Hiroshi Bogéa On line

Gusa Carajás desativa em outubro

 

A usina de ferro gusa da Vale, instalada no Distrito Industrial de Marabá, tem data definida para desativação.

Em outubro próximo, a Ferro Gusa Carajás desmobiliza seu parque industrial, no embalo da crise que abate os setor há mais de três anos.

Só que a desativação dos altos fornos da Vale decorre da falta de insumos próprios para consumo.

O carvão vegetal utilizado na produção de ferro gusa é todo produzido na área de reflorestamento da mineradora, no Estado do Maranhão, cuja propriedade a Vale repassou a Suzano Papel e Celulose, que montará uma fábrica de celulose na cidade de Imperatriz com capacidade de 1,5 toneladas, para ativação no final de 2013.

Como produzir gusa não é  praia da Vale, uma coisa atiça a outra: a mineradora sairá rapidamente do segmento que só gera encrenca nas áreas ambiental e trabalhista.

Com a desativação da Ferro Gusa Carajás, seus funcionários serão todos deslocados para outras empresas da mineradora na região.

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11 Comentários

  1. Antonio Caldas

    11 de janeiro de 2013 - 13:05 - 13:05
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    nos sabemos que não é muito fácil uma siderurgia funcionar sem o seu reflorestamento próprio.
    uma porque o carvão nativo e muito caro,
    outra porque o carvão de eucalipto não e bom 100 por cento, devido ser um carvão muito maneiro que é consumido muito rápido.
    com o consumo de carvão de eucalipto terá redução de pressão dos autos fornos
    com a diminuição de pressão os alto forno passar a produzir menos ferro gusa.
    se a sua meta e de 300 toneladas por ano, passara a produzir 75 toneladas ano.

  2. walmir araújo ferreira

    28 de abril de 2012 - 16:53 - 16:53
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    Boa tarde Srs pergunto aõs dirijentes da VALE se a intereçe de venda da
    Usina de ferro gusa da Vale desativada em Carajás.
    Se houver a interesse nosso aguardo resposta pelo E-MAIL obrigado.

  3. josé cardoso

    26 de janeiro de 2012 - 16:09 - 16:09
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    reaumente a usina de gusa foi desativa! mais tanto eu e meus colega fomos transferidos para outra unidade, por causa do nosso compremetimento com a empresa e segurança individual e coletiva.

  4. valmir

    25 de outubro de 2011 - 08:47 - 8:47
    Reply

    e agora a usina, foi desativada o que vai acontecer com os funcionarios.

  5. Weda Santana

    30 de julho de 2011 - 20:44 - 20:44
    Reply

    Já era de se esperar caros leitores essa atitude por parte da Vale…
    Há anos ela vinha cantando essa pedra e agora funcionarios vale que deram o sangue qual sera a recompensa o olho da rua.

    Vejamos,boa sorte.

  6. Robson

    18 de julho de 2011 - 20:14 - 20:14
    Reply

    Não acredito que a empresa da vale com tudo que ela prega seria capaz de deichar varias pessoas desempregadas. eu em particular acredito que as pessoas que realmente quer e tem competencia p/ trabalhar na empresa será reaproveitada em outras áreas da vale como todos sabemos a vale tem muitos outros seguimentos no mercado e a estrutura da vale não se resume apenas em fabricação de ferro gusa todos nos sabemos que a vale e a maior mineradora do mundo e existe muitos outros lugares que ela podera reaproveitar sua mão de obra des que seja qualificada. agora se vc e um destes caras que se acomodou e não se qualificou meu amigo e o problema e seu e como dizem a fila anda. falo isto não por ser funcionário da empresa que esta em questão mais sim p/ sermos justos e como tudo na vida ficaram aqueles que realmente tem utilidade acredito que seria besteira levar p/ frente uma coisa que todos sabemos que a muito tempo não esta dando certo vamos olhar p/ traz e ver oque a vale fez ate agora p/ tentar segurar esta crise que por geito esta longe de acabar. enves de julgar e fala vamos nos preparar p/ outra etapa e confiar em deus .

    • Hiroshi Bogéa

      18 de julho de 2011 - 20:31 - 20:31
      Reply

      Robson, leu direitinho o post? Pois bem, lá está bem claro: a empresa não demitirá ninguém. Todos os empregados da Gusa Carajás serão transferidos para outras emp´resas da mineradora.

  7. George Hamilton Maranhão Alves

    13 de julho de 2011 - 10:36 - 10:36
    Reply

    João Dias, concordo contigo.

  8. João Dias

    11 de julho de 2011 - 16:14 - 16:14
    Reply

    A coletividade pressupõe a individualidade.

    Do ponto de vista industrial, os recursos minerais, vegetais, hídricos etc., existem para serem explorados. Considero o desemprego uma causa natural do progresso e do desenvolvimento sócio-econômico, contudo, é melhor você ficar desempregado do que a sociedade (coletividade) ficar sem oxigênio para respirar, e, ainda, com o custo do impacto ambiental irreversível para as presentes e futuras gerações.

    Saudações marabaenses.

  9. George Hamilton Maranhão Alves

    11 de julho de 2011 - 13:31 - 13:31
    Reply

    Caro Antonio, o interesse de reflorestamento no Maranhão pode estar calcado em diretrizes de legislação ambiental. Ou seja, pode ser que a legislação ambiental permita maiores áreas de reflorestamento no Estado vizinho do que no nosso.
    Não é questão dos homens e políticos de lá serem melhores do que os daqui. Possivelmente, a questão tem a ver com peculiaridades regionais e, como já disse, com as limitações e definições de legislação ambiental.
    Quanto a Vale, parece ter entrado no mercado do ferro gusa, para uma experiência. Não deu certo e ela abortou.
    Torçamos para que o desemprego seja o menor possível, com a Vale realmente, aproveitando os trabalhadores em suas outras empresas.

  10. Antonio

    11 de julho de 2011 - 11:16 - 11:16
    Reply

    E ai? Ninguem vai dizer nada? ela simplesmente vai deixar varios trabalhadores daqui desempregados e fica por isso mesmo?

    E o poir. Gerara empregos em imperatriz…. o q a nossa regiao tem haver com o Maranhao? Pq nao ter feito o seu reflorestamento aqui em nosso estado? E pq o porto dela ser no Maranhao tambem?

    Nao consigo entender os politicos de nosso estado. Parece que os do Estado vizinho sao mais “ligados” mais “homens”

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