Hiroshi Bogéa On line

Divisão territorial do Pará

Em primeiro lugar, não é verdadeiro o argumento de que apenas os políticos dessas regiões é que lutam pela divisão.

E se as pessoas parassem um pouquinho para pensar naquilo que estão a dizer, perceberiam logo que isso não tem pé nem cabeça.
Afinal, o que levaria esses políticos a defender uma proposta tão grave, se ela não tivesse base popular?

Por acaso vocês conhecem algum candidato ao Governo do Pará, que, em plena eleição, tenha dito com todas as letras que é contra a separação dessas regiões – e tenha conseguido se eleger?

Então, o que é que faz com que os políticos favoráveis à divisão tenham a coragem de expressar isso durante um processo eleitoral, e os políticos contrários não tenham a coragem de fazê-lo?

 

Parágrafos acima são da lavra de Ana Célia Pinheiro, abordanndo em sue blog, mais uma vez, a proposta de divisão territorial do Pará.

AQUI, para ler o texto  integralmente,

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14 Comentários

  1. RAY

    7 de novembro de 2011 - 10:56 - 10:56
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    Divisão Territorial do Pará!!!!
    Eu sou paraense NATO.Porém, vejo esse tema com grande peocupação, pois o pará em seu longo espaço territorial, habitado e não haitado, onde tem um cidadção ele acima de tudo brasileiro, e tem seus direitos resguardados ver CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA, todos são contribuintes ao desenvolvimeno de um estado independa de idade, o Por que alguns setores regionais Paaense, são penalizados e outros beneficiados, isso é consequencia de ações políticas e politiqueiras, que aliemtão a burocracia protelando a divisão dos recursos publicos, ai temos os grandiosos problemas, na saúde, educação, no esporte e lazer.

  2. Vítor Silva

    27 de outubro de 2011 - 07:27 - 7:27
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    Devemos analisar com mais calma, e frieza essa história de desmembramento. Pois tem sim por trás destes fatos empresas grandes e políticos que não conseguem se reeleger no Estado. Mas também há o fato de que os recursos do Estado se concentram na Capital do mesmo, não devemos ver somente um lado mas sim os dois e pesquisar melhor e aguardar as próximas notícias sobre o que será feito, o Amapá antes fazia parte do Pará e agora já é outro Estado, o Pará é um Estado rico, grande, de população que precisa ser olhada e acolhida pelo governo em todo Estado, eu acredito que como 1ª medida deveria ser distribuída melhor os recursos para o Estado e aumentado já que não se trata de um ilhota mas sim um grande Estado que merece apoio.

    Vítor Silva
    São Paulo/SP

  3. Márcio

    29 de junho de 2011 - 10:28 - 10:28
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    O movimento separatista de Carajás é encabeçado por madereiros, grileiros, latifundiários, politicos com interesses escusos, forasteiros (inclusive o marqueteiro latifundiário)… Ou seja, os responsáveis pelo Pará liderar as listas de Trabalho Escravo, Desmatamento Irregular, Comércio de material floretal de procedência ilegal… é com esse tipo de gente que o Estado de Carajás poderá dar seus primeiros passos, desta forma imagine como será o futuro de um estado assim. Pará que te quero grande.

  4. Anônimo

    21 de maio de 2011 - 18:35 - 18:35
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    Chairman. Me parece muito pobre sua ótica em relação a criação do Estado de Carajás. Não podemos imaginar que na política só tem bandido, incompetente, ladrão, isso e aquilo do ponto de vista negativo. A renovação que vç fala será sem dúvida uma conquista da sociedade de maneira paulatina e através de processo democrático. Porém, não tem nada a ver com o fato e possibilidade de criação do Estado de Carajás. Não tenha dúvida meu chapa, que por mais que ocorra de negativo será muito melhor do que está hj. Essa história que só uma elite poderosa vai comandar o poder é apenas uma imaginação de quem é contra a divisão territorial do Pará. Basta ver que a população da região nada tem a ver com a população realmente paraense. Nada mais justo do que a emancipação. Numa próxima postagem aprofundarei o debate naquilo que vai ser o fundamental que é a possibilidade de desenvolvimento da região expondo pontos positivos e negativos.
    Abraço

  5. Chairman

    14 de maio de 2011 - 18:07 - 18:07
    Reply

    É uma questão bem simples: A desculpa pra criar novos cargos políticos (dividir o estado como se conhece) é pq os “recursos estão só na capital”. Ora, se os POLÍTICOS IMCOMPETENTES não tivessem deixado os recursos só pra lá, isso não seria necessário. É claro que a divisão só trará benefícios pra meia dúzia de famílias que estão no poder há anos e não tiveram competência pra segurar recursos aqui. E vocês que estão embarcando nessa juram que a coisa vai mudar!!! Não é de divisão que precisamos!!! É DE RENOVAÇÃO POLÍTICA!!!

  6. Hiroshi Bogéa

    14 de maio de 2011 - 08:51 - 8:51
    Reply

    Anonimo das 21:09, refaça seu texto. Não venha acusar aqui qualquer pessoa de “corrupção” sem apresentar provas. Meu blog não será nunca alvo de ação por calúnia e difação às custas de gracinhas irresponsáveis. Mude o tom de seu comentário, para moderação.

  7. Beto Castro

    14 de maio de 2011 - 06:27 - 6:27
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    A criação de Carajás e Tapajós é importante para Nação Brasileira como Toda e já pode ser considerada ‘O ACONTECIMENTO DO SÉCULO’.Afinal, não é todo o dia que se soma uma Itália e uma França ao Brasil.Haverá um Brasil antes de Carajás e Tapajós e outro novíssimo em folha após este grandioso acontecimento. Esse deverá ser o sentimento de cada paraense e de cada Amazônida diante da grandeza histórica deste grande FEITO.

  8. Anônimo

    13 de maio de 2011 - 19:25 - 19:25
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    Com essa tropa de políticos incompetentes ,corruptos que Marabá e região orgulhosamente dispõe,pode-se criar até uma nova nação na região,que a chance de termos:estradas asfaltadas;educação e saude de qualidade e cidades seguras e saneadas,é ZERO ! É isso que todos tem o direito de saber.SÓ ISSO !!A turma é antiga,antiga…Nunca fez nadica de nada….

  9. maria

    13 de maio de 2011 - 18:52 - 18:52
    Reply

    Meu amigo a saúde anda ruim a Educação nem se fala aluno sem merenda professor sem receber o vale alimentação.Eita maraba sem justiça ate parece que essa terra os orgaos fiscalizadores como MPE MPF CMM e outros sao cegos o pior sao provocados mais o processo sendo contra prefeito nao anda mais quando professor faz greve rapidinho o prefeito vai la e consegue fazer o processor ser julgado.Tamo lascado

  10. Anônimo

    13 de maio de 2011 - 16:02 - 16:02
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    Precisamos saber o resultado do plebiscito ou já tá acertado?Parece que pelo andar da carruagem o jogo já tá ganho antes do apito final.Calma com o andor que este santo é de barro.E barro ruim prá burro.Muitos “baixa procedencia” lutando por espaço(depois vai ser pior).Um já foi candidato a prefeito em vários municipios e nunca eleito(parece que foi nomeado num deles).

  11. João Dias aragão

    13 de maio de 2011 - 13:34 - 13:34
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    Caro Iroshi,
    Com o intuito de colaborar com as opiniões postadas, julgo oportuno divulgar a síntese do dispositivo legal que regulamenta a matéria de acentuada relevância. Considerando o processo como um todo, não me parece tão simples e resolvido como muitos pensam, a separação dos Estados.

    A Lei 9.709/98, assim dispõe: Art. 4º A incorporação de Estados entre si, subdivisão ou desmembramento para se anexarem a outros, ou formarem novos Estados ou Territórios Federais, dependem da aprovação da população diretamente interessada, por meio de plebiscito realizado na mesma data e horário em cada um dos Estados, e do Congresso Nacional, por lei complementar, ouvidas as respectivas Assembléias Legislativas.
    Art. 7º Nas consultas plebiscitárias previstas nos arts. 4o e 5o entende-se por população diretamente interessada tanto a do território que se pretende desmembrar, quanto a do que sofrerá desmembramento; em caso de fusão ou anexação, tanto a população da área que se quer anexar quanto a da que receberá o acréscimo; e a vontade popular se aferirá pelo percentual que se manifestar em relação ao total da população consultada.
    Att,
    Tijuca,RJ
    João Dias

  12. João Lima Júnior

    13 de maio de 2011 - 10:56 - 10:56
    Reply

    Ana Célia Pinheiro foi honesta e corajosa! Deu um show em cima dos “sem-visão” de Belém, que acham que a separação lhes prejudicará. Simplesmente não percebem que, com a criação de novos estados, eles poderão se voltar somente para Belém e região e resolver os problemas da saúde pública de Belém, por exemplo. Um caos que envergonha o Pará nas manchetes nacionais. Visão limitada, desenvolvimento limitado.

  13. George Hamilton Maranhão Alves

    13 de maio de 2011 - 09:49 - 9:49
    Reply

    Realmente, no início, há uns 20 anos, o movimento era mais da cúpula política e empresarial. Porém, hoje, vemos que a sociedade civil, como um todo, abraça a causa.

  14. Prof. Alan

    13 de maio de 2011 - 08:28 - 8:28
    Reply

    Ah, mas a Ana Célia tá querendo fazer graça! Lógico que a população apoia a divisão do Estado, os políticos não iriam mesmo defender algo que o povo não quisesse (a não ser salvar seus mandatos, em qualquer caso…). O que faltou ela dizer é que os políticos é que incutiram essa ideia na população como a panaceia de tudo. Estão vendendo ao povo terreno na Lua pra entregar em Marte. Iludem o povo de que a divisão é a solução pra todos os problemas, e que no dia seguinte à divisão todos estarão morando na Suíça – com direito aos cumes nevados…

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