Hiroshi Bogéa On line
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4 Comentários

  1. Anonymous

    8 de julho de 2010 - 19:34 - 19:34
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    Novas contratações do flamata: Fernadinho Beira Mar, Macarrão,a volta do Adriano Metralhadora, a permanência de Wagner Noia Love, a nova concentração dos jogadores será em Bangu I.

  2. Anonymous

    8 de julho de 2010 - 01:36 - 1:36
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    A escolha da OS (Organização Social) Idesma para gerenciar o Hospital Metropolitano ocorreu por meio de concorrência pública, seguindo todos os ritos legais para esse tipo de certame. O processo licitatório é transparente, público e não guarda qualquer relação com acordos políticos.
    A Secretaria de Estado de Saúde (Sespa) encaminhou, no dia 15 de junho passado, à Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Pará (OAB/PA) ofício em resposta ao questionamento sobre a participação da OS Idesma na concorrência pública para gerenciar o Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência.
    O documento esclarece que em termos legais e jurídicos e com base na farta documentação enviada pela OS (e encaminhada à OAB), a Sespa verificou que o Sr. Luiz Afonso Sefer, em momento algum fez ou faz parte da referida OS, seja como sócio, membro, ou como mero detentor de cargo administrativo naquela Instituição.
    Portanto, penalizar a OS Idesma por um delito cometido por pessoa que supostamente constaria dos quadros estatutários legais, significaria ferir tanto o princípio da isonomia previsto na Constituição quanto o da legalidade, considerando que não há lei que proíba a participação da instituição no processo de seleção.
    Caso o Estado procedesse como desejam alguns, seria o mesmo que excluir uma empresa de uma licitação pública porque um parente de um dos membros da sociedade teria sido condenado na esfera judicial por um crime trabalhista ou de qualquer outra natureza.
    Também não há motivação legal para o pedido de rescisão imediata do contrato já mantido com o Idesma em relação à gerência do Hospital Regional de Redenção. Se isso viesse a ocorrer, a Secretaria incorreria em provável quebra de contrato, e consequentemente, em diversas sanções contratuais, além de problemas na esfera judicial relativos a processos de indenização.

  3. Mural de Marabá

    7 de julho de 2010 - 22:33 - 22:33
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    É a banilzação do crime que já atingiu a todas as classes sociais, tudo por falta de punição.

    Tivesse ainda no Brasil funcionando o uso da corda, teríamos bem poucos casos desses.

  4. Anonymous

    7 de julho de 2010 - 21:12 - 21:12
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    A meu ver esse exemplo de humor negro é impróprio para esse fato criminoso que causa o clamor popular dos brasileiros.

    Muitos idiotas da internet já tentam desvirtuar o crime em questão, revelando que a vítima era atriz pornô e prostituta de luxo.

    O Caso Elisa Samudiu é a confirmação exemplar de como os casos de violências contra mulheres são tratados pela polícia brasileira.

    Reportagens declinam que desde novembro de 2009 a vítima procurou ajuda da polícia carioca, registrando ocorrência policial, noticiando ser ter sido vítima de violência por parte do atleta Bruno e seus asseclas. Nada foi feito.

    Foi necessário a vítima ser seqüestrada, morta, esquartejada, dada como ração pra cachorro e seus restos mortais enconcretados, para a polícia tomar providência.

    Um simples exame toxicológico realizado em novembro de 2009 só teve resultado esta semana. Porque tanta demora?

    Agora não falta Delegados e Promotores querendo ganhar os louros descobertas das investigações.

    Pra emissoras de TVs, não vai falta audiência.

    Enquanto isso mulheres vão morrendo.

    Esse é nosso brasil (com "b" minúsculo).

    MARCO
    CANAÃ DOS CARAJÁS/PA
    JULHO/2010

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