Hiroshi Bogéa On line

Eu, Hiroshi Bogéa, não escrevo para nenhum jornal

 

 

Somente agora pela manhã, eu estou tomando conhecimento de que meu nome foi colocado como se assinasse  uma coluna em determinado informativo que  circula em Marabá, mais precisamente, Gazeta de Carajás.

Torno público que meu nome foi usado indevidamente pela citada publicação haja vista eu não ter nenhum vínculo contratual ou de qualquer natureza com o citado jornal.

Por desconhecer  as razões que levaram a editoria do informativo a usar indevidamente minha assinatura, informo aos leitores do blog, e a quem interessar, que o pôster já entrou em contato com a direção do mesmo, solicitando nota de esclarecimento sobre o caso.

Responsável pela editoria pediu desculpas, adiantando que houvera, entre as pessoas que fazem o jornal, a conversa de que eu estaria sendo contratado para escrever uma coluna, e que seria na semana na qual  meu nome foi usado, e que o material editado teria chegado por email sem assinatura – o que levou eles acharem que seria produto de minha autoria.

A estória foi mal explicada, já que eu nunca conversei com ninguém nesse sentido – e nem tenho interesse em  assinar qualquer coluna  em jornal impresso, mas obtive a promessa de que na próxima edição será publicada nota de retratação com pedidos de desculpas.

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3 Comentários

  1. Hiroshi Bogéa

    12 de junho de 2012 - 08:41 - 8:41
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    Exatamente, Mosavelino. Mas deixe pra lá, não vamos esticar a corda, parceiro. Um abraço

  2. Ulisses Silva Maia

    11 de junho de 2012 - 16:45 - 16:45
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    Hiroshi, isso só demonstra a “credibilidade” de tal publicação. Fora isso, a justificativa dada pela editoria, como Você mesmo relata, é pra lá de esquisita. No mais, apenas discordo do anônimo das 14:26. Não discordo no ponto sobre as páginas policiais, mas no ponto sobre jornal. Marabá, data vênia, tem sim um boa imprensa impressa. O mesmo não posso falar da tv: esta sim há muito tempo precisa de chacoalhada.
    Agora, quanto aos números das páginas policiais, isto não é apenas realidade de Marabá. Isto é realidade do Brasil. Aqui se dá atenção ao trágico e esquece-se o cultural, o educacional. Basta ver o Datena: tem audiência porque relata perseguição policial. De outra banda, nos últimos tempos nossa cidade, infelizmente, tem vivido muito isso: apenas o trágico tem sido a nossa realidade.

  3. ANONIMO

    11 de junho de 2012 - 14:26 - 14:26
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    Você denominou bem “informativo”, pois Marabá por enquanto,não tem nenhum jornal,apenas informativos,cuja especialidade são noticias da área policial que infelizmente ajudam à vender os impressos. Uma tragédia !

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