Hiroshi Bogéa On line

Hospital sem médicos

O Hospital Municipal de Marabá está sem médicos.

Em menos de 60 dias, pelo menos oito médicos militares do Exército, transferidos de Marabá para outros Estados, deixaram suas funções no HMM, levando a unidade ao estrangulamento pleno.

Como dificilmente médicos querem deixar as capitais para trabalhar no interior, mesmo com a oferta de bons salários, a saúde pública de Marabá entrou em total colapso.

Semana passada, conversando com o prefeito de Curionópolis, ele disse ao poster que o grande entrave das prefeituras para ofertar serviços de saúde à altura é a falta de médicos. “A prefeitura de Curionópolis paga R$ 25 mil por mês a profissionais do setor, um salário altíssimo para os padrões de uma prefeitura como a nossa”, disse.

Wenderson Chamon entende que o governo federal deveria criar uma linha de recursos para ajudar as prefeituras a investir no salário de médicos, como funciona no setor educacional com o Fundeb.

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8 Comentários

  1. Anonymous

    7 de fevereiro de 2011 - 00:36 - 0:36
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    Falar bobagem escondido é bom né ? O médico formado seja em universidade pública ou privada(assim como os dentistas ,engenheiros,advogados,etc)è um cidadão livre(como todos nós brasileiros)que pode e deve escolher o melhor lugar ,à seu critério,aonde quer exercer sua profissão e criar e educar sua familia.Ao entrar no mercado de trabalho,já é agraciado com esse festival de impostos que todo profissional liberal paga: IRPF,ISS,alvarás,habite-se/bombeiros,contribuição previdenciária que não é imposto de renda,mas é obrigado à pagar mesmo que não queira; isso implica,no mínimo,à uma mordida de 30% no seu faturamento bruto.Sem tirar onda de preconceito,já pensou o que é um cidadão morar numa cidade e sua esposa e filhos em outra ? Vai dar em litigio matrimonial.A questão de salário razoável,em cidade sem infraestrutura,ao que o brilhante advogado Plinio se reporta,é pratica muito usual,após alguns poucos meses,vem o atraso e por fim o calote.Portanto,comentaristas,sem conhecimento de causa,opinar com asneiras,não acrescentam nada ao contexto,ora vejam só,o cara eé despeitado,porquê os filhos de esculápio,gostam de criar vacas maravilhosas,touros viris,e depois engordar seus filhos e filhas,produzindo suculentos filés e picanhas,douradas paras serem fatiadas por todos que queira e possam. Não é verdade, André Ribeiro !!! Que babaca !!!

  2. Plinio Pinheiro Neto

    5 de fevereiro de 2011 - 20:15 - 20:15
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    Caro Hiroshi.

    O problema não está em não ter médicos no Municipio, pois Curionópolis dá um exemplo de que oferecendo salários elevadissimos esta lacuna é preenchida.O problema é radicular, está no âmago da estrutura da saúde no interior do Estado, pois mesmo tendo uma grande quantidade de médicos, os doentes serão atendidos, mas sempre terão de ser enviados para centros mais adiantados, pela falta de hospitais e equipamentos.É de se ressaltar, também, que o Sindicato dos Médicos está tomado de reclamações contra Prefeituras que ofereceram polpudos salários e pagaram, apenas, por alguns poucos meses, dando o calote depois.A correta aplicação da CPMF (privativa para investimentos na área) poderia ter sido a solução, mas, infelizmente, houve desvio de finalidade.
    Um grande abraço do amigo

    Plínio Pinheiro Neto

  3. Andre Ribeiro

    5 de fevereiro de 2011 - 16:55 - 16:55
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    Hiroshi, Acho que o CRM tambem deveria juntar esforços com o MP para saber de onde vieram os medicos que aqui atuam, excetuando os medicos do exercito, que tem por obrigação a se mudar. Se de faculdades particulares ou de univerdades publicas que foram financiados com nossos impostos.
    Acho que a classe medica de marabá está desprestigiada, pois todo médico aqui de marabá é fazendeira. Já é regra.
    Então essa cambada deveria tambem ter sua participação no desenvolvimentop sociaL do municipio e não só esperar pelo municipio, estado e governo federal. Que contribuição eles tem perante o juramento de graduação que deveria servir a população carente e menos abastecida.
    Pra mim, estes médicos, que ganham gordos salarios e trabalham em varias prefeituras aqui perto, durante 2 dias na semana são uns parasitas.

  4. Anonymous

    5 de fevereiro de 2011 - 04:23 - 4:23
    Reply

    Falta é vergonha na cara do gestor municipal. Que papo mais furado pra justificar a saúde do município na UTI.

  5. Anonymous

    4 de fevereiro de 2011 - 22:42 - 22:42
    Reply

    Em Tailândia o Hospital que teve suas obras iniciadas no governo anterior do Jatene e concluído no apagar das luzes da Ana Júlia, foi inaugurado, mas fecharam sem maiores explicações. Enquanto isso a população sofrendo a mínguas nas ambulâncias sucateadas pelos buracos da Alça Viária, e o Hospital novo servindo tal qual um Pinguim em cima de uma geladeira.

  6. José Coruja da Silva

    4 de fevereiro de 2011 - 17:26 - 17:26
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    É "O Povo Governando".
    Viva o prefeito Maurino Magalhães!

    …e morra o marabaense!!!

  7. Blogue Marabá 2012

    4 de fevereiro de 2011 - 17:05 - 17:05
    Reply

    Hiroshi, fiz um link desse tema no blogue Marabá 2012. Obrigado.
    ______________

    Essa é a opinião de um leigo que já sentiu na pele os efeitos da boa saúde pública que nos oferecem. Pode-se dizer então que falo com conhecimento de causa.

    Uma das soluções, mesmo sendo a médio e longo prazo, seria formar médicos e profissionais de saúde na região. Se até hoje temos convivido com essa saúde precária a espera de uma providência, podemos esperar um pouco mais. Assim, além de resolver um grande problema, Marabá seria referência e fornecedor de mão de obra para os outros municípios da região.

    Verba deve ter. E como deve ter! Creio que faltou e falta até hoje apenas visão. Ou seria sensibilidade?

    Sem entrar no mérito da questão, preferem falar em dividir a região. Não oferecem o que mais de básico anseia sua população: saúde, educação, segurança, perspectivas de dias melhores…

    Essa cidade já foi governada por dois médicos e dois engenheiros. Nenhum deles conseguiu ou não quis profissionalizar pessoas dentro das suas áreas de conhecimento.

    Lembrando que por último tivemos um médico, conhecedor dos problemas, como secretário de saúde, o qual dizia em entrevistas nos noticiários locais que a saúde de Marabá estava décadas no atraso e que ele a faria dar um salto de qualidade de 10 anos. Alguém se lembra do fim da ópera?

    Quando se fala em administrar uma cidade, logo alguém grita: – Tem que ter conhecimento!!! Conhecimento de quê?

    O que faltou então para que esses senhores, que administraram a essa cidade e sua saúde, tivessem feito alguma coisa pela saúde e demais necessidades básicas de sua população?

  8. Anonymous

    4 de fevereiro de 2011 - 16:32 - 16:32
    Reply

    pude constatar isso com meus proprios olhos , levei uma senhora com uma crianca com suspeita de dengue as oito da manha ela foi atendida as oito da noite , isso e um absurdo ainda mais se tratando de uma crianca , moral da historia deram um soro para ela e mandaran para casa . postado por leal

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