Hiroshi Bogéa On line

Considerações sobre hostilidades

 

 

Estamos sendo hostilizados nas redes sociais por defendermos nosso estado do Carajás. Isso é mais uma prova de que nossos argumentos estão sendo ouvidos e estamos conseguindo convencer muitas pessoas. Seguimos lutando!

 

Registro é do deputado estadual João Salame (PPS), esta manhã, na página do Facebook.

 

Em verdade, os dois lados estão hostilizando radicalmente. Não dá para trocar nenhum pelo outro.

E isso porque a campanha nem bem começou!

—————————

Atualização às 15:03

Para que alguns afobadinhos nao misturem pouquinho de macarrão com porrão de macaquinho,  justeza se faça aos cuidados do deputado João Salame no trato zeloso e civilizado que o mesmo vem tendo nos debates, buscando a concilição harmoniosa das discussões entre os favoráveis e contra a divisão do Pará.

A frase do parlamentar, solta no perfil do Facebook dele, foi usada pelo poster como gancho para mensurar a animosidade latente dos dois lados.

Apenas isso.

Post de 

12 Comentários

  1. Hiroshi Bogéa

    27 de setembro de 2011 - 22:16 - 22:16
    Reply

    Fabiano, você enviou, de novo, texto com mais de mil caracteres. As regras do blog não permitem. Por favor, procure ser menos prolixo em suas considerações, querido. Abs

  2. Fabiano Botelho

    27 de setembro de 2011 - 03:14 - 3:14
    Reply

    Confesso aos amigos que quando recebi a noticia da aprovação da realização do plebiscito em prol da criação dos novos Estados (Carajás, Tapajós e Novo Pará), foram duas as alegrias que vinheram a me contagiar. A primeira foi a de saber que o tão sofrido, esquecido e discriminado povo paraense teria a oportunidade ÍMPAR e ÚNICA de traçar seu destino atarvés do maior e mais importante ato de cidadania: O VOTO. A segunda foi quando na minha ingenuidade cheguei a acreditar que este seria um debate pautado na base do respeito mutuo entre as partes e realizado com argumentos técnicos, econômicos e políticos convincentes e consistentes, para que quando este chegasse ao fim, independetemente do resultado, ficasse gravado em nossas mentes todos os problemas que assolam nossa rica terra, para assim continuarmos a luta por dias melhores. Infelizmente o que imaginei que seria um debate inteligente, tranformou-se em uma campanha eleitoral da pior qualidade, pois o que tenho visto é a propagação de mentiras e promessas vãs por parte daqueles que mantem-se no poder, graças a memória curta do eleitorado. É isso memso nobres colegas, manipuladores da boa fé estão palmilhando o terreno, desdobrando-se em sorrisos, distribuindo apertos de mão e bandeirinhas para aqueles que gostam de ser enganados. A uma parte da população que acredita que jogando o jogo de acordo com as regras impostas pelos facinoras, serão os atores principais na democracia em que acreditam viver. Tudo não passa de uma grande farsa, pois após recebido o voto de acordo com seus anseios, a democracia reencontra-se com a sua verdadeira essência contemporânea: ignorar os governados. A honestidade intelectual é o que mais faz falta neste que era pra ser um debate de idéias, a discussão de ideias já há muito que deixou de ser uma “boa discussão”. O debate instrumentalizou-se na ânsia de derrotar o oponente. É um terreno em que tudo vale para fazer vingar as teses contra as do adversário. Incluindo a vulgarização do oponente. Creio que sejam posturas deste tipo que contribuem para o definhar da democracia.
    Na minha opinião o que era pra ser um debate de idéias, esta se transformando em uma verdadeira guerra (sinônimo da estupidez humana), pois o que tenho visto é que os lideres contrários as emancipações estão a transformar aqueles (povo) que pensam de maneira igual a eles em verdadeiros gladiadores, cujo o único objetivo é tão somente destruir seus adversários para que eles possam continuar a reinar soberanos.
    Agora eu vos pergunto nobres colegas: Será que para se chegar ao topo é necessário passar por cima de tantos valores morais e éticos? Será que os fins justificam mesmo os meios?
    Eu penso que não.
    E você, o que pensa sobre isso?

  3. Luis Sergio Anders Cavalcante

    19 de setembro de 2011 - 16:27 - 16:27
    Reply

    Pois é Célio 00:41 hs., eu seria a favor do famigerado Bolsa-Família sim, caso essa prática travestida de social, tambem pelo PT, não fosse atitude meramente clientelista, encabrestante, humilhante e aviltante. O povo, na realidade, precisa sim, é de emprego para gerar sua própria renda e melhorar sua condição de vida e, por consequencia, sua auto-estima; não de esmolas de quem quer que seja. Em 19.09.11, Marabá-PA.

  4. ana

    19 de setembro de 2011 - 11:33 - 11:33
    Reply

    Olá, acho que a campanha publicitária a favor da criação de Carajás e Tapajós deve ser mas forte na região metropolitana de Belém onde se encontra a maioria dos eleitores, no qual todos sabemos que os votos é contrario a criação dos Estados. E é claro continuar a campanha por aqui para esclarecer as duvidas da população!

  5. Célio

    18 de setembro de 2011 - 00:41 - 0:41
    Reply

    Pois é né seu abelardo e depois ainda tem gente que é contra o bolsa família no Brasil, olha que desproporção. Isso é programa de renda mínima.

  6. Paulo Pereira

    17 de setembro de 2011 - 09:01 - 9:01
    Reply

    Seu comentário a respeito de João Salame foi incisivo. Se ele fez o que tu disseste, a coisa é feia. Mas ao acusador cabe o ônus da prova. Nós todos que frequentamos este blogue temos que ter uma visão ampla da esfera política em Marabá. Que aliás, também tem em seu registro, políticos que não podem ser lançados na tábula rasa, na generalidade, na vala comum. Há sim, muitos que não merecem mesmo o cargo que ocupam. Mas a democracia, como disse Churchil está em constante aperfeiçoamento. Cabe a nós votar e ser votado para que ela vá se aperfeiçoando. “E a perfeição é uma meta, defendida pelo goleiro, que joga na seleção, não sou Pelé nem nada, muito menos sou um Tostão”, como diria Gilberto Gil.
    Agenor Garcia
    jornalista

  7. Paulo Pereira

    15 de setembro de 2011 - 22:38 - 22:38
    Reply

    Caro Hiroshi.

    Nem tanto zeloso e educado, tampouco ético, pois, esperto e maquiavélico, prefere usar seus bonecos, como bom ventrilóquo, para atingir os que julga lhe fazerem sombra politica, a exemplo do que fez com seu empregado (no Opinião) Celso Sabino, que usou para plantar a invencionice de que um certo empresário de Marabá, filho da terra, do ramo de comunicações (só faltou nominar o Felix Miranda), teria de vendido ao Deputado Zenaldo Coutinho, bandeando-se para os lados do “não” à divisão do Pará.Ocorre que ele morre de medo do empresário vir a candidatar-se a Deputado, daí a pressa em denegrir a sua imagem.Esta é a ética dos politicos de Marabá.Triste politica a nossa!

  8. abelardo

    15 de setembro de 2011 - 18:56 - 18:56
    Reply

    O salário dos americanos vivendo abaixo da linha de probreza é equivalente à 3.600,00 reais.

  9. George Hamilton Maranhão Alves

    15 de setembro de 2011 - 17:01 - 17:01
    Reply

    Sinto que nós separatistas temos mais argumentos para o nosso intento de que o outro lado tem para o seu intento. E sinto que nossos argumentos fazem mais sentido.
    Assim, não devemos entrar no “jogo” dos não separatistas. Devemos deixar a prática de hostilidades apenas para eles, pois nós temos argumentos econômicos, políticos e sociais, para a criação da nova unidade federativa.
    Devemos demonstrar que estamos nos separando não para prejudicar “b” ou “c”, mas, simplesmente, para tentar melhorar a nossa vida.
    Devemos nos espelhar um pouco em Ghandi.

  10. anônimo

    15 de setembro de 2011 - 16:58 - 16:58
    Reply

    Somos iguais, desigualmente

    WASHINGTON (Reuters – 13/09/2011) – O número de norte-americanos vivendo abaixo da linha de pobreza alcançou a cifra recorde de 46,2 milhões de pessoas em 2010, num momento em que a economia dos Estados Unidos tentava sair da recessão, informou o governo federal nesta terça-feira (13).

    Num relatório que evidencia o enorme desafio econômico enfrentado pelo presidente dos EUA, Barack Obama, e o Congresso do país, o Escritório do Censo afirmou que a taxa nacional de pobreza subiu pelo terceiro ano consecutivo. O aumento foi de 0,8%, passando a 15,1% da população. Em 2009, eram 43,6 milhões vivendo na pobreza.

    O relatório diz que o número de pobres no país é o maior desde que o órgão federal começou a publicar estimativas sobre a pobreza, há 52 anos. A taxa de empobrecimento é a maior desde 1993.

    Opinião: colaborando com o debate. Blog também é cultura e conhecimento.

  11. Célio

    15 de setembro de 2011 - 14:17 - 14:17
    Reply

    Hiroshi por favor mantenha este comentário em off.

    Se você aprovar para publicação, fica a sugestão desse infográfico publicado pela revista The Economist onde é possível comparar o PIB e renda dos estado brasileiros com outros países, dando uma idéia de como seria a pujança econômica.

    Caso queira publicar é só colar o código abaixo:

    Se quiser alterar as dimensões é ´só mudar os valores width=”xx” height=”xx”> para aqueles mais adequados.

    O link original tá aqui:

    http://www.economist.com/content/compare-cabana

  12. Cláudio Pinheiro Filho

    15 de setembro de 2011 - 13:08 - 13:08
    Reply

    Concordo com o nobre Deputado. Contudo, vejo excessos sendo cometidos por ambos os lados, o que é uma pena. Temos a chance, talvez pela primeira vez na história, de debatermos profundamente as questões socioeconômicas que afetam o Estado, e desperdiçamos o momento com bobagens.
    É preciso bem mais que ofensas para solucionar os problemas sociais no Pará. Bem mais que discursos bairristas repletos de hostilidades para resolvermos o déficit educacional, a falta segurança pública ou o caos na saúde.
    Ou muda-se o tratamento entre as partes, ou muda-se o enfoque da eleição plebiscitária.
    Voto Carajás, Sim! 77. Mas jamais ofenderia a terra onde hoje, ainda moram, meus irmãos, mãe, e onde descansam avós e avôs. Educação em qualquer momento é sempre agradável.

    Antes que perguntem ou façam qualquer dedução, sou marabaense.

Deixe seu Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *