Entre chuvas do rosado

Publicado em 8 de janeiro de 2010

Marabá foi  banhada por mais de dez horas de chuvas, ininterrupta.

Somente agora, no meio da tarde,  o dilúvio cessou.

Chuva gostosa, daquelas que cai  intiriço, igual cantiga de grilo.

Mas sem sobressaltos de ventanias. Nem trovões. Nem de  relâmpagos.

“Linda  como a pele macia de Oxum”.

Usufruindo ainda os últimos dias das rápidas férias, aqui em casa, o poster curtiu o  dia chuvoso de bubuia numa rede, ouvindo o ruído da chuva  cadindo numa bacia estrategicamente colocada ao fundo da janela do quarto.
Terminando de ler “Leite Derramado”, do Chico, cada dia mais belíssimo escritor. Tão bom quanto músico.
 
Ou melhor?