Hiroshi Bogéa On line

Família unida não se divide

 

Publicitário Glauco Lima já está soltando a criatividade na formatação da campanha pelo NÃO.

Ele comanda o marketing da Frente Ampla contra a Divisão do Pará.

Vai seguir a linha de convencimento sem ruptura, pregando a união.

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8 Comentários

  1. kpnup

    9 de agosto de 2011 - 11:37 - 11:37
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    Razão sr. Gilvandro? Onde está a razão em querer dividir o Pará?
    O que eu realmente vejo são as velhas raposas queredo sempre se dar bem e é o que vai acontecer caso aconteça essa divisão.
    E se alguém não quer fazer parte da família paraense é muito simples; se mude para Goiais, Maranhão, Minas etc… e deixe nós da família paraense em paz, pois nós queremos união com todos os nossos irmãos, tanto do sul-sudeste paraense como do oeste paraense.

  2. Alberto Lima

    28 de julho de 2011 - 17:19 - 17:19
    Reply

    77 Neles!!

    Sem chororô!!

  3. Anônimo

    28 de julho de 2011 - 12:20 - 12:20
    Reply

    Gilvandro Oliveira,

    Voce tem toda razâo. A criação dos novos estados será bom para os tres. Senão vejamos: Não acarretará ônus financeiro para a União nem prejuízo ao novo Pará. Que aliás, ficará com 96% do seus funcionários públicos, com 83% dos médicos e 69% da representação política.
    – Belém, um servidor para cada 14 habitantes. Carajás, um servidor para cada 790.
    – o novo Pará ficará com 50,7% do ICMS. Carajás com 34,5%. O novo Pará ficará com 55,6% do PIB. Carajás com 33,5%
    – O novo Pará ficará com a maior parte das empresas privadas, das indústrias, dos bancos, da arrecadação fiscal, melhor infraestrutura e com melhor perfil de desenvolvimento.
    Caro Gilvandro, não podemos continuar sem médicos, policiais, professores. O governo atual há 18 anos não constroi uma escola do ensino médio no sul/sudeste. Todo ensino médio é bancado pelas prefeituras que oferecem suas escolas.
    A PA-150, principal eixo do Pará, não tem acostamento.
    Nossa zona rural não tem energia elétrica.
    O Pará, com 40 anos, não tem um terminal fluvial para passageiros e cargas que passam pelos rios. Nossa região não tem cursos superiores suficientes para nossos filhos. Com os novos estados, o novo Pará vai poder investir mais em suas cidades das zonas Bragantina, Salgado, Guajarina, Marajó, com os menores índices de IDH do Brasil.
    E nós, com autonomia, seremos capazes com nossas contas de resultado primário: receita de R$ 2.744.990.549 menos despesa total de R$ 1.825.780,372 e com superávit de R$ 919.210.177 dar início a um grande governo, respeitando concursos públicos e a lei de responsabilidade fiscal. Esses dados são da SEFAZ-Pa, não é mito.
    Abraços,
    Agenor Garcia
    Assessoria de Imprensa da Comissão Municipal Pró Carajás
    garciaagenor @ gmail. com

  4. anônimo

    28 de julho de 2011 - 10:53 - 10:53
    Reply

    O Pará está unido e também preocupado, com o SIM ou com o NÃO,
    quem não pode ser enganado é o povo, na hora da votação.

  5. Gilvandro Oliveira

    28 de julho de 2011 - 10:50 - 10:50
    Reply

    Divisão!!! Esse é o tipo de assunto que não pode ser resolvido na emoção ou chantagem, e sim pela razão… E a razão diz que o melhor nesse momento para o povo do Pará é dividir… Asseguro que pior do que está não fica.

    O Estado é muito grande, teve governador que passou os quatro anos de sua gestão e não visitou e nem repassou verbas para alguns municípios, conheço cidades que não recebe óbras do Governo Estadual há muitos anos. Portanto, não me venham com chatagem emocional, agora é hora da razão da verdade.

  6. ALberto Lima

    28 de julho de 2011 - 09:15 - 9:15
    Reply

    É verdade, os filhos crescem!

    Mas o bom filho, à casa do pai retorna!

    77.

  7. Hudson Jr

    28 de julho de 2011 - 00:59 - 0:59
    Reply

    O Publicitário Glauco Lima devia saber que em TODA família tem sempre um filho preferido… e não vai ser muito dificil apontar qual é o preferido do Governo do Pará.

  8. Lucileno

    28 de julho de 2011 - 00:48 - 0:48
    Reply

    Mas um dia os filhos crescem, e os pais já não dão mais conta de sustentá-los.
    55

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