Hiroshi Bogéa On line

Depois de muitos debates, educadores aceitam proposta para receber salário atrasado de dezembro

 

 

O relato é do sindicalista Aurismar  Queiroz, resumindo resultado da assembléia dos associados do Sintepp que discutiram,  e aprovaram,  proposta do governo João Salame para o pagamento do salário do setor educacional  de dezembro/12:

 

 

Em plenária lotada que aconteceu nesta sexta-feira (15) os servidores da educação decidiram aprovar a proposta do governo em parcelar o pagamento referente ao mês de dezembro. Segundo essa proposta, os servidores que tem com base o salário mínimo que tem a receber como salário líquido de dezembro até R$ 1.000,00 receberão no próximo dia 28/02 dois salários: um referente ao mês de dezembro e outro referente ao mês de fevereiro, para essa categoria, que engloba a maioria do pessoal de apoio, não haverá parcelamento. 

Para os demais servidores que recebem de R$ 1.001,00 em diante terão seus salários de dezembro parcelado em 4 parcelas a serem
pagas a partir do dia 28/02, juntamente com o salário do mês de fevereiro. 
Durante a plenária houve momentos de discursos bastante acalorados”o governo que se vire!” bradava um servidor da plateia. No entanto, o vereador Pedro Souza (PPS) e Toinha do (PT), tiveram bastante conhecimento para esclarecer a todos presentes as impossibilidades do governo em pagar na íntegra o salário do mês de dezembro. 
A professora Cristina Arcanjo, presidente do Conselho do Fundeb, ao fazer uso da palavra disse: essa não é a proposta que eu defendo, mas tenho clareza em dizer a vocês que hoje, contando com os recursos que temos do Fundeb, não há como pagar essa folha na íntegra”.
O professor Lucimar Tavares, conselheiro do Fundeb titular que representa o Sintepp, explicou que o Marabá esperava receber em janeiro de complementação referente ao ano de 2012 cerca 7 milhões e recebeu apenas 70 mil reais. 
Diante de todo o que foi exposto surgiram duas proposta: a do governo de parcelamento como foi apresentada e a de não parcelamento. A maioria absoluta votou aprovando a proposta apresentada pela equipe do governo.
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