Hiroshi Bogéa On line

História séria de pescador

A denúncia formulada por pescadores na edição do Correio do Tocantins acusando a existência de grupos armados atuando no entorno do Lago de Tucuruí, é fato antigo de conhecimento deste poster. Vez por outra, quem acompanha a coluna sabe disso, tenho alertado para esse problema no Diário do Pará, citando a presença de traficantes de drogas estimulando o plantio de maconha nas diversas ilhas do reservatório. A questão é grave, mas nunca mereceu atenção prioritária da área de segurança pública. Há quem diga existir na área gente ligada aos cartéis bolivianos, o que particularmente considero exagero.
O que não há nenhum pingo de excesso é reconhecer que o perigo está morando no Lago.

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4 Comentários

  1. Quaradouro

    26 de abril de 2007 - 14:43 - 14:43
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    Acho que o anônimo das 8:29 PM quis dizer que “as gangues que percorrem as ilhas ” estão em busca de peixe no maior barato, né? Vê isso aí…

  2. Anonymous

    24 de abril de 2007 - 23:29 - 23:29
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    Não posso me identificar porque resido na região. Mas essa notícia tem fundamento. São bastante conhecidos no Porto Santa Rosa, a 80 km de Jacundá, na beira do Lago, os caras que mantém gangues percorrendo as ilhas em busca de peixe barato e pagando para quem plantar maconha. Só a polícia quem não enxerga.

  3. hiroshi

    24 de abril de 2007 - 16:53 - 16:53
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    De natureza anfíbia logicamente os tucunas não podem usar colírio e nem óculos escuros. Como fazem para escamotear a “sujeira”, mermão?!!!!
    Eheheheheheheh

  4. Quaradouro

    24 de abril de 2007 - 16:36 - 16:36
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    Agora é possível elaborar uma explicação racional, científica, para o crescente surto de loucura entre os tucunarés do lago de Tucurui, que vivem dando marrada no paredão da barragem sem eclusa. É que a sobra do processo de irrigação da biomassa alucinógena, representada pela quantidade de cannabis sativa em cada centímetro quadrado de cada ilha do lagão, cai na água e deixa a peixalhada muito doida, mermão. Isso explica o olho esbugalhado dos tucunarés vendidos na feira da 28, e certos resquícios colaterais que se manifestam em organismos humanos mais sensíveis.

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