Hiroshi Bogéa On line

De cabo a rabo, na Perereca

Ana Célia Pinheiro, carregada da sempre dedicada carga de informação que dá aos seus textos jornalísticos, dá um show de cobertura da crise que envolveu as tendências internas do PT com o governo, desfilando detalhes até agora não revelados ao grande público do que pode vir a ser a reedição, ou não, da aliança PT/PMDB na eleição de 2010.

A jornalista/blogueira passou a vassoura em tudo que pode varrer, durante a festa de aniversário do Partido dos Trabalhadores,

Está bom demais ler a Perereca da Vizinha.

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3 Comentários

  1. Anonymous

    1 de fevereiro de 2010 - 20:50 - 20:50
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    Ana recuou, digo, os meninos da ANA recuaram. Sabiam que não podiam levar adiante seu projeto de ocupar o INCRA. Eles já tinham muito. Tinham todo o governo. Essa movimentação podia levar a convocação de uma indesejával prévia, onde poderiam descobrir o quanto são queridos.

    Mas, finalizando, PAULO ROCHA mostra que é um grande articulador, ele sim deveria ser o homem do governo ANA. É o grande vitorioso desse abafa-princípio de crise interna.

    A confirmar a aliança PT-PMDB, a reeleição é quase uma certeza. mas que ANA aprenda e que reestruture seu governo nesse eixo entre PAULO e JÀDER. Se ela insistir com seus pupilos (Maurício, Maurílio, André farias e Puty), nada mudará, nesse caso, que ela pode buscar uma casa de veraneio lá em ATIBAIA-SP e ir fazer companhia ao Dr. ALMIR.

  2. Hiroshi Bogéa

    1 de fevereiro de 2010 - 19:12 - 19:12
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    15:53, quem conhece o talento e a seriedade da repórter do DP sabe que ela tem suas fontes tanto quanto a Ana. Não vejo por ai, apesar de creditar ao Perereca maior densidade de informações a respeito do assunto. Abs

  3. Anonymous

    1 de fevereiro de 2010 - 18:53 - 18:53
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    É isso mesmo. E o pior é que a repórter do Diário chupou o furo da Perereca e deu hoje no jornal impresso. Mas a informação da saída do Cláudio Puty está errada. A governadora ainda não decidiu a data que todos devem se ausentar. Mas vai antecipar, possívelmente, um mês da data prevista pela legislação eleitoral. Isso vale para todos os secretários e dirigentes que são ordenadores de despesas.

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