Hiroshi Bogéa On line

Em cinemascope

Enviada por Gerson Nogueira, Diretor de Redação d’O Diário do Pará:

Os grandes sucessos do cinema, ao serem exibidos em Cametá, uma bonita cidade do
interior do Pará que tem um português muito particular, não davam público. Então, a sala de cinema estava quase indo à falência. Para salvar os negócios, o proprietário resolveu adaptar seus títulos ao dialeto local. Pronto, fez fila, ninguém perdia um filme.

Aqui vão alguns exemplos:

“Velocidade Máxima” – Rápidu pra Purra

“Duro de Matar” – Escruto de Morrer

“Esqueceram de Mim” – Me Deixaram Suzinhu

“Coração Valente” – Curação Macho

“Free Willy” – Pirarurucu Purrudo

“Tubarão” – Mapará Qué Matá

“Tubarão II” – Mapará Qué Matá de Nuvo

*Obs: O filme TUBARÃO III, no caso MAPARÁ QUÉ MATA DE NUVO E DE
NUVO, não teve público, pois o povo achou que era um filme muito ‘pitiú’.

“Titanic” – Narfrágio do Fé em Deus

“Máquina Mortífera” – Jegue Invocadu

“Fantasma” – A Visage

“Querida Encolhi as Crianças” – Muié, as Criança tão Gititas

“Corra Que a Polícia Vem Aí” – Fica na Bicora que os Mata-Cachorro já tão na Ilharga

“Priscila, a Rainha do Deserto” – Bando de Fresco Alegre

“Às Margens da Loucura” – Na Ilharga da Lucura

“Tomates Verdes Fritos” – Mandioca Incruada e Rançosa

“Rio Babilônia” – Igarapé Amardiçuado

“Amor Selvagem” – Trepada na Beirada

“Poço das Vaidades” – Olho d’Água Luxento

“Splash, uma Sereia em Minha Vida” – Spraxi, Minha Muié é um Tucunaré

“A Gaiola das Loucas” – Arapuca de Viado

“9 1/2 Semanas de Amor” – Quase 10 Semanas de Nheco Nheco

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