Hiroshi Bogéa On line

Luz vermelha acende no fim do túnel

 

Artigo de Ítalo Ipojucan demonstra preocupação da Associação Comercial e Industrial de Marabá em relação a arredia postura dos empresários do setor guseiro quanto a permenência de conceitos de produção distanciados da sustentabilidade. O  líder empresarial  não vê outra solução para a crise do segmento sem implantação do selo verde a toda cadeia produtiva.

Opinião de Ítalo está na coluna Colaboradores, ao lado.

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4 Comentários

  1. Karla Muaés

    20 de julho de 2011 - 10:48 - 10:48
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    Agora é a hora de mostrar quem esta do nosso lado!
    Não basta vir pra cá so pra desmatar tudo e deixar o brasiero aceso e a fumaça impregnando nossos pulmões!
    Tu ja sabes o que o Estado pode fazer por ti, Sr empreario, rico e descompromissado com o fator social desta regiao.
    Agora é tua vez de parar de mandar teus lucros pra Sao Paulo e Minas e Bahia e te adaptar à legislação e deixar aqui um pouco dos teus lucros em forma de impostos e melhorias na infraestrtura e educação e saude. Tu podes e deves fazer isso! Falta so criar vergonha na cara e trabalhar direito.
    A população vai agradecer.
    Alias acho que precisamo fazer uma campnha pra reflorestar areas que estao mais parecendo o deserto! Começa pelo teu quintal ou pela porta da tua casa. Dá ´pra fazer uma jardim? Plantar nem que seja um Ipe que étemraiz reta e nao quebra calçada e tem uma copa linda., mozendra ou aquela graminha verdinha cor de alface que pega tao facil. Faz a tua parte marabaense! Eu ja tenho minha arvore alias tenho varias;))))))
    UM abraço..

    • Hiroshi Bogéa

      20 de julho de 2011 - 20:02 - 20:02
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      Karla, você está coberta de razão. Já perdi 4 kg em 15 dias. Ando uma hora por dia na esteira em casa, e dentro de um mês entrarei na Academia para ganhar massa muscular. Saúde é tudo. Abs

  2. ezequias

    1 de julho de 2011 - 15:51 - 15:51
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    realmente tá dificil . se a policia rodoviaria federal nao tivesse tirado as bitrens que trafega carregando minerio de ferro para uma siderurgica local com mais de 100 ton. de pesso , até as pontes que ana julia tinha mandado reformar iria se acabar, parabens para a PRF.

  3. Benedicto Arueira

    1 de julho de 2011 - 11:10 - 11:10
    Reply

    Com certeza Hiro,

    Nenhuma atividade não sustentável prevalecerá na Amazônia, pelo menos é o que está posto se observarmos as ações que estão sendo desenvolvidas conjuntamente pelo Estado e Governo Federal.
    Notadamente, 80% dos empresários do Setor siderúrgico de Marabá são aventureiros oriundos de outras regiões do pais, principalmente minas gerais, onde atuaram da mesma forma.
    Em suma: – sem qualquer compromisso com a cidade e região. Mas não vamos generalizar ainda restam 20% que demonstram algum compromisso.

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