Hiroshi Bogéa On line

Estória de trancoso

“Em Mato Grosso, o asfaltamento da BR-163 (Santarém-Cuiabá) já é considerado carta fora do baralho das ações do governo federal para 2007. O sonho, agora, está projetado para 2008”.
O poster acabou de ler isso aí no Repórter Diário.
Será que vamos ser levados com a barriga, de novo?!

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3 Comentários

  1. Roberto C. Limeira de Castro

    27 de agosto de 2007 - 22:29 - 22:29
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    Um coisa é certa Hiroshi. Passei 5 anos na faculdade fazendo cálculos, estatísticas,estudando macroeconomia, microeconomi, finanças,contabilidade nacional e econometria, e a gota serena, para quê?

    Cacilda! Esses cálculos são tão elementares que nunca entendi porque essa rafaméia de técnicos não os fazem.

    Nossa região tem que implementar um serviço de inteligênzia, com Z, em assuntos estratégicos. Qualquer Estado tem que ter um grupo do mais alto nível somente pensando com driblar as dificuldades e neutralizar os adversários.

    Morei 18 anos no sul-sudeste e conheço em detalhes o raciocínio deles. Eles pensam economia 24 horas por dia e tem estratégias para cada problema que enfrentam e para ferrar com os outros Estados.

    Quem não tiver estratégias estã morto.

    Obrigado pela colher de chá e lhe convido para ler “Nunca fizeram o que tinha que ser feito.” em Os Novos Tapuios do Planeta Solidão do Oeste.
    htpp://obrasilnovo.blogspot.com/

  2. Hiroshi Bogéa

    27 de agosto de 2007 - 17:16 - 17:16
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    Roberto, como sempre, você citando números. E de peso. Vou levar à ribalta seu comentário.
    Abs

  3. Roberto C. Limeira de Castro

    27 de agosto de 2007 - 15:28 - 15:28
    Reply

    Espera deitado que até sentado vai cansar, quanto mais, em pé.

    Essa estrada somente sairá um dia quando já estiverem funcionando os Estados de Carajás, Tapajós e do Araguaia, os quais, juntar-se-ão com o Amazonas, o Mato Grosso e Rondônia, Estados interessados já existentes e farão uma vaquinha para construir uma estrada estadual.

    Se os governantes da região norte tivessem um pingo de vergonha na cara não ficariam esperando pelo governo federal, subserviente aos interesses do sul-sudeste para construir as rodovias Cuiabá-Santarém e Transamazônica.

    Existem financiamentos internacionais para essa finalidade e o retorno dos investimentos é vinte vezes maior.

    Pergunta se os Estados do Sul e sudeste ficam esperando pela União para construir as suas estradas.
    Os Estados da região norte têm um PIB conjunto de R$100 bilhões que geram R$35 bilhões de impostos, dos quais, R$ 15 bilhões somente aos governos estaduais.

    Porque não podem gastar apenas R$ 1 bilhão para construir uma estrada, que trará 100 bilhões de retorno em produção agrícola e exportação?

    Pura incompetência.

    Não constroem as estradas e aumentam esse PIB para um trilhão por que não querem ou não sabem.

    São Paulo, que tem um PIB de R$ 506 bilhões em apenas 248.000 Km² já descobriu isso desde a década de trinta, e desde aquela época constrói as suas próprias estradas, todas com mão dupla e do primeiro mundo.

    Atualmente, movimentam bilhões somente com pedágios e mantêm as estradas em perfeitas conservações. Isso é ciência econômica.

    Agora pense quantos R$ bilhões a região norte poderia produzir com uma área de 4.000.000 Km²?

    Enquanto ficarmos apenas reclamando e esperando que as esmolas caiam do céu, seremos eternos pobres.
    Nos dias de hoje é preciso ter competência para vencer os obstáculos.

    Se não podem fazer uma vaquinha de dinheiro porque gastam com supérfluos e basbaquices, façam uma vaquinha de asfalto.

    Cada cidade que vai se beneficiar e ficar rica com as estradas colabora com um número x de quilômetros de asfalto e em pouco tempo, as estradas estarão funcionando e trazendo retorno de bilhões para as próprias cidades.

    Pense quantos bilhões de dólares Santarém movimentaria com exportação de soja e madeira que vem do Mato Grosso e com o movimento de milhares de caminhões e caminhoneiros se abastacendo, comendo e dormindo na cidade?

    Somente esse movimento de caminhões e de exportação de soja dá para asfaltar um Cuiabá-Santarem por ano.

    Falta macho e liderança na região.

    Já dei a dica.É só colocar em prática e sair para o abraço.

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