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Hélio Gueiros como ele era

 

Ana Célia Pinheiro resgata entrevista memorável  de Hélio Gueiros na qual ele dá uma giro de 360 graus,  contando, inclusive, detalhes da decisão que tomou, à frente do governo do Pará, ao determinar  o desbloqueio da  ponte rodoferroviária  interditada por garimpeiros.

Para valorizar o trabalho jornalístico de Ana Pinheiro, clique neste link para ir até ao sítio dela ler a íntegra da matéria.

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2 Comentários

  1. agenor garcia

    25 de abril de 2011 - 08:22 - 8:22
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    Envio emeio para contatos.

    Abraço,

    Garca

  2. Anônimo

    18 de abril de 2011 - 09:38 - 9:38
    Reply

    Hélio Gueiros,

    Ana Célia deixou de falar a respeito da carta enviada ao Lucio Flávio Pinto, de triste memória pelo conteúdo de baixo calão que cometeu em sua própria máquina de escrever. Também passou ao largo da briga do Helinho com Almir. E a ponte é sobre o Tocantins e não sobre o Itacaiúnas.
    Papudinho. Sabe como foi que ele ganhou o apelido? Foi assim: Hélio bebia demais e começou a dar vexame. NO Ver-O-Peso, os pinguços acabam ficando inchados e são chamados de papudinhos. O apelido colou da seguinte maneira:
    Hélio foi apresentar sua primeira mensagem aos deputados em solenidade que passou para a história política. O link montado pela TV Liberal para transmitir ficou ligado após a falação. Um técnico, fez uma brincadeira e imitando Gueiros, finalizou assim: falou o Papudinho.
    Nós, (Eu, Sérgio Palmquist e o Hamilton Pinheiro, gelamos. Eu e Sérgio na função de chefes da reportagem e HP editor do jornal do meio dia). Será que foi pro ar? Não deu outra, minutos depois Fernando Nascimento e Romulo Maiorana pediram cabeças. O estrago estava feito e Belém toda, nós na redação da Tv e do jornal, morremos de rir, enquanto o dept.Pessoal despachava o técnico. E pegou o apelido. No início Hélio ficava muito irritado. Mas, depois, por obra e graça de Orly Bezerra, seu ex-diagramador na Folha do Norte (Orly diagramava a página de HG), e depois marqueteiro, ficou a orientação de aceitar o apelido sob o argumento de que era carinhoso, que o povo gostava e assim ficou. Um grande abraço,
    Agenor Garcia.

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