da pra tirar uma lição dessa discussão; Os paraenses “nativos” (assim se intitulam) não estão nem aí pro Pará. Estão se lixando se o Pará só vai ficar com 30% do território, do PIB, etc… O que eles têm é um rancor, uma raiva, uma coisa assim inexplicável por eles serem mal sucedidos financeiramente e por alguns “forasteiros” que vivem no sul/sudeste terem recursos. Eles ficam cegos e só conseguem ver os bem sucedidos a frente do comitê Pró-Carajás. A NÃO divisão do Estado não vai mudar essa situação, os que já são bem sucedidos continuarão a ser bem sucedidos, e vocês… Bom, vocês vão continuar em Belém sem ligar para o Sul/Sudeste do Pará.

  7. Pablo

    18 de agosto de 2011 - 00:03 - 0:03
    Reply

    Falou tudo ae Jorge, espero que isso sirva pra galera estudar mais geografia também e ver que Belém do Pará não é na Suíça, mas sim no bom e ferrado BRASIL!

  8. Jorge Taiguara

    17 de agosto de 2011 - 21:23 - 21:23
    Reply

    A democracia não é seguramente o melhor dos regimes politicos, porém entre os piores deve ser com certeza o melhor. Vejo aqui que alguns poucos, se revoltam, estribucham, quando os comentários aqui postados vão de encontro à as suas convicções ou predileções. Saber respeitar e conviver com os que pensam diferente, é uma prova de civilidade e de homenagear a democracia. Aos que pensam que Belém, é um paraiso, é bom saber que ela está em vias de completar 400 anos é padece de problemas crônicos, somente encontrados em cidades africanas de baixissima qualidade de vida.
    Não vou inumera-los por achar dispensável, e para não abusar de vossas paciências, mas Belém tem toda sorte de problemas que ja poderiam ter sido equacionados e resolvidos, se nós os paraenses tivessemos representantes probos, qualificados e comprometidos com o bem-estar de seu povo.
    Sou participe dessa corrente que defende que recursos existem sim, o que nos falta é gestão, porque desde o momento da elaboração dos projetos, la ja está embutido o percentual de propina, durante o tramite, até chegar na efetiva execução o que se ver é uma comilança desenfreada. Por quem? Pelos Srs. políticos, colocados la por nós, que ficamos a olhar de braços cruzados. Observem se em vossas cidades não é assim, se nos maiores empreedimentos por trás não esta um político ou seus laranjas.
    Enquanto o povo achar que isso é normal, os defensores do rouba mas faz, nosso estado continuará a servir para que essa gente se locuplete e o povo cada vez mais miserável.
    Nos unimos de 4 em 4 anos para torcer pela seleção, deveriamos também nos unir de 4 em 4 anos para banir da vida pública todo aquele politico que ja tendo sido eleito traiu o povo roubando seu suado dinheirinho.

  9. Anônimo

    17 de agosto de 2011 - 19:55 - 19:55
    Reply

    Peçam cópia do RG dos que postam aqui.São de onde?Este Claudio deve ser o primeiro.Nascido em Marabá???

  10. Alberto Lima

    17 de agosto de 2011 - 18:48 - 18:48
    Reply

    Hudson Jr

    agosto 16th, 2011 at 22:27

    (…) .. o GOVERNO DO PARÁ, não dá a minima para qualquer cidade que não seja BELÉM!

    Resposta:

    Para com isso Hudson! Marabá não é nenhuma favela!!

  11. Alberto Lima

    17 de agosto de 2011 - 18:46 - 18:46
    Reply

    Parabéns Karla!

    Palavras bem sensatas, bem colocadas e sem paixão!
    Apenas com razão!
    É isso que precisamos no Pará! União!!.. Pelo menos nesse momento!
    Como disse em posts anteriores: SE não for bom pra TODOS, não deve ser só pra ALGUNS!

    Voto 55! – Não a divisão do Estado do Pará

  12. Karla Maués

    17 de agosto de 2011 - 15:58 - 15:58
    Reply

    Karla a boca…opa…
    Essa Karla trabalha na rede social que o pessoal do Não está montando em Belém, segundo Sizenando de Alencar Bulhoza, que fez estágio no Plus School de Hobes, da Carolina do Norte, um dos milhares que fizeram parte da rede social de Obama, lembram.
    O mais interessante, disse Bulhosa, é que ela não existe, Karla Maués é um span, voces acreditam? Uma espécie de virus que é emitido em tudo que é assunto fazendo declarações estapafúrdias de todo tipo. Rs.Rs.Rs.

  13. Marabaense

    17 de agosto de 2011 - 13:55 - 13:55
    Reply

    Os argumentos de que o sudeste do Pará tem sido negligenciado pelo governo do Estado no decorrer da hitória, realmente procede, porém o histórico dos políticos que pleiteiam a emancipação, valha nos DEUS, caso o SIM prevaleça.

  14. Pablo

    17 de agosto de 2011 - 11:57 - 11:57
    Reply

    Cara, que argumentozinho chato e repetitivo esse de vcs hein, tá virando clichê “Você que deve andar de avião, que nunca veio ao sul do pará, que não anda em estrada ruim” vocês acham que Belém é aonde? na Suíça? Quanta baboseira eu vejo aqui, se não tem argumento é só admitir po, agora vir com essa historinha toda vez que alguém dizer que é contra, é pagar demais na minha mente. Nunca andei de avião, nasci no sul do Pará e hoje moro em Belém mas todas as férias to aí e aqui em Belém o meu bairro é muito pior do que qualquer lugar que vocês possam morar por aí em termos de segurança, saúde, estrada ou qualquer outro item que vocês queiram debater.

  15. Claudenor Peixoto

    17 de agosto de 2011 - 00:57 - 0:57
    Reply

    Ô “Paraense com muito orgulho”! Quando voce diz viajar pelos municipios vizinhos…Ou voce viaja de Avião para esse municipios ou de jumento pra não ver um dos problemas que se vem tendo a décadas: Falta de estradas e manuntenção das mesmas. Nos poupes dessas palavras frívolas. Ja se percebeu que voce é mais um patriotra cego que não quer ver do que um que conheça sua realidade.

  16. Carlos

    17 de agosto de 2011 - 00:52 - 0:52
    Reply

    Nossa, Karla, Jatene fez tudo isso por Santarém? Deixa eu ver as obras que ele fez por Marabá… Hmm, peraí… É, nenhuma. Opa, lembrei de uma, comprou um hospital do Senhor Demétrius Ribeiro (coincidentemente do PSDB também) e o transformou em Hospital Regional.

  17. Pablo

    16 de agosto de 2011 - 23:09 - 23:09
    Reply

    Carlos

    De maneira nenhuma, mas quando se tem uma influência direta na opinião do dito povão, como eu pude identificar quando estive em Rondon do Pará eu posso chamar de alienação. Pelo que eu vi, é um movimento muito mais estimulado pelos fazendeiros, empresários e madeireiros do que de iniciativa própria da população, lá em rondon só se vê carrão com a bandeira do Carajás, sem interesses pessoais né… brincadeira é isso!

  18. Gilberto leite

    16 de agosto de 2011 - 23:07 - 23:07
    Reply

    Novamente me reporto a Carla Maués, acho que voce está na cidade errada, teu lugar é em Belem junto com seu pessoal citado no blog neste debate, outro assunto interessante voce não conhece o Pará de hoje e muito menos o Tocantins, Amapá e outros estado citados, portanto se quiseres poderemos fazer um debate de alto nivel no campo das ideias, projetos, criação de estados, municipiose por ai vai. Gilberto Leite

  19. Hudson Jr

    16 de agosto de 2011 - 22:27 - 22:27
    Reply

    Sim Karla, pelo que entendi você ta preocupada é com os empresários que ficarão mais milionarios? Ah não egoísmo da sua parte… Deixa o povo ficar mais rico sim! aproveite as oportunidades e fique também.. agora oque não vou concordar é com seus argumentos que a população de forma geral não vá se beneficiar, principalmente a desta região.. porque minha querida.. uma coisa tenho certeza.. o GOVERNO DO PARÁ, não dá a minima para qualquer cidade que não seja BELÉM!

  20. Karla Muaés

    16 de agosto de 2011 - 21:12 - 21:12
    Reply

    Boa noite Sr Claudio Pereira Filho, tens toda razão quando te indignas diante de tantas obras empacatas. Aqui também isso muito nos entristece! Mas tente ler os argumentos do Sr. Promotor Luis Gustavo Luz Quadros.
    Se quiser mais detalhes, mais dados técnicos, que comprovem a destruição do estado do Pará e a inviabilidade do Carajas e Tapajós, basta entrar no site do IPEA e IDESP. Com certeza eles estão mais gabaritados para dar-lhe as informações necessárias.
    Mas nao se faça de cego por favor. Contra os fatos nao existe argumentação. Ponha nessa sua cabecinha inteligente que nosso problema nao é dividir e sim eleger bons gestores. Precisamos de Gestão e nao divisão, gente!
    Neste momento nós estamos pessimante representados! Pesquise quantos processos nossas lideranças politicas estão respondendo!??
    Como é que eu vou votar pra criaçao de um estado que ja nasce infestado de fichas sujas??? De onde vem as verbas para conclusão de todas as nossas obras necessárias, senao das emendas que estes fichas sujas NÃO trazem pra ca? Bem..temos muito empresarios mlionarios aqui, quem sabe deles virão as verbas , heim? rs rs rs rs Sem verbas nao tem obra , pense nisso!
    Ao Sr Carlos, quero dizer que o Sr Jatene fez uma excelente gestão sim e fará mais e melhor ainda, se deixarem. Mesmo sem a ajuda dos parlamentares que NÃo fazem nada para ajuda-lo!
    Trouxe pra Santarem um Hospital regional referência nesta região. Pena que a sua substituta nao conseguiu dar continuidade ao seu trabalho. Problema de GESTÃO! Hemopa, corpo de bombeiros, curso de medicina , pavimentação da PA 433, facilitando o acesso à Aramanari, preparação da Pa 457, hum deixa eu ver que mais….hummmmm reconstrução da ponte sobre o rio Mojuí..Eu so acho que ele deveria desconcentar essas obras…centro de convenção em Santarem?? Não …não não..eu faria em Altamira por exemplo..Mas enfim o importante é que ele esta fazendo . Isso é Gestao! Pense nisso!
    Boa noite ! durmam bem!

  21. Jorge Taiguara

    16 de agosto de 2011 - 20:04 - 20:04
    Reply

    Bom seria se tivessemos, mais jovens com a consciência da srta. Karla.
    Emperdenida defensora daquilo pelo qual ela acredita, apesar de sua pouca idade em relação aos srs., que se julgam arautos do conhecimento e da moralidade, ela tem se revelado uma verdadeira guerreira.
    Com seu jeito simpático e voluntarioso, ela da muito bem o seu recado, sem se importar o que os outros pensam ou vierem a pensar.
    Parabens Karla ou é Katarina kkkkkkkkkkkkkkkk

  22. Carlos

    16 de agosto de 2011 - 16:54 - 16:54
    Reply

    Quer dizer então, Pablo, que quem diverge da sua opinião é alienado? Brincadeira

  23. Kpnup

    16 de agosto de 2011 - 11:21 - 11:21
    Reply

    Parabéns pelo texto Karla. Estamos com vc e vamos votar “55”, não à divisão.

  24. Paraense com muito orgulho

    16 de agosto de 2011 - 11:03 - 11:03
    Reply

    Vejo com muita alegria que à medida que se aproxima o plebiscito as pessoas vão se concientizando da importancia de permanecermos unidos. E acrescento mais: moro em Marabá, onde nasci e constitui familia,. Viajo muito pelos municipios vizinhos e tenho me surpreendido com as manifestações anti-separatismo da maioria que entendo não aceita o canto da sereia dos irmãos separatistas. Elas, as manifestações do povão, vem de maneira espontanea e consciente, pra minha surpresa, (agradavel). Isso prova o quanto o movimento do “sim” está elitizado. Os maiorais da grana e detentores de cargos públicos, todos, sem excessão são a favor da separação, esses são os “cabos eleitorais” que vivem distantes dos anseios da grande maioria da população e por estarem a favor de uma causa o povo que os conhecem bem e por eles tem sido usados, expontaneamente se manifestam contra o que eles defendem, simplesmente (vários) como forma de impedirem suas aspirações pessoais e políticas. Que bom vivenciar isto! vamos vencer. O Pará vai vencer. Vamos continuar PARAENSES COM MUITO ORGULHO!!! Se 7 é conta de mentiroso, imaginem em dobro. O Não vai ganhar tambem aqui. Agradeço o espaço e a publicação.

  25. anônimo

    16 de agosto de 2011 - 10:44 - 10:44
    Reply

    Ao inigualável democrático blog HB, primeiramente.

    Na qualidade de marabaense da gema e de quem transcreveu ” o Pará grande, como ele é hoje”, registramos neste espaço democrático os nossos agradecimentos ao Dr. Luiz Gustavo, promotor de Justiça e ao blog matosdomundo.spaceblog.com.br

    Cego não é aquele não vê (deficiência visual), mas aquele que insiste em não vê (cego do mundo real).

  26. Claudio Pinheiro Filho

    16 de agosto de 2011 - 10:28 - 10:28
    Reply

    Meus argumentos são para debatermos. Karla Maués e Katede Saura.

  27. Claudio Pinheiro Filho

    16 de agosto de 2011 - 10:24 - 10:24
    Reply

    Vejo também que você citou o estado do Amapá. Pergunte aos cidadãos amapaenses se eles desejam voltar a ser território.
    O remédio ou fortificante da corrupção, não são os desmembramentos ou novos cargos políticos, mas, a ignorância da população. Falta instrução nesse País.
    O desenvolvimento vem em cadeia, se é melhor para alguns, significa melhoria para vários. Não existem grandes empresários sem grande mão de obra. Deixe de lado a ciumeira.
    Dou-te como exemplo, as grandes obras do Governo Estadual, que são realizadas por empreiteiras da capital- Eles dizem que são a cabeça pensante desse estado. Veja onde a eles nos levarão e como se referem a nós
    A discussão não é tão simplória. Não existe não cuspa no prato que já comeu ou infantilidades desse tipo. A realidade é mais cruel.
    Não existe nativo paraense ou amazonense ou o que quer que seja. Somos brasileiros. E é previsto na constituição a liberdade, salvo em tempos de guerra, de ir e vir a qualquer lugar desse gigantesco País. Por tanto, não existem forasteiros.
    Temos que lutar por mais investimentos Federais. Mais recursos devem ser destinados ao Norte desse País. Enquanto nos digladiamos por migalhas, o Sul e Sudeste se debruçam sobre as riquezas criadas aqui. O Motivo é simples: falta de bancada no congresso nacional.
    O Norte tem a menor bancada na Câmara Federal. Por consequência, menor poder de pressão política.
    Cláudio Pinheiro Filho, brasileiro, nascido em Marabá, Estado do Pará.

  28. Carlos

    16 de agosto de 2011 - 09:49 - 9:49
    Reply

    Parei de ler o que a Karla escreveu depois que li que temos um EXCELENTE Governador, que fez muito pelo interior do Pará no primeiro mandato e fará mais ainda no segundo. Não se faz esse tipo de brincadeira em hora séria.

  29. Claudio Pinheiro Filho

    16 de agosto de 2011 - 09:21 - 9:21
    Reply

    Cara katede Saura!

    Gostaria, só por curiosidade, que você enumerasse esses investimentos que ao longo dos anos os Governantes paraenses fizeram nessa região. Quais?
    Não podemos deixar de citar, lógico, que a Alpa teve participação do Governo do Estado. Porém, não deixe de salientar que é um investimento privado, patrocinado pela Vale.
    A hidrovia Araguaia/Tocantins e o porto no município de Marabá, esses sim, são obras que devem contar com recursos do Governo do Estado, apesar de que a maioria vem do Governo Federal. Contudo, não sei se você acompanha esses emprendimentos, sinto lhe informar que eles estão parados, devido a prioridades de Governo, como: Copa do Mundo, Olimpíadas…
    Outro motivo é que o Governo Estadual, simplismente, perdeu os prazos para o início da obra, e os recurso para a contrução do porto tem que ser empenhados novamente. “Santa tartaruga”. Não há copmprometimento para o desenvolvimento dessa região.

    Eclusas: Governo federal. Construída em tempo “record” de 30 anos. Rrsrsrsrsrsrsr.
    Escolas/Hospitais/ Estradas/ Segurança Pública/ Saneamento Básico… Enfim, nada!
    Cite alguns investimentos que somaram para o desenvolvimento dessa região? Gostaria de me informar.
    O debate não pode discorrer em cima de temas bairristas. Deve ser técnico, embasado por dados. Como fez o senhor Ítalo Ipojucan.
    Temos o dever de enriquecer nossos argumentos e parar com essa bobagem de “Pará grande e unido”. Isso realmente não existe.
    Outro ponto, é a besteira de que com a criação dos estados, estaremos criando mais cargos para maus políticos. Como se já não existissem os tais, ou que eles só apareceriam caso os Estados fossem formados. O que muda a qualidade dos políticos não são os desmembramentos de Estados, mas o conformismo e corrupção do povo, que respectivamente, não toma atitude alguma ou vende seu voto. Essa é a realidade. Quem elege maus políticos somos nós, não uma divisão geográfica.
    Vamos parar de brincar com coisa séria e elevar o nível da discussão.

  30. katede saura

    16 de agosto de 2011 - 06:59 - 6:59
    Reply

    Bons exemplos de político. O deputado federal mais votado de Brasilia, protocolou na Camara Federal requerimento abrindo mão de uma série de mordomias – das muitas que compõe o vasto cardápio de deputados e senadores – . A isso se chama bom exemplo e preocupação com o bom uso do dinheiro público.
    Esses políticos com mandato, ávidos pela criação de novos estados, fariam um bem muito grande a causa pública e as suas biografias, seguindo o mesmo exemplo do nobre colega de Brasília. E olha que eu não estou nem pensando que o pano de fundo de todo interesse desses politicos que lutam pela divisão seja a avidez por cargos, verbas, mordomias e “boquinhas”.

  31. katede saura

    16 de agosto de 2011 - 06:41 - 6:41
    Reply

    Engraçado o nosso Brasil. Nos tempos da inflação, não sabiamos como controlar a subida dos preços, mas fomos pródigos em criar padões monetários. Primeiro foi o réis, depois cruzeiro, cruzeiro novo, cruzeiro de novo, cruzado, cruzado novo, cruzado de novo e finalmente o real. Enquanto a maioria de paises estáveis tem a mesmo padrão monetário por centenas de anos, num intervalo de sessenta anos tivemos pelo menos 08 (oito padrões).
    O mesmo podemos dizer de constituição. De repente, fazer uma nova constituição é o remedio para todos os nossos males. Desde a nossa Independencia foram mais de cinco. A última é uma constituição robusta, massuda e que de 1988 para cá já sofreu algumas dezenas de emendas. Só para lembrar. A constiuição americana tem mais de 200 anos e algo em torno de 20 emendas. Vinte emendas em mais de 200 anos.
    Agora a moda é criar novos estados. E com eles, dizem os pais da idéia (politicos que vão pegar os cargos criados e empreiteiras, que vão pegar as obras) virão a Justiça, o progresso, os empregos a prosperidade. Para nós, que não vamos pegar as “boquinhas” virão as contas para pagar.
    Querem mais exemplos do que nos espera com a criação de novos estados? Hoje mesmo, 16/08/2011 uma das manchetes do jornal O Globo é: Amapá, terra fértil em fraude com dinheiro público. Em oito anos, estado assistiu a 39 operações da PF, com 308 presos. O estado é novo. Agora os políticos e as práticas……….
    Os políticos, pais da ideia só não explicam como esses novos estados vão superar as graves questão (essas sim reais, que estão em toda parte) de infra estrutura do Brasil. O pais como um todo carece de boas escolas, saneamento, estradas, segurança, justiça. Sobra-nos corrupção, impunidade, desperdício do dinheiro público, senso de prioridades.
    Será que vamos resolver nossos problemas com mais políticos (todos iguais aos que ai estão)

  32. Karla Muaés

    15 de agosto de 2011 - 23:16 - 23:16
    Reply

    Opa ! Opa! Opa, so voltei para agradecer , me solidarizar e fazer minhas as palavras dos carissimos Jorge Taiguara, Katede Saura, Paulo Lima, Luis Sergio Cavalcanti, Fabio, Pablo e as brilhantes informações prestadas pelo Sr. Promotor Luiz Gustavo da Luz Quadros.
    São informaçoes que todos devemos prezar e refletir!
    Aqui em Santarém aquele que gosta de uma rinha de galo vai ter muito trabalho viu!
    Um abraço!

  33. Karla Muaés

    15 de agosto de 2011 - 22:53 - 22:53
    Reply

    Carissimo Italo Ipojucan e outros que me chamaram ate de Catarina.rs rs rs rs calma Srs…., reconheço seus argumentos! Devo ter metade da idade dos Srs. e por esta razão com toda certeza, nao tenha ínfima parte dos seus prodigiosos conhecimentos. E muito menos o saldo na conta bancária rs rs rs…Quero lhes agradecer pelas informações recebidas. Entretanto continuo a ter uma idéia simplista e pragmatica da tragédia que será a possivel destruição do Estado do Pará e a criação do Tapajós e Carajás. Este é o pior momento político e econômico para se fazer este plebiscito!
    Logo agora que um vasto numero de projetos estão sendo implantados no Pará; logo agora que nós, nativos, vislumbramos todas as posssiblidades para conseguir um brilhante emprego sem nos afastar de nossa familias; justo agora que uma enorme crise econômica se abate no mundo todo e com toda certeza respingará ate no alto Xingu; justo agora que temos de volta um excelente Governador determinado a realizar grandes obras estruturais principalmente no interior…,(como ja fez no primeiro mandato, só cego não reconhece) eis que … mega empresários e politicos resolvem tomar tudo pra si. Ou os Srs . querem que realmente acreditemos que estão pensando na população?!! Isso é muito serio pra se levar na brincadeira.
    Com a destruição do Estado do Pará e a criação dos Tapajós e Carajás, (Deus me livre e quarde) todos os projetos serão paralizados e terão que se adequar á nova realidade. Para os mega empresários que fizeram fortuna aqui e ja estão montados no dinheiro isso não fará muita diferença, mas pra nós, pobres mortais, será um tempo irrecuperável..
    Ai começará uma grande briga por cargos politicos, afinal serão em torno de 98 grandes “caciques”., e seus espetaculares apaninguados de ávidos e sequiosos bajuladores, quase todos de fora do Estado obviamente ! E nós??? Ahh quem manda ser nativo?!!! Longe do poder só nos restará constatar perplexos a grande burrada que fizemos. Ai será tarde, O poder estará nas mãos de quem? Improbidade adminstrativa. abuso do poder economico…hummmm…. um deles foi ate detido numa rinha de galo … pasmen carissimos..pesquise a folha corrida deles que esta rolando na internet…Eu voto NÃO para o Tapajos e muito menos pro Carajas.
    Voto NÃO contra empresarios e politicos milionários que saberão perfeitamente triplicar suas fortunas às custas do nosso despreparo.
    E é por esta razao que sempre peço a todos os nativos , que estudem e se preparem pra ocupar cargos nos projetos hidrelétricos e minerais e que cobrem mais dos politicos que infelizmente elegemos e pouco fazem por nós.
    Quem planta tempestade …boa coisa nao vai colher viu!
    Eu sou pela PAZ, pela UNIÃO e NÃO pela divisão
    E não é bom ficar cuspindo no prato que te alimentou… Isso tem jeito de ingratidão carissimo!
    Boa noite a todos e boa semana!

  34. Ademir Braz

    15 de agosto de 2011 - 22:13 - 22:13
    Reply

    Muito bem, dona Karla!!!
    Belo falatório!
    Carradas de razões!!!
    Parece que faltou alguma essencialidade, né? Mas, deixa pra lá.
    Porque agora não dá pra discutir.
    Estamos ocupados. Construindo um novo, mais forte e mais justo Estado – o Estado de Carajás.
    Dá pra desculpar o incômodo?

  35. Jorge Taiguara

    15 de agosto de 2011 - 21:33 - 21:33
    Reply

    Caro Hiroshi, permita-me cumprimentar pelo magnifico blog.
    Venho acompanhando com especial interesse esses comentários aqui expostos, onde tem pontuado a manifestação livre de opiniões.
    Como paraense da gema me vejo impelido também a dar minha modesta opinião, porque se os de fora e que aqui chegaram com uma mão na frente e outra atrás, se manifestam, entendo que também eu como caboclo nativo dessas paragens, tenho todo o direito de me manifestar.
    Vejo que esse assunto da separação está prenhe de interesses outros, que não o da melhoria da qualidade de vida de nosso povo.
    Os que clamam pela separação, estão de barriga cheia e querem sim, poder e influência política, para com isso aumentarem mais seus poderes e por conseguinte dobrarem suas fortunas.
    São pessoas que pensam que só eles são capazes de fazer algo pelo nosso querido Pará, enganan-se, pois quando aqui chegaram, ja encontraram as condições para que desenvolvesem sua atividaes, não são desbravadores, como tentam posar, pelo contrário foram é muito ajudados pelo esforço e tenacidade de nossos nativos, que em troca agora estão vendo os srs, quererem a todo custo lhes tirar até a naturalidade.
    Podem observar quem são os idealizadores dessa conspiração, se não são gentes que aqui chegaram sem um palmo de chão, e que agora se arvoram a dividir o que eles não criaram.
    São uns ingratos isso sim, é como você acolher alguém em sua casa e depois que essa pessoa se acha acolhida, querer lhe botar de casa pra fora sob alegação que você não sabe cuidar de sua casa.
    Nosso momento é de união, logo agora que o estado criou condições para receber investimentos de toda sorte, projetos megalomanos, condições estruturais e estruturantes, não, não é hora para cisanias e ou beligerâncias,precisamos sim é de somar esforços, para nos desenvolvermos com intelgência e tomarmos conta desse patrimônio, desse legado que a mãe natureza nos deixou, sem perguntar se somos daqui ou de alhures.
    Queremos sim um Pará pujante, ordeiro, com igualdade de oportunidades para todos, que possamos nos orgulhar de sermos filhos dessa terra abeçoada por Deus.
    Pará eu te quero grande!

  36. katede saura

    15 de agosto de 2011 - 20:56 - 20:56
    Reply

    Os estados mais desenvolvidos dos Estados Unidos são justamente os de mais extenso território. E o mais curioso é que geralmente a capital desses estado fica longe das cidades mais desenvolvidas. A California que tem um dos 10 maiores PIB do mundo tem como cidades mais importantes San Franciso, Los Angeles e San Diego maws a capital é Sacramento. Outro estado rico e grande Texas. Cidades principais Huston, San Antonio, Dalas. A capital e Austin. Quem faz um pais, um estado ou um municipio rico não são governadores, senadores, vereadores, deputado e sim empresas produtoras de bens ou serviços. Não interessa onde estão os governos e sim se esses governos são eficientes ou não.
    Outra coisa. O Canadá é um dos paises que tem um dos maiores indices de desenvolvimento humano. Apesar de ser tão grande quanto o Brasil é dividido em 10 (dez) territórios – o equivalente aos nossos estados. Idem a Australia que só tem seis territórios.
    Para vermos abandono da população por parte dos governantes não precisamos procurar regiões remotas de estados gigantescos. Será que a população da favelas cariocas se semtem amparadas pelos governos do estado e do município?
    Quem não se lembra do episodio da mortandade de recem-nascidos na Sta Casa de Belém? Em plena capital do estado, bem perto dos governos do estado e do município. Uma das regiões mais violentas do Brasil fica a menos de 40 (quarenta) km da capital federal. Nas periferias de todas as capitais brasileiras tudo o que se ve é abandono, descaso, maltratos da população – sempre pobre.
    O Nordeste brasileiro é a região que concentra os menores estados brasileiros. Seriam eles bem governados? Por que então concentra tanto estado pobre?
    O Tocantins e o Mato Grosso do Sul, são frutos de divisão de estado. São regiões prósperas e que se desenvolveram muito nos últimos anos. Seria fruto da divisão? NÂO.
    Algumas regiões do Brasil se desenvolveram muito nos últimos anos e estão localizadas em estados que não foram divididos. Exemplo: Triangulo Mineiro, Sul de Minas, Campinas em SP e diria mesmo o Sul do Pará.
    Vamos falar agora nos custos de uma divisão. Teriamos mais seis senadores, pelo menos mais 20 deputados federais, assessores parlamentar, desembargadores, juizes. Sem contar os custos da construção de palácios, camaras, assembleias.
    Seria o “ceu” para os politicos. Precisa falar quem pagaria a conta? Hoje já temos mais deputados federais que os Estados Unidos e a camara federal mais dispendiosa do planeta. Não seria melhor investir o que se gastaria com esses novos deputados em escolas, estradas, hospitais, saneamento, portos, presídios.
    Os índices mundiais que avaliam a eficiencia do ensino em todos os níveis apontam o Brasil como um dos paises de desempenho mediocre. Em alguns desses índices ficamos muito atras de paises africanos. Não temos nenhum destado nem mesmo na America do Sul. Será que os “novos” estados vão se desenvolver ostentando esses índices.
    Entre os paises emergentes (India, Russia, China e Brasil) nos nos chamamos a atenção como os dententores das marcas mais negativas no item infra-estrutura. Com uma dimensão continenal, não temos estradas de ferro.
    E olha que não quero nem falar em nossa carga tributária – a maior do planeta.

  37. Luis Sergio Anders Cavalcante

    15 de agosto de 2011 - 19:56 - 19:56
    Reply

    Na linha de pensamento do Fábio às 18:36 hs., estou pensando com quem ficarão os cargos Governador, Vice, Prefeito, Senadores, Dep. Federais etc… Já imaginaram os atuais políticos que temos na região, ocupando essas estratégicas cadeiras : Geovanni Queiroz representante dos grandes latifundiários, Tião Miranda (novo-rico após 7 anos como prtefeito), Julia Rosa, Vanda, Miguelito etc… como Senadores, Maurino Dep. Federal, Ismaelka Dep. Federal, Gerson Badeco Dep. Estadual, Antonio Ótica Dep. Estadual e vai por aí…. Opa, Opa, Ufa, Ufa. Foi um pesadelo, gente, daqueles horríveis com nuances de filme de terror. Graças a Deus acordei. Em 15.08.11, Marabá-PA.

  38. fabio

    15 de agosto de 2011 - 18:36 - 18:36
    Reply

    quanto à divisão do estado do Pará caro Hiroshi minha curiosidade é saber com quem vai ficar as dívidas bilionárias do estado do Pará?Caso seja dividida entre os três estados eu concordo com a divisão!

  39. Antonio

    15 de agosto de 2011 - 17:45 - 17:45
    Reply

    Dona Catarina, a senhora tem todo o direito de ter ou até mesmo não ter escolha nenhuma a esse respeito. Mas, antes de fazer qualquer comparação vá ao vizinho estado de Tocantins e confira em loco o progresso em todos os cantos do estado e, faça uma pesquisa se o povo quer voltar a depender de Goiás.

  40. Paulo Pereira

    15 de agosto de 2011 - 16:29 - 16:29
    Reply

    Caro Hiroshi.

    O defensores da geração de empregos para a horda de tocantinenses que invadiu e planeja invadir esta parte do Pará (basta ver que a ACIM contratou um deles para fazer o proselitismo separacionista), são tão emocionais, que nem chegam a ler com um mínimo de atenção a opinião dos que são contrários e saem logo atirando em todas as direções.A moça que se manifestou sobre o Tapajós chama-se Karla e não sei como leram o nome de Catarina contra quem passaram a vociferar e investis raivosamente.Assim, destilando antecipadamente tal ódio não irão a lugar nenhum, quem sabe a um enfarte após o resultado negativo do plebiscito.

  41. Paulo Pereira

    15 de agosto de 2011 - 16:16 - 16:16
    Reply

    Caro Ademir.

    O defensores da geração de empregos para a horda de tocantinenses que invadiu e planeja invadir esta parte do Pará (basta ver que a ACIM contratou um deles para fazer o proselitismo separacionista), são tão emocionais, que nem chegam a ler com um mínimo de atenção a opinião dos que são contrários e saem logo atirando em todas as direções.A moça que se manifestou sobre o Tapajós chama-se Karla e não sei como leram o nome de Catarina contra quem passaram a vociferar e investis raivosamente.Assim, destilando antecipadamente tal ódio não irão a lugar nenhum, quem sabe a um enfarte após o resultado negativo do plebiscito.

  42. Brasileiro

    15 de agosto de 2011 - 15:27 - 15:27
    Reply

    Eu voto pelo Sim.

    Em São Paulo a cidade é tão grande (diferença de área e terreno) que criaram um sistema de sub-prefeituras para que a governabilidade fosse possível. Já no Pará quantas sub-governadorias existem para cuidar de um terreno grande e difícil? A resposta é nenhuma justamente em uma área que devia funcionar minimamente mas ainda imagina que a capital do Brasil é o Rio de Janeiro. Quer dizer que os caras não se dignaram nem a oferecer o alívio que seria uma sub-governadoria.

  43. anônimo

    15 de agosto de 2011 - 14:39 - 14:39
    Reply

    Aproveitando o espaço democrático, transcrevo matéria do Exmo. Sr. Procurador, abaixo subscrito, com a fonte consultada:“

    O Pará grande, como ele é hoje
    Fonte: matosdomundo.spaceblog.com.br/

    POPULAÇÃO X TERRITÓRIOS: Há um equívoco quando dizem que o estado é muito grande por isso tem que dividir. Estes novos estados teriam uma população muito rarefeita, sendo que os dois teriam uma população menor do que o município de Belém, excluindo região metropolitana (Ananindeua, Marituba e Benevides, santa Isabel e Santa Bárbara). será razoável um gasto tão grande para, em tese, beneficiar uma população bem pequena? Ressalte-se que criação de estados por si só, não gera riqueza, apenas para alguns. Vejam a região Nordeste (MA, PI, CE, RN, PB, PE, SE, AL,BA) é a região mais pobre do Brasil, enquanto que a região sul (RS, SC, PR) é a mais desenvolvida social e economicamente.
    RIQUEZAS NATURAIS: Quando o capitão-mor FRANCISCO CALDEIRA DE CASTELO BRANCO no ano de 1616 fundou o povoado de Santa Maria de Belém do Grão-Pará, estas riquezas naturais (Serra dos Carajás), Rio Tocantins (Tucurui) Rio Xingu (Belo Monte), Rio Tapajós (Alter do Chão) entre outras já pertenciam a Provincia de Grão-Pará e Maranhão. Assim, não se sustenta o argumento daqueles que chegaram no Pará, durante a colonização da Amazônia, de que essas riquesas seriam suas e que Belém se apropria delas, sem dar retorno para essas regiões.

    AUSÊNCIA DE PARAENSES NO SUL DO PARÁ – Um dos argumentos dos separatistas é de que na região de Carajás não teria paraenses. Esta informação é equivocada. O último censo do IBGE listou a origem dos habitantes do Sul do Pará. O maior contingente populacional são de nascidos no estado do Pará (40%), em 2º lugar, Maranhense (20%), 3º Tocantinenses, 4º goiano etc. A grande confusão dos separatistas é afirmar de que existem poucos paraenses no Sul, na verdade, existem poucos belenenses nestes lugares, a maioria ocupantes de cargos públicos. Em uma reunião na cidade de Redenção na época, quando eu respondia lá, foi levantada esta situação, de que existem poucos paraenses no Sul do Pará. Tinha um mineiro, um paulista e um goiano e eu questionei quais deles eram oriundos de suas capitais de seus respectivos estados. Nenhum!!!!!!!! Era de capital de estado, e sim do interior!!!!, apenas eu era oriundo de Belém.

    DIFERENÇA CULTURAL – UM dos argumentos é de que existem diferenças culturais entre o sul do Pará e o resto do Pará. Outra informação equivocada, somente de Xinguara pra baixo e pro lado direito com destino até Saõ Félix do Xingu, que a cultura é diferente, pois Marabá, Parauapebas, Tucurui a cultura paraense é dominante ou muito relevante, além do quê este fato por si só não justifica a criação de um estado.

    INTERESSE PESSOAL X INTERESSE COLETIVO – um dos aspectos que se observa, é que algumas autoridades destas áreas efetua um raciocínio dentro de uma perspectiva individual (o que eu ganho com a separação?) do que propriamente o interesse coletivo. Em uma audiência eleitoral na comarca de Curionópolis, os advogados de Parauapebas e Marabá estavam comentando acerca da distribuição dos Cargo s no futuro estado do Carajás. Lá foi dito que o atual prefeito de Parauapebas, Darci seria conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Governador seria Asdrúbal ou Giovani, sendo uma vaga de senador seria para um deles. O prefeito de Curionópolis Chamonzinho seria dep. Federal. Em Marabá, alguns juízes estão eufóricos com a possibilidade de virem a ser desembargadores, inclusive uma já se intitula futura presidente do TJE/Carajás ou desembargadora. Alguns advogados já estão fazendo campanha pela separação para entrarem pelo quinto constitucional como desembargadores ou entrar como Juiz do TRE/Carajás. Questiono onde está o interesse público tão almejado?

    PLEBISCITO – A legislação é clara sobre quem seriam os eleitores do plebiscito. A população diretamente interessada (art. 18, §3º da
    Constituição Federal) A legislação ordinária já regulamentou o tema. Art. 7º da lei nº 9709/98. In verbis:

    “Art. 7o Nas consultas plebiscitárias previstas nos arts. 4o e 5o
    entende-se por população diretamente interessada tanto a do território
    que se pretende desmembrar, quanto a do que sofrerá desmembramento;
    em caso de fusão ou anexação, tanto a população da área que se quer anexar
    quanto a da que receberá o acréscimo; e a vontade popular se aferirá pelo percentual que se manifestar em relação ao total da
    população consultada.”

    PLANEJAMENTO DO DESENVOLVIMENTO – Entendo a relevância deste debate, pois as mazelas que existem no interior do estado devem ser enfrentadas para se propiciar maior cidadania e dignidade a estas populações. A mera divisão territorial não é o remédio adequado para sanar subdesenvolvimento. O Jornal “FANTÁSTICO” apresentou matéria especial acerca do lugar mais violento do Brasil, com índices de taxas de homicídio superior a regiões que estão em guerra, perdendo apenas para Honduras. É a região do Entorno do DF (estado de Goiás) onde a pobreza é alarmante, os médicos pediram transferência ou exoneração, postos de saúde fechados e a PM de Goiás tem medo de trabalhar lá. Fica apenas 40 quilômetros do Palácio do Planalto (Casa da Dilma), distância equivalente entre Belém e Santa Isabel. E 60 quilômetros de Goiânia, distância equivalente entre Belém e Castanhal.
    Constatem que no centro político do Brasil existe esta região carente de políticas públicas, o que rechaça os argumentos dos separatistas, de que a pobreza do interior do Pará seja decorrente da distância de capital Belém. No meu entendimento, o que falta é melhorar a gestão da administração pública, devendo atuar com mais agilidade e competência, combater a corrupção e os vícios dos serviços públicos, e aumentar os investimentos na Educação, Saúde e Segurança Pública, com maior capacitação dos profissionais da área e melhorias salariais e das condições de trabalho. Creio que atuando desta forma, existem chances concretas de resgate da dignidade dessa população do interior e de todo o Estado do Pará.”

    Gurupá, 11 de junho de 2011.
    LUIZ GUSTAVO DA LUZ QUADROS
    PROMOTOR DE JUSTIÇA TITULAR DE GURUPÁ

  44. Hudson Jr

    15 de agosto de 2011 - 12:45 - 12:45
    Reply

    Vou apelar para o grande filósofo TIRIRICA, vote SIM a divisão pois “Pior do que tá não fica!”

  45. anônimo

    15 de agosto de 2011 - 12:32 - 12:32
    Reply

    Fala sério, gente boa!

    Usar desses argumentos é desconhecer o que se passa nos arredores de Brasília e outras capitais dos Estados brasileiros.

    Dividir o Piauí, essas cabeças pensantes e elitizadas não querem.
    Desde quando o povo e os problemas brasileiro foi preocupação de político ou empresários.

    sou marabaense e voto com o povo: VOTO NÃO.

  46. Claudenor Peixoto

    15 de agosto de 2011 - 12:14 - 12:14
    Reply

    Dona Catarina a senhora não acha complicado as pessoas remeter uma idéia observar direto da fonte o que realmente está por trás dos acontecimentos como dessa divisão territorial?. Veja primeiramente o por que de cada situação antes de julgar como se fosse o dono ou a dona da verdade, claro respeitanto a liberdade de expressão, porém não se tornando alienada a idéia de quem escreve. É necessário ter visão e desejo. Querida amiga dona Catarina e amigos leitores vejamos aqui a idéia de alguém que só tem a visão mais não tem o desejo que as coisas acontece o que é raro pois a maioria das pessoas da qual conheço tem o desejo, porém não tem a visão, e VISÃO E DESEJO precisam caminhar juntos. Vejamos a visão dela de observar que não é hora de lutar por algo que começou na década de 80 e só agora estamos tendo a oportunidade de poder dizer pra todos que desde 80 somos esquecidos pelos Governo que assumem e assumiram o estado. Esperar ? Esperar o que? o que a senhora esperaria de alguem que está ao seu lado e não cuida da senhora, não observa suas necessidades, não conversar com a senhora sobre seus problemas? É no minimo ser “Mazoquista”.Portanto dona Catarina coloque o DESEJO da mudança aliando à sua visão das coisas, isso traz resultados.
    Quero dizer que está luta caso seja sim ou não não acabará agora, essa divisão acontecerá ou mais cedo ou mais tarde, cabe a nós ter o desejo ardente intríseco dentro de cada um de nós a começar por quem mora aqui de lutar. Vamos lutar pela divisão até ela acontecer.
    Essa luta me lembra um refrão de uma musica marcante “VEM VAMOS EMBORAR ESPERAR NÃO É SABER QUEM SABE FAZ A HORA NÃO ESPERA ACONTECER. Junte-se a nós Dona Catarina pois a senhora deve ter filhos que lhe darão netos e bisnetos. Eles precisarão de um legado, de uma herança, com certeza poderá ser TAPAJÓS E CARAJÁS, Que Deus lhe abençoe e lhe ilumine.

  47. vagner

    15 de agosto de 2011 - 11:41 - 11:41
    Reply

    Se eu fosse de Belém, provavelmente tbem votaria contra, porém, qro uma administração mais perto de mim, talvez fique ‘menos pior’ do q já está!!
    um abraço!!

  48. italo ipojucan

    15 de agosto de 2011 - 10:48 - 10:48
    Reply

    Lamento muito seu posicionamento Catarina, exatamente porque vejo que desconhece os fundamentos que dão legitimidade ao processo de criação de novas unidades federativas.
    Não é um movimento de interesse de grupos econômicos, definitivamente se pensa assim, requer melhorar seus conhecimentos da causa – esse movimento é reflexo do desangano de uma comunidade desasistida pelas políticas de governo.
    Deixo alguns temas para reflexão:

    -primeiro, como historicamente se desenhou a configuração territorial da união, inicialmente com 7grandes provincias para as atuais unidades. Foi sempre um processo de redivisão territorial, com vistas a otimizar resultados nas ações da governabilidade e seu consequente desenvolvimento nas regiões .
    Entenda por desenvolvimento, levar melhoria de qualidade de vida às comunidades.
    Faça uma pergunta simples, a qualquer um que resida em local que foi objeto de emancipação, se quer voltar ou não à situação anterior! Te garanto que será um sonoro não!
    Faça esse exercício, e pergunte o porque da resposta.

    -segundo, e estou sendo simplista, a histórica ausência de governo das regiões Oeste e Sul-sudeste deste estado. É só observar os indicadores sociais.
    Como a população de um estado pode se dar por satisfeita, tendo negado seus direitos mais básicos, como água tratada, saneamento básico, educação e saúde?
    É uma história de vida que não tem perspectiva de mudança.Sermos contemplados com uma ação forte de governo que mude radicalmente essa realidade é o mesmo que acreditar em chapeuzinho vermelho, turma da ‘mônica etc…
    Alguns destaques:
    Belem concentra 96% do funcionalismo público deste estado. Esta gordo, obeso e o resto do estado raquítico.
    A cidade que mais se destaca no Sul do Pará, nao tem um metro de esgotamento sanitário. Cerca de 25% das suas casas tem água fornecida pela empresa do estado Cosampa, o resto que dê o seu jeito.
    Em algumas cidades do Sul do Pará, a empresa que trabalha o fornecimento de água é a SANEATINS, empresa do Tocantins substituindo aquilo que seria obrigação do estado em se fazer presente com sua estrutura.
    Em saúde, além da estrutura igualmente se concentrar na capital, no sul e sudeste a populaçao recorre à estrutura dos estados do Tocantins e do Piauí, nas cidades de Araguaína e Teresina, para terem minimizadas suas necessidades de tratamento digno.
    A populaçao com melhores condições financeiras não precisa de presença de governo, ela dá o seu jeito com seus recursos, saí de aviao, sai de carro particular para S.Paulo, Rio, Goiania. – já o cidadão comum, o povo, como fica nesse cenário?
    Esse povo representa a maioria absoluta da populaçao, esse requer e necessita da presença de governo – e nao tem.

    Por tudo isso, acredito que somente o reordenamento territorial com criação de novas unidades, nao só no Pará como também em outros elefantes como o Maranhão, poderá estabelecer uma nova realidade. A descentralizaçao administrativa com a proximidade das ações de governo da região desasistida é o maior projeto em curso, que de fato mudará a vida da população da área emancipada.

  49. Pablo

    15 de agosto de 2011 - 00:25 - 0:25
    Reply

    Grande Karla, posicionamento sensato e coerente que mostra que ainda há indícios de NÃO alienação nas regiões oeste e sul do nosso amado estado!

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