Empresário marabaense da área de turismo leva atendimento às famílias carentes das ilhas próximas a Belém

Publicado em 22 de janeiro de 2021

O empresário Sampaio Neto (foto acima) proprietário do Gold Martan Hotel, e investidor na área de turismo de Belém, é um daqueles executivos que brilham não apenas pela competência que demonstra na condução de seus negócios.

Ele é um personagem do mundo business com preocupações humanitárias demonstradas em diversos estágios de sua vida.

Não olha apenas ganhar dinheiro por ganhar.

Divide também um pouco de seu sucesso empresarial chegando junto das pessoas mais necessitadas.

Filho de família tradicional de Marabá, Sampaio Neto atua há mais de quarenta anos na área de turismo, oferecendo serviços de hotelaria e de passeios pelos rios que cercam Belém, através de  sua agência.

O Iate Borari é uma marca de referência do turismo belenense que singra os rios amazônicos sempre voltado a mostrar as belezas naturais que circundam a capital paraense.

Ribeirinhos atendidos nas ilhas de Belém

Vez por outra, toma-se conhecimento das atitudes admiráveis do empresário buscando incentivar melhorias sociais, auxiliando quem necessita, principalmente  nas questões de saúde.

A “Ação de Cidadania” foi um ato de expressivo valor humano patrocinado por Sampaio.
A bordo do Iate Borari,  equipes de médicos e enfermeiros percorreram  as ilhas próximas de Belém levando atendimento clínico e distribuição de medicamentos.
Conhecedor da difícil vida que as famílias ribeirinhas  levam no dia a dia – como também é conhecedor das carências dos ribeirinhos tocantinos, Sampaio deu mais uma  prova de sua generosidade humana.
As imagens, por si, mostram a importância da ação de cidadania  patrocinada pelo empresário do ramo do turismo – e que muito emoção transmitiu ao blogueiro.
Como bem disse Sampaio, ao  explicar  a origem de seu ato:
                  – Além de  ser  uma parcela da nossa responsabilidade social,  ninguém pode ganhar dinheiro feliz sabendo que em seu entorno há bolsões de miséria que poderiam, caso atendidas prontamente pelos governos e pela sociedade, se transformar em potenciais consumidores.
Equipe da Ação de Cidadania