Hiroshi Bogéa On line

Mais de 4.000 metros cúbicos de madeira apreendidos no Pará

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu mais de 270 metros cúbicos de madeira ilegal somente nos últimos dez dias, no Pará.

Pelo menos dez flagrantes foram registrados nesse período. As ocorrências foram registradas em diversos municípios paraenses.

Só no ano de 2019 já foram apreendidos mais de 4.051 metros cúbicos de madeira.

No último dia 13, no km 630, da BR -230, no município de Altamira.

Após abordagem a um veículo, foram solicitadas ao condutor as documentações referentes à carga de madeira transportada, o mesmo apresentou a Nota Fiscal e o Documento Florestal. Indagado sobre a proveniência da madeira, o motorista informou que a carga foi liberada na cidade de Uruará, tendo como destino final a cidade de Guarapari, no Espírito Santo.

Entretanto, por não descrever com precisão toda a rota a ser percorrida, infringiu a regulamentação prevista em lei, que determina ser obrigatório “a descrição completa da rota de transporte para cada trecho a ser percorrido”.

Continuando na análise das documentações e comparando-as com a carga transportada, constatou-se, também, inviabilidade entre o volume e os perfis de madeira transportados.

Quando a equipe realizava fiscalização no km 53, da BR-316, em frente a Unidade Operacional, no município de Castanhal, um condutor apresentou as documentações solicitadas, que autorizavam apenas o transporte de somente 20,02 metros cúbicos de madeira serrada do perfil tipo caibro.

Ao realizar a cubagem da madeira, chegou-se ao valor de carga transportada igual a 27,93 metros cúbicos de madeira serrada, ultrapassando o valor permitido em mais de 7,91 m³.

Na BR-010, no município de Dom Eliseu, um caminhão estava carregado de madeira serrada, sem nenhuma documentação, nota fiscal e guia florestal.

O motorista informou que ganha o valor de R$ 200,00 por viagem e que o destino da carga seria o município de Imperatriz, no Maranhão.

Após consulta aos sistemas constatou-se que o condutor já foi responsabilizado pela mesma prática criminosa.

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