Hiroshi Bogéa On line

Contra o golpe

Dois deputados federais de partidos diferentes estão juntos para que o FNO (Fundo Constitucional de Financiamento do Norte) não saia da jurisdição exclusiva do Banco da Amazônia. O risco é real caso a PEC da Reforma Tributária, em tramitação no Congresso, seja aprovada com seu texto original. Para evitar esse dano, a Associação dos Empregados do Banco da Amazônia (AEBA) está articulada politicamente com Paulo Rocha (PT-PA) e com Gerson Peres (PP-PA), para derrubar a proposta dentro da PEC da Reforma Tributária.

Segundo a AEBA, várias das emendas pretendidas na Reforma Tributária contribuirão para racionalizar a enorme pilha de normas atualmente desconectadas, em especial o ICMS, as quais levam à guerra fiscal entre os estados. Outro ponto positivo é o tratamento às empresas de menor porte, que ganharão ainda mais destaque, com benefícios robustos a esse segmento que é o que mais emprega na economia. O problema é a redução do percentual destinado ao FNO e sua retirada das mãos do Banco da Amazônia, que possivelmente sofrerá um esvaziamento.

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