Hiroshi Bogéa On line

Estado de Carajás: a resposta de Val

Educadíssimo por formação, o jornalista Val-André envia respeitoso emeio ao blog pontificando sua visão sobre a criação do Estado de Carajás.

A luta de Val  pelo surgimento da nova unidade federativa, o poster conhece de perto.

Ele exala idealismo, interesses coletivos e preocupações puras com o desenvolvimento da região.

Intenções genuinamente voltadas para o Bem.

Com maior respeito a ele, publico a íntegra do comentário, solicitando alto nível dos possíveis comentaristas.

Se pintar baixaria, jogo fora, no lixo.

Boa noite caro Hiroshi,

Sei que não é elegante de minha parte te enviar um e-mail sobre minha modesta opinião quanto ao debate levantado no teu blog sobre o Estado do Carajás. Porém, o faço, para deixar claro que não se trata de uma crítica conclusiva, de um cidadão que se considera o “dono da verdade” sobre o assunto. Longe, muito longe disso.

Muito menos, deixar qualquer suspeita que possa aludir meu descontentamento sobre opiniões que criticam ou desabonam o processo – inexorável – da criação daquele que será o 27º estado brasileiro.

Um comentário de minha lavra numa ou outra caixa de comentários de meus antecessores, poderia transparecer a direcionamentos equivocados dos teus milhares de leitores. Portanto, minha opinião não é uma carta para o Hiroshi Bogéa. É a minha exclusiva opinião ao editor do blog Hiroshi Bogea On Line.

Li atentamente as colocação do advogado e ex-deputado Plinio Pinheiro Neto. Assim como, o fiz, sobre a opinião do engenheiro Dário Veloso e do senhor Carlos Trocate, líder do MST.

Com o devido respeito, uma vez que não considero anônimo algo palpável para se discutir, debater ou até mesmo, responder. Não citarei qualquer um deles nesse meu pequeno arrazoado sobre o tema.

Já conversamos muito sobre o assunto Estado do Carajás, e sabes muito bem qual é o meu papel nessa luta. Deixarei bem claro aos leitores o que penso e ponto.

Os três leitores acima citados têm razão e não têm qualquer razão.

Não acho razoável fazer aqui, um jogo de palavras. Muito menos um manifesto sobre quem é o culpado do descalabro em que se encontra o sul/sudeste do Pará. Em razão de meu sobrenome, seria excitante para muitos, malhar-me até a exaustão. Adianto que podem fazê-lo. Sei quem sou e o que faço para ganhar a vida.

Para ficar bem didático, visto que não estou entorpecido pelo componente ideológico; não tenho cangalha pendurada na jugular; muito menos envolvimento que não seja rigorosamente técnico sobre o tema. Estou afeito, esclareço, à articulação da comunicação do Projeto que tramita no Congresso Nacional. Apresentado na Câmara dos Deputados pelo meu assessorado, deputado federal Giovanni Queiroz (PDT-PA), hoje apensado ao Projeto apresentado e já aprovado no Senado Federal pelo senador Leomar Quintanilha (PMDB-TO), por nossa articulação e atento assessoramento.

Existem dois tipos, bem claros, de entusiastas do projeto e apenas um tipo de pensamento que é contra.

Nos dois tipos que são favoráveis. Há aqueles que, de alguma maneira se sentiram ou se sentem alijados do processo, criticam com muita contundência, no entanto, nunca fizeram absolutamente nada sobre as tarefas a serem realizadas. Quando o fazem, logo alegam algo, como para que sentir importantes. Mas, na primeira trovoada, retiram-se como que por encanto.

O outro tipo, participa, com uma singular diferença: além de criticarem. São atores ativos. Ligam-me. Muitos a cobrar – o gabinete do Giovanni é de todos os sulparaenses, independente de partido, ideologia, cor de pele, origem, nível educacional, orientação sexual ou tamanho de conta bancária. Nunca, jamais, Giovanni tratou mal uma pessoa. Seja ela quem for. E o que me impressiona, sempre. Nunca guarda rancor de ninguém.

Esses últimos, entusiastas ao projeto: perguntam, questionam, sugerem e principalmente cobram o andamento do mesmo. Afinal, são muitos anos que o assunto vai e volta. Como a natureza do Mar. Enche e seca. Enche de novo e novamente volta a secar.

Alguns colocam a mão no bolso e, por conta própria, mandam imprimir em gráficas, o material básico que produzimos. Os não possuem situação financeira folgada. Puxam conversa com o vizinho sobre o tema. Conversam com os amigos. Explicam aos familiares algumas das básicas razões para a adesão à luta. Colam o adesivo no carro, na moto, na bicicleta, na sela do burro que os leva para a lida. Na proa da pequena canoa ou no popopó movido à diesel. Na rabeta à gasolina e agora à álcool combustível.

Os dos contra são do contra. Sabemos muito bem. Muito mais que os próprios pensam sobre seus argumentos. Com uma diferença. Colocaremos nossas razões de maneira pragmática. Já não estamos – há alguns anos – namorando. Casamo-nos com ela.

Para quem “acha! Agora um pedido. Ao dicionário para a boa compreensão do verbo “achar”. Sob o risco de que uma hora não vai mais achar nada. Porque quem acha procura e se não acha, acaba perdido! Se sente lesado.

                                      – Quem acha é porque procurou algo ou alguma coisa.

Nós que somos a favor da criação do estado, não achamos nada! Nós pensamos, desde o princípio, como procurar nossa independência. Simples assim.

Giovanni, Leonildo Rocha, João Salame, Tião Miranda, Luciano Guedes, Dário Veloso, Valmyr Matos Pereira, Maurino Magalhães, Hiroshi Bogéa, Vanda Américo, Nagib Mutran, Zé Fera, Ademir Braz, Manoel Veloso, Gilberto Leite, Mascarenhas Carvalho, Valmir da Integral, Zé Dudu, Bel Mesquita; meu irmão Markus Mutran; minha irmã Flavya Mutran, nunca mandamos matar ninguém. Escravizar ninguém. Pelo contrário, nas adversidades de nossas vidas, fomos homens e mulheres o suficiente para tocar as nossas vidas e observar com muita atenção, aqueles que cultivam o ódio de gente humilde contra a iniciativa de se fazer algo para mudar e romper o ciclo vicioso de décadas que nos subjugam e subestimam nossa capacidade de construção, reconstrução e trabalho.

Ao equivocado, raivoso e jovem líder do MST já citado. Pergunto. O senhor por um acaso já deixou um pouco de lado a leitura de seus postulados ideológicos e pegou firme no trabalho?

Posso, se quiseres. Te recomendar uma lista interessante de pensadores.

Quem me conhece sabe que não tenho duas caras. Adoraria tomar um cafezinho contigo aqui na Câmara dos Deputados, quando vieres visitar o teu patrão João Pedro Stédile. Quem sabe eu não te convenço a convencê-lo a tirar o MST da mais gritante irregularidade jurídica, jamais vista ( ooops!) – na história desse país. Uma entidade receber recurso público e internacional, sem ter, sequer, um CNPJ? Vocês são muito persuasivos.

De minha restrita biblioteca, posso te emprestar – devolva, viu? De São Thomaz de Aquino a Eric Hobsbawm, passando por toda a obra de Ruy Barbosa.

Continue lendo Leonardo Boccio. Releia Maquiavel. Leia a trajetória, de Salvador Alliende. Stalin, Roosevelt. Mussoline, Hitler, Fidel. Jimmy Carter, Mandela. Leia Mao Tsé Tung e leia, atentamente o prêmio Nobel da Paz de 2010, Liu Xiaobo. Leia Javier Pérez de Cuéllar, o “Gabo” Gabriel Garcia Marques ou o mexicano Octavio Paz. Leia Ghandi. Leia a Bíblia, seu moço. Não precisa de tanta distância. Leia Ademir Bráz.

Leia, principalmente, o estudo publicado há cinco anos atrás do IPEA, sobre o Estado do Pará, Carajás e Tapajós. Leia, o diagnóstico da Vale sobre a região. Leia os Cadernos do NAEA da UFPA. Há teses de doutorado sobre a nossa região. Aproveite o seu exílio (tá certo!?).

Quando escrever cartas aos amigos. Não os induza ao erro crasso. Não diga que não há estudos sobre a criação do Estado do Carajás.


                             – Você. No exílio. Vai pega mal para a companheirada, visse.

Talvez seja a distância que te separa da lida. Ou de uma gostosa rede num barraco de um de mais de uma centenas de Favelas Rurais que vocês chamam de Projetos de Assentamento no sul do Pará. Talvez.

Fica mufino não. Posso te enviar por e-mail o estudo: Assimetrias Regionais no Brasil: Fundamentos para Criação do Estado de Carajás. Seja um bom menino e pare de mentir aos seus amigos, dizendo que nunca, jamais, houve um estudo sobre o Carajás. Fica feio o seu patrão saber disso. Olha que ele lhe puxará as suas orelhas.

Já pensou o Stédile dizer:

                 – Pôrr#$@%%%%%a Trocate. Que cara#$%####o de estudo é esse que eu não sei?

Quem quiser o Estudo. Basta enviar um pedido na caixa de comentários do blog do hiroshi informando o e-mail. não precisa se identificar.

Até a próxima e aguardo os comentários.

Por favor, acrescente à lista:

Na pessoa do Prefeito Wenderson Chamon, Darcy Lermen e Álvaro Brito, ao qual fui adversário político nas duas campanhas que o elegeram Prefeito de Conceição do Araguaia, o mais completo estudo sobre a viabilidade do Estado do Carajás, não seria possível ter sido publicado.



Os seus nomes já estão reservados no Panteão de nova estrela da Constelação Nacional brasileira. Da mesma forma que os milhares de anônimos que não fazem questão de aparecer, porém, muito contribuem pela causa de todos.

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30 Comentários

  1. VALDIMAR XINGUARA PA

    1 de outubro de 2011 - 17:28 - 17:28
    Reply

    GOSTARIA DE VER MINHA MÚSICA SENDO USADA NESTA CAMPANHA DE LIBERTAÇÃO E CONQUISTA DE ALFORRIA DO NOSSO POVO, ELA ESTÁ DISPONÍVEL NO YOU
    TUBE E NO MEU BLOG ESTADODECARAJASJA

    MÚSICA PRÓ ESTADO DE CARAJÁS
    AUTOR: VAL LOPES

    QUANDO SE TEM UM SONHO E A RAZÃO TE FAZ LUTAR.
    QUANDO TE FALTA O AMOR, TE SOBRA ADOR, QUE NÃO DA PRA SUPORTAR.

    E A QUELE SONHO VEM DO CORAÇÃO. O SONHO DE SER LIVRE EM FIM.
    PARÁ ME DEIXE EXISTIR, EU NEM QUERO SER TÃO GRANDE
    ME DEIXE VIVER, ME DEIXE CRESCER,
    EU QUERO PODER SONHAR, EU NEM QUERO SER TAO GRANDE
    EU SÓ QUERO SER O ESTADO DE CARAJÁS.

    NOSSO POVO TEM UM SONHO. E POR ESTE SONHO IRÁ LUTAR.
    NÓS NÃO QUEREMOS SER TÃO GRANDE
    SÓ QUEREMOS SER O ESTADO DE CARAJÁS.

  2. Hiroshi Bogéa

    20 de junho de 2011 - 18:43 - 18:43
    Reply

    Caro Valdimar xINGUARA, favor rever a redação de seu comentário que trata de estudos sobre a divisão territorial. O blog tem COMO regra não publicar comentários escritos todo em letra maiúscula. Agradeço. ABS

  3. Anonymous

    1 de fevereiro de 2011 - 16:14 - 16:14
    Reply

    Repito!!!

    O estudo é pago para fazer o tal download!!!!!!!!!!

    Só baixa se depoistar 19,90.

    ME PROVE O CONTRÁRIO!

  4. Val-André Mutran 

    1 de fevereiro de 2011 - 11:53 - 11:53
    Reply

    Se o anônimo das 19:06 PM é um analfabeto funcional, eu não tenho nada a haver com isso.
    Basta copiar o link, colar no navegador e clicar em download.
    Não tem que pagar nada para isso.
    É cada um que me aparece.

  5. Marcos Frazão

    1 de fevereiro de 2011 - 01:09 - 1:09
    Reply

    Ei Val André, eu também quero o material, afinal todos temos interesses na criação do Estado de Carajás, seja ele a favor ou contra.

    Meu e-mail: masfrazao@bol.com.br

  6. Anonymous

    31 de janeiro de 2011 - 22:06 - 22:06
    Reply

    É uma fraude este estudo. Pra poder baixar tem que pagar R$ 19,90.

    Isso o Val não diz!

  7. Vicente Cidade

    31 de janeiro de 2011 - 16:45 - 16:45
    Reply

    Caro Hiroshi,

    O que preocupa é o fato de que o eventual estado de Carajás é visto com muito ufanismo, é possível notar que há uma concentração do debate em políticos e empresários da região, o que a mim, me desculpem, passa uma imagem de pilhagem.

    Quando vejo o uso do "Ame ou Deixe-o" ou vejo também aquelas bandeiras do Estado de Carajás em verde e amarelo, fico a imaginar quem teria sido o seu inventor e o que mais já estaria pronto?

    Particularmente não me oponho a debater a viabilidade do novo estado, mas talvez seja preciso "nascer" uma nova geração para fazê-lo.

    Acho que a preparação de uma eventual criação de Carajás não pode ser movida só por ufanismos.É preciso qualificar o debate, ir além da questão meramente econômica, pensar o todo não só a parte.

  8. Vicente Cidade

    31 de janeiro de 2011 - 16:44 - 16:44
    Reply

    Caro Hiroshi,

    O que preocupa é o fato de que o eventual estado de Carajás é visto com muito ufanismo, é possível notar que há uma concentração do debate em políticos e empresários da região, o que a mim, me desculpem, passa uma imagem de pilhagem.

    Quando vejo o uso do "Ame ou Deixe-o" ou vejo também aquelas bandeiras do Estado de Carajás em verde e amarelo, fico a imaginar quem teria sido o seu inventor e o que mais já estaria pronto?

    Particularmente não me oponho a debater a viabilidade do novo estado, mas talvez seja preciso "nascer" uma nova geração para fazê-lo.

    Acho que a preparação de uma eventual criação de Carajás não pode ser movida só por ufanismos.É preciso qualificar o debate, ir além da questão meramente econômica, pensar o todo não só a parte.

  9. Anonymous

    31 de janeiro de 2011 - 12:48 - 12:48
    Reply

    é bairrista falando de bairrista. um chamando ao pessoal da capital de burgueses, outro parafraseando a frase BRASIL, AME-O OU DIXE-O mandando aos outros irem embroa do estado de carajas, como se ele ja existisse. imagine como nao se comportara depois que o estado for criado. senhores da senzala contenham-se. voces estão com muita saudades dos tempos passados. nao matei, nao mato, nao matamos o que isso tem haver com a discurçao. daqui a pouco mandarao a todos que nao sao a favor ficarem calados e nem irem as urnas expressar seu posicionamento. quem viver verá esse caudilhos querendo calar a boca dos que nao lhes sao favoraveis. se trocate fosse a favora era um genio, como é contra é um imbecil que merece levar uma liçao de conhecimento de cultura, estudar pra ser gente. eu hein

  10. Fidelis Paixao

    31 de janeiro de 2011 - 12:26 - 12:26
    Reply

    Prezado Val-André Mutran, esqueci de colocar o endereço na mensagem anterior, por isso anexo abaixo:

    Fidelis Paixao
    Caixa postal 01
    Rondon do Para – PA
    CEP: 68638-000

  11. Fidelis Paixao

    31 de janeiro de 2011 - 12:24 - 12:24
    Reply

    Prezado Val-André Mutran, gostaria muito de receber o estudo, por favor me envie, pois quero consolidar minha opiniao pro-criaçao do Estado de Carajas.

    Te agradeço desde ja pela fineza.

    Hiroshi, parabens por fomentar esse debate no teu blog, faz falta termos mais espaços assim em nossa regiao.

    Fidelis Paixao
    advogado em Rondon do Para
    pastor evangelico

  12. Val-André Mutran 

    31 de janeiro de 2011 - 12:23 - 12:23
    Reply

    Todos os leitores estão convidados para a apresentação oficial do livro contendo o estudo "Assimetrias Regionais no Brasil: Fundamentos para Criação do Estado de Carajás." na AMAT em Belém, no dia 10 de fevereiro.
    Ainda hoje, disponibilizarei um link em PDF da íntegra do estudo.

  13. ivair

    31 de janeiro de 2011 - 12:01 - 12:01
    Reply

    O Estado de Carajás não sai do papel por absoluta falta de lideres. Esses que se colocam nessa condição…. fala sério é muita sacanagem.

  14. Anonymous

    31 de janeiro de 2011 - 11:14 - 11:14
    Reply

    O descaso do Estado do Para com esta regiao e antigo e podemos verificar isto na propria historia de fundacao de Maraba em que os fundadores na epoca buscaram integrar esta regiao ao Estado de Goias devido o desprezo existente na epoca dos govenantes acautelados em Belem.
    Ate hoje este despreso existe pois a burguesia belenense so quer o esta regiao como quintal deles.

  15. Anonymous

    31 de janeiro de 2011 - 09:27 - 9:27
    Reply

    E continua não publicando os benditos estudos…

  16. Anonymous

    31 de janeiro de 2011 - 01:13 - 1:13
    Reply

    Essa é a lista dos que lutam pelo "Estado de Carajás", ou seja, uma meia dúzia de aloprados e sedentos por poder, cargos, vantagens, privilégios, favores..etc, etc, etc..! Faz-me rir Sr. Val André.

  17. Anonymous

    31 de janeiro de 2011 - 00:10 - 0:10
    Reply

    Pode-se concordar ou discordar com a criação do Estado de Carajás. Devemos todos concordar com uma coisa: o tema deve ser pautado em todos os debates.

  18. valdecir clemente (tiziu)

    30 de janeiro de 2011 - 14:59 - 14:59
    Reply

    Meus caros amigos e amigas que lutam por dias melhores aqui no sul e sudeste do estado.
    Quero dizer que essa luta em prol carajás já vei de muitos e muitos anos.Sem que nao é facíl essa criaçao em funçao em vários asptctos.
    Primeiro falta um discurso mais consistente,com responsabilidade social,economico e principalmente politico.
    Segundo essa discursao só vem a tona quando em vespera de campanha em especial a de estado.A comunidade já nao acredita na realizaçao dessa proeza,pois nao há uma formulaçao com objetivos e sim ideias pequenas quanto a pssivel criaçao de uma unidade á mais no Brasil(falta sangue,batalhas e organizaçao),as pessoas que estao a frente do debate já estao sendo tachados pela sociedade como incompetentes.
    Terceiro temos que fazer um debate por dentro do congresso nacional e frisar com propriedade da importancia da criaçao do estado de carajas para nóis sul paraenses digo carajazenses,pois sabemos que o congresso nacional possui 594 parlamentares nas duas casas,camara e senado pois o debate tem que ser bicameral.Como temos menos de 100 parlamentares no norte do Brasil fica dificil a discursao,se colocarmos essa matéria em pauta entre um orçamento e a ficçao do tema no congresso é lógico que eles iram discutir o orçamento da uniao até porque para garantir recursos para suas respectivas bancadas.
    Entao temos que encarar com força e determinaçao mas acima de tudo levantar lideres entorno desse debate com ideas novas e que essa batalha fosse travadas contidianamente para a parte interesada.
    Que Deus abençoe o Brasil,nosso estado do Pará e nossa rgiao que tanto clama por dias melhores,só assim queremos ver todos com paz e dignidade.
    Sou a favor dessa criaçao até por que conheço com muita propriedade da dimençao que é o Pará e sei que é de extrema imporancia uma nova unidade nesta federaçao brasileira.
    Acredito que no proximo dia 10 de fevereiro quando o chefe da casa civil e sua equipe vai monstrar os estudos de viabilidade para a possivel ou nao criaçao para as lideraçao em especial os associados da amat em Belém.
    Gostariamos que os nosso lideres nao se deixasse se levar pelo estudo que eles estao propondo até porque a bandeira de campanha politica e eleitoreira do atual chefe da casa civil para deputado federal Zenaldo Coutinho era contra as criaçoes de tapajós e carajas.
    A regiao metropolitana onde envolve os municipios de Belém,Ananideua,Marituba,Santa Barbara e Benevides esses sempre foram contra a divisao,bem como os municipio da regiao de integraçao Guama tendo em vista o municipio de Castanhal,a regiao de integraçao Caetés com o seu maior municipio de relaçoes politicas e por ser um dos mais velhos daquela regio que é Bragança saom contra a separaçao´, já alguns municpios da regiao de integrçao Capim sao a favor como Rondon do Pará,Abel Figueiredo,Dom Elizeu,Ulianopolis e outros que sao dessa regiao sintuados na BR 222 sao pela criaçao. tem tudo para dar certo só é necessário levar a coisa mais a sério e ganharmos essa luta com inteligencia e sabedoria,acho que é hora de fazer um estudo por aqui e nao deixar que esse estudo fosse apresentado pelo Zenaldo e a equipe que ele vai coordenar sendo assim por eles é como entregarmos a banana nas maos dos macacos para ser nossos vigias.
    sei que existem estudos de viabilidades mas que sao obessoletos,velhos,antigos e hoje a realidade é outra pois os investimentos que se apresentavam naquela época é diferente dos atuais como por exemplo temos a alpa em marabá,acriaçao de mais hidreletricas como a do rio araguaia e tocantins os novos portos,as enclusas de tucurui e ouros impledimentos qua estao surgindo em funçao das necessidades.
    Abraços do amante dessa regiao
    TIZIU DA BR 222

  19. Anonymous

    30 de janeiro de 2011 - 13:22 - 13:22
    Reply

    Projeto Oligarquico é projeto oligarquico. Se bem analizarmos esse grupo de pessoas que "nunca mandou matar nínguém.Dá medo…Más o que vier vai dar pau prá costa do povo.

  20. Tom Bonfim

    30 de janeiro de 2011 - 04:32 - 4:32
    Reply

    Alguns pensam que o peso do ódio vale moeda de convencimento. Que nada! Isso só constroe incertezas e alvoroça suspeitas.
    Duvidar da viabilidade e autonomia(s) desse ou daquele bocado de terras não torna ninguem menos cidadão.
    A locução à centelhas "carajas AME OU DEIXE..!!!", do anônimo, é a expressão sintética e iluminada do pensamento ariano que habita nas intolerâncias de alguns PRÓ.
    Se, pela via da urbanidade, o debate existisse, quão morta já estaria a Inês?

    Viva o Pará! Inteiro!

  21. Anonymous

    29 de janeiro de 2011 - 23:16 - 23:16
    Reply

    como diz na vida .. carajas AME OU DEIXE..!!!CADA UM FACA SUA ESCOLHA BRILHANTE PALAVRAS SR. VAL ANDRE . E CARAJAS…

  22. Anonymous

    29 de janeiro de 2011 - 22:10 - 22:10
    Reply

    Dividir não ajuda a população a mudar o estado nulo de coisas sob a o qual o Sul do Pará está enterrado!

    Políticos do Sul do Pará, isso sim, devem e são eleitos para trabalhar pela melhoria da população desse estado, e não para dividi-lo em partes.

    Nenhum governo – sério e dotado de sã consciência -, assinará a criação de novos estados, entre eles o de Carajás: há despesas exigidas da união mais úteis e imediatas, do que apenas satisfazer e sustentar grupelhos políticos que querem a chave do poder para a criação de feudos econômicos com intenções duvidosas.

    Vale alertar: sustentar políticos sem nenhum "bem" feito á população do seu lugar, é crime de lesa-pátria.

    Viva o Pará! Inteiro!

  23. William Guimarães

    29 de janeiro de 2011 - 22:09 - 22:09
    Reply

    Val-André, (desculpe-me Hiroshi)
    Quando vieres a Marabá, estiveres por aqui assim, de bubulha… traga uma bendita cópia desse estudo para que possamos enfim vê-lo.
    Quanto as opiniões por você explicitadas, concordo! diria até que sou seu fã por isso…
    Qualquer pessoa com o mínimo de vivência ou instrução, pode ver claramente o quanto o novo Estado vai ser bom além de necessário.
    Abraços a você caro amigo. (obrigado Hiroshi).

    William

  24. Val-André Mutran 

    29 de janeiro de 2011 - 21:20 - 21:20
    Reply

    Nobre advogado Aldo.
    Com a permissão do editor do blog.
    Na segunda-feira, 30. Te enviarei, via Sedex, o estudo em tela.
    Desde já, te agradeçemos o interesse.
    E, se possível. Se não for abusar de tempo.
    Volte aqui, após ler o trabalho.
    Se eu conheço o meu professor Hiroshi. Ele vai publicar, na íntegra, tua opinião.
    E vamos em fente, que atrás vem gente.

  25. Anonymous

    29 de janeiro de 2011 - 18:05 - 18:05
    Reply

    Boa tarde,
    gostaria de solicitar também uma cópia do estudo do futuro Estado de Carajás. Meu email é: nandestur@yahoo.com.br

    Obrigado pela atenção.

  26. Anonymous

    29 de janeiro de 2011 - 17:51 - 17:51
    Reply

    Concordo com o Sr. Val Mutran na criacao do Estado de Carajas.O que assusta com o novo Estado e que lideranca podera assumir Carajas,visto que na relacao de pessoas citadas em sua nota acima excetuando aqueles que nao possuem cargo politico os demais que sao politicos profissionais nao merecem a minima confianca para gerir os anseio do povo do Sul e sudeste do Para.

  27. Blogue Marabá 2012

    29 de janeiro de 2011 - 17:03 - 17:03
    Reply

    Cada um defende aos seus interesses conforme as suas conveniências.

    Os que são favoráveis o fazem por enes motivos: entre eles o controle político e econômico da nova unidade, tirando como sempre da grande maioria qualquer oportunidade de participar do bolo e deixando-lhes somente as mazelas e as contas a pagar, como sempre.

    Os que são contra também o fazem por enes motivos: entre eles está o valor a ser pago pela ambição desmedida dessas pessoas, que será extraído de seus bolsos e para que no fim constatem o óbvio: que tudo continuará como dantes.

    Sou migrante com 30 anos de domicílio nesta cidade de Marabá. Até hoje não vi qualquer político fazer algo em favor do bem-estar do povo. Se fizeram, ficou só na propaganda, como sempre. Mas mesmo assim aqui continuarei dando a minha pequena contribuição e entendendo que as coisas não aconteceram ainda exatamente por causa desses senhores que vivem nos sugando e nos deixando conviver somente com as mazelas as quais eles nos brindam no nosso dia a dia.

    Aos insatisfeitos com a situação geopolítica do Estado do Pará que busquem outros ares ou que provem que aqui estavam bem antes da criação do grande Estado do Pará: quer sejam filhos ou migrantes. A dica também vale para os ensandecidos pelo poder e dinheiro e que só pensam em seus umbigos.

    Temos problemas mais urgentes a serem resolvidos que são vitais para o bem da população que aqui vive. Por que discutir o sexo dos anjos?

    Todo esse pessoal empenhado em criar seu próprio reinado, pois não estão pensando na coletividade coisa nenhuma, primeiro deveriam limpar suas casas (cidades que administram), mostrar a que vieram.

    Se até agora demonstraram que são incapazes de administrar suas cidades, saberão administrar um estado com um número de problemas ainda maior?

    O Estado de Carajás pode até sair, mas não será por anseio de sua população, e sim por falta de discernimento. Um povo assim é fácil alienar, manipular e enganar com promessas de um mundo novo. É uma grande massa sofrida que anseia por dias melhores e se deixam levar por vãs promessas.

    Também sou um ignorante e quero o melhor para mim, para os meus e para o restante da população. Mas não vou deixar me levar por essas fábulas. Nunca mais!

    E não me queiram mal os que são a favor da divisão. Respeito a opinião de vocês, mas agora sou capaz de formar a minha própria opinião. E nada do que digam me fará mudar de opinião. E vice-versa.

  28. Diário de Um Advogado

    29 de janeiro de 2011 - 16:40 - 16:40
    Reply

    Caro, Hiroshi, gostaria de receber cópia do estudo sobre aviabilidade da criação do estado do Carajás. enviar para e-mail: aldo-dias@bol.com.br. Agradeço se for atendido. Aldo Dias, advogado em Tucuruí.

  29. Anonymous

    29 de janeiro de 2011 - 16:12 - 16:12
    Reply

    Alguns professores universitários da uepa, ''alguns'' são a favor da criação do novo estado e passa isso aos academicos,estes que muitas vezes tem dúvidas das reais situações com a criação deste estado.Quanto ao pessoal do MST, o capital estrangeiro que esse povo recebe é gritante e revoltante,no minimo deveriam ser invetigados pelo ministério publico!!

    Sandra

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