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Fora do gramado

Giovanni Queiroz (PDT) acaba de gravar entrevista, em Brasília, declarando voto contrário ao salário mínimo de R$ 545,00.

Como se posicionou oficialmente contra o governo, deverá ter vida à pão e água, a partir de agora, na gestão Dilma Roussef.

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6 Comentários

  1. Alberto Lima

    17 de fevereiro de 2011 - 16:50 - 16:50
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    Giovanni Queiroz, votou com o governo!
    Quem tem c..,tem medo!

  2. Anonymous

    16 de fevereiro de 2011 - 22:59 - 22:59
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    O líder é o Miro Teixeira e o Paulinho. O latifundiário do Sul do Pará não combina com defesa pela recuperação do salário mínimo, luta contra o trabalho escravo, defesa dos aposentados…não combina!

    Até que lhe fica bem o figurino de líder, mas ele é menor, bem menor! Ficará de papagaio de pirata, no ombro do Miro ou do Paulinho! Basta ligar a TV Câmara.

    Infelizmente!

  3. Anonymous

    16 de fevereiro de 2011 - 19:34 - 19:34
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    No blog da Fanssi Florenzano: Jatene pode perder mais um secretário. O babado agora é trabalho escravo. Quem será que a cuca vai pegar?

  4. Anonymous

    16 de fevereiro de 2011 - 18:49 - 18:49
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    PÔ, meu! quer dizer que pra ter vida fácil precisa atender aos pedidos da D. Dilma? Porcamiséria de Brasil, SÔ!!!"

  5. Quaradouro

    16 de fevereiro de 2011 - 18:39 - 18:39
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    Bom, pelo menos tem coerência partidária: o PDT fechou questão no minimo de R$ 560.
    Se vai sair do governo, o partido deve levar consigo indicações políticas para cargos no segundo e terceiro escalões e nas estatais federais. E o ministro do Trabalho, Carlos Lupi.Quem espera lucrar com isso é a lacraia cada vez mais cevada do PMDB, de olho no espólio do PDT.
    Essa arrogância e suposta superioridade do Executivo sobre os demais poderes é uma ofensa à cidadania e à Constituição Federal, que prega a igualdade e independência dos Poderes.
    Grande Dilma! Grande PT! Enormes aliados!
    Mas há uma possibilidade: talvez o PDT acabe se tornando a oposição que falta ao país.

  6. Anonymous

    16 de fevereiro de 2011 - 16:53 - 16:53
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    Oportunista e demagoga a posição do bigodudo parlamentar latifundiário do Sul do Pará.

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