Hiroshi Bogéa On line

III Seminário de Marketing Político do Baixo Amazonas

 

 

 

Dias 4 e 5 de maio acontece, na cidade de Santarém,  o III Seminário de Marketing Político do Baixo Amazonas.

O evento é uma realização da D2 Comunicação Digital com o apoio da ACES – Associação Comercial e Empresarial de Santarém.

Assessores políticos, candidatos a vereador, vice-prefeitos, prefeitos que planejam disputar as próximas eleições terão o mais amplo painel de temas que são fundamentais para a vitória eleitoral. Poderão, no Seminário, tirar dúvidas, receber orientações e interagir com seis dos mais destacados e preparados profissionais da atualidade.

 

Alguns dos temas que serão tratados:

* O Direito Eleitoral e a Propaganda Política

* Gerenciamento de Campanha

* Marketing Político

* Pesquisa Política e Eleitoral

*Marketing Político Digital

* Estratégia e Planejamento de Campanha

* Uma análise da atuação das mulheres no Executivo, no Pará

* Comunicação na mídia eletrônica e impressa

* Como falar na rádio e televisão e Telemática.

Palestrantes  do seminário: Belisa Ribeiro, Orly Bezerra, Glauco LIma, Fernando Lacerda, Ney Messias, Marise Morbach, Everaldo Martins,  André Bassalo e Dornelio Silva.

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2 Comentários

  1. Paraforte

    27 de abril de 2012 - 22:34 - 22:34
    Reply

    Tá na hora de fazer uma devassa nesta equipe de policiais. Assim parece um tribunal de humilhação. Com a palavra o ministério da justiça.

  2. ...

    27 de abril de 2012 - 12:57 - 12:57
    Reply

    Espero que discutam essa situação ocorrida em Santarém, veículada em um blog da região:

    E quando a Polícia Federal ERRA ??? Quem paga ??

    “Tive a minha vida estraçalhada”

    O empresário, e jornalista, que foi preso por engano por agentes da Policia Federal na manhã de ontem (25), na operação Caça e Caçador chama-se Júnior Chaves.

    Leia também:
    PF erra na operação “Caça e Caçador”.

    Ele é dono de um restaurante na cidade.

    – Tive a minha vida estraçalhada – revelou ao blog.

    A PF, com mandado de busca e apreensão em mãos, invadiu sua residência e o prendeu como se fosse Reginaldo de Paiva Lima, seu vizinho de acusado de suposto envolvimento com máquinas de caça níquel.

    A polícia errara de casa.

    Ao blog, Júnior Chaves revelou que não pretende acionar a Justiça para pedir reparação por danos morais.

    Porém, gostaria que gostaria de ouvir um pedido de desculpas dos envolvidos nessa operação.

    Abaixo, o empresário relata o que os agentes federais fizeram com ele.

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    Tive na manhã desta quarta-feira, 25 de abril, minha vida estraçalhada por uma ordem judicial equivocada, quando por volta das 8 da manhã, fomos eu e minha família (esposa, sogro e sogra) súbita e abruptamente acordados com o interfone tocando disparadamente.

    Ao abrir a janela, imaginando me deparar com algum bêbado, iniciou-se do lado de fora da casa uma gritaria terrível: POLÍCIA FEDERAL ABRE A PORTA, MÃO NA CABEÇA!

    Não entendia o que estava acontecendo, meu cérebro não processava, e aproximadamente 30 policiais da Federal estavam alinhados, de arma em punho, no portão da casa gritando e me humilhando muito, e ordenando que eu abrisse o portão.

    Eu perguntava do que se tratava enquanto me dirigia ao portão, ainda com roupa de dormir, e eles repetiam aos gritos: CALE A BOCA, MÃOS NA CABEÇA, ABRA O PORTÃO!

    Eu estava desesperado, assustado e sem entender nada.

    Em pânico, abri o portão, e, imediatamente, um deles pegou meu braço direito e o levou até minha cabeça e me empurrando me levaram pra dentro da minha casa. Aos aos gritos, diziam para eu chamar quem estava na casa. Surge minha esposa na sala, escoltada por um policial federal e em seguida, meus sogros.

    Pelo amor de Deus… a rua cheia de gente, ônibus parado em frente de casa, lotado e todos assistindo a tudo. Os veículos da Federal parados aos montes em frente da minha casa.

    Após uns cinco minutos de muita gritaria, eles me chamaram de Reginaldo, e aí, só aí, após tanta humilhação e inclusive o delegado que disse gritando para eu calar a boca que me prenderia por desacato, mais de 20 policiais federais dentro da minha casa e toda aquela gente vendo a tudo… entendi que não era eu quem procuravam.

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