Hiroshi Bogéa On line

Construtora tem priorizado mão de obra local

 

Blog apurou que a Camargo Correa rejeitou a contratação de uma empresa marabaense na área de segurança do trabalho pelo fato da mesma não atender quesitos básicos, exigidos pela Vale,  para autorizar o pagamento de terceirizadas.

A construtora teria realizado monitoramento dos serviços oferecidos pela Meta, firma lotada em Marabá, sem conseguir ser convencida de que sua qualificação profissional estaria a altura do volume de serviços que a Camargo realizará na duplicação da  Estrada de Ferro Carajás.

Só para  ter ideia da grandiosidade da obra, em seu pique de intervenção, a CC terá mais de mil trabalhadores atuando apenas no trecho da ferrovia localizado no município de Marabá.

Da mesma forma, a Camargo Correa tem como exigência máxima contratar empresa da área de alimentação  certificada pela Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, e com estrutura física capaz de atender a demanda de mais de três mil refeições dia.

Quase todas as empresas de Marabá, nessa área, estão  montadas em estruturas  de restaurantes,  o que dificulta o atendimento seguro do consumo de grandes obras.

E mais, há esforços por parte da construtora em atender acordos feitos com a Associação Comercial de Marabá e com a própria Prefeitura, no sentido de canalizar as contratações gerenciadas pelo SINE, priorizando a chamada mão de obra local.

“São mais de 80% das contratações diárias. encaminhadas pelo SINE, com total prioridade para o emprego de pessoas da região. Esse percentual só não é maior devido  a qualificação limitada da mão de obra”, explica a direção do  serviço de emprego.

A CC já contratou, até o final da tarde desta quarta-feira, 327 pessoas com residência em Marabá e região.

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1 Comentário

  1. Leonardo Soares

    12 de setembro de 2013 - 14:44 - 14:44
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    Caro Hiroshi, coerente seu ponto de vista. Porém devo discordar de alguns pontos. Nós sabemos que a mão de obra na região deixa a desejar em muitos aspectos, entre eles, honestidade, comprometimento, qualidade, etc. Sempre fui contra trazer profissionais de fora, até que um dia senti na pele o quanto sofremos com os ditos profissionais locais. Não quero entrar no mérito cultural, todavia há sim um certo paradigma, ou seja um circulo vicioso por parte da mão de obra,no que diz respeito a os ” seis meses de carteira assinada”, quando este período se completa os funcionário já inicia seu processo ” auto-demissional”, por que tendo ele ” direitos”, seguro desemprego, fgts, etc. já começa a criar problemas para que o empregador o demita, consequentemente fica mais outro período sem trabalhar, e a receber o seguro-desemprego, fato esse que já virou um negócio. O Pará é o estado mais rico em empregabilidade, não existe o fantasma do desemprego como nas grandes capitais, lá o empregado mesmo em dia de greve nos transportes público, pega um taxi e paga, para que não tenha motivo de perder seu emprego. Aqui basta alguém ter uma dor de cabeça logo apresenta um atestado médico. Porém essa postura é da mão de obra que eu chamo de ” sem foco”, de gente que só pensa em direitos e não soma absolutamente nada, como a própria palavra que acredito ser pejorativa, MÃO DE OBRA.

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