Hiroshi Bogéa On line

Força do interior

Em Ourilândia do Norte construiu-se hotel de capital dotado de todo conforto e bons serviços. Com estímulo de dirigentes da Companhia Vale do Rio Doce, a dona do estabelecimento encarou a estrada e jogou o que tinha no empreendimento. Resultado: atualmente todos os apartamentos do hotel são reserva exclusiva da mineradora para a hospedagem de funcionários que atuam no Projeto Onça-Puma.

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5 Comentários

  1. Anonymous

    5 de julho de 2007 - 17:47 - 17:47
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    Realmete nesta cidade que foi criada graças a luta de um povo que não pode entrar no então Projeto Tucumã na decada de 80, e que por muitas vezes foi tratar com desleixo pelos seus vizinhos. Vem crescendo e melhorando a qualidade de vida de seus moradores enquanto que as cidades vizinhas estão fadadas ao fracasso devido a enercia politica das autoridades que só pensam em se dá bem com o dinheiro do povo. O povo de Ourilandia é guerreiro e não deixa politico brincar com o dinheiro público. Para registro:O 1º prefeito de Ourilandia foi posto para correr por mulheres da cidade armadas de panelas e colheres.

  2. Anonymous

    5 de julho de 2007 - 11:49 - 11:49
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    Morei em ourilândia por três anos, ja considerava essa cidade muito bonita mas, lendo agora tudo de melhorias que a mineradora esta trazendo, fico feliz e com vontade de retornar novamente.
    Ricardo Aracati.

  3. Anonymous

    4 de julho de 2007 - 19:19 - 19:19
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    Cidades como Ourilândia, Tucumã, Xinguara, Redenção, Canaã, Parauapebas – sem falar na extraordinária Marabá -, dentro de cinco anos serão verdadeiras megalopes regionais.
    Armando Santana
    Professor- Parauapebas

  4. hiroshi

    4 de julho de 2007 - 17:10 - 17:10
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    Falta apenas um olhar de grandeza por parte da elite “da capital” para entender esse processo como fato ireversível. Dá para se construir três Pará em um só, dividindo o território em três. Do tamanho que está, o fosso da discriminação e nversão de prioridades se alargará estimulando o surgimento de gerações rancorosas e revoltadas com as diferenças sociais.
    Entre nesse dabate, Lauande. Imagine sua querida Mocajuba, Baiao do Gerson e uma infinidad de outros pequenos munic’ipios esquecidos – porque isolados geograficamente e pooliticamente.
    Abs

  5. Eduardo André Risuenho Lauande

    4 de julho de 2007 - 14:22 - 14:22
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    Grande Hiroshi,
    Além da possibilidade de melhoria de renda, um dos pontos mais importantes é o fato de que o sul do Pará todo adquiriu um conhecimento e uma matriz econômica que hoje é muito forte e isso é que é fundamental em termos futuristas.
    Essa matriz econômica foi alcançada porque se mostrou que há também no sul do Pará uma viabilidade econômica real por parte dos seus investidores. Logo, basta acreditar que é possível mudar.
    Outra coisa que me impressiona, Hiroshi, é que os pequenos negócios familiares têm força econômica no sul do Pará maior que em outros lugares no estado. Impressionante. Isso é muito bom pra economia do estado como um todo.
    Portanto, eu parabenizo todo povo do sul do Pará tão historicamente esquecido pelas autoridades.
    Aquele abraço.

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