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Cultura e pata de boi

Marlene Santos Xavier, professora em Conceição do Araguaia, em e-mail, critica a anunciada ida do pecuarista Luciano Guedes, ex-presidente do Sindicato Rural de Redenção, para dirigir a Fundação Cultural Tancredo Neves. Ao texto:

“Estou assustada com a notícia de que Ana Júlia, atendendo pedido do deputado federal eleito Giovanni Queiroz (PDT), deverá nomear o fazendeiro Luciano Guedes para presidir a Fundação Cultural Tancredo Neves, que entre muitas atribuições, cuida também do gerenciamento do Centur. E por que de minhas preocupações, já que resido em Conceição do Araguaia e nenhuma ligação direta temos com o Centur? Simplesmente porque a FTN é quem dá guarida às ações do Estado na área cultural, estimulando suas diversas manifestações, além de preservar memória e acervo de nossos bens históricos.
Nada tenho contra o cidadão Luciano Guedes, mas convenhamos, ele não é a pessoa ideal para se envolver de corpo e alma com segmentos como a fotografia, Literatura, Museus, Bibliotecas, Cinema, Vídeo e outros afins, considerando que o dia a dia de Luciano é o boi, o pasto e o arame farpado.
Ou a nossa querida e simpática governadora não conhece seu provável auxiliar ou não está muito preocupada com esse “negócio” de Lei Semear e seus efeitos junto às comunidades culturais do estado”.

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