Como um filho
“Eu posso alugar o meu mandato? Não. Posso dar garantias? Não. Olha que no direito tem de tudo, as idéias mais criativas, mas isso, não! Há coisas que não estão escritas, mas estão no seu ventre, no seu fundamento, nos seus alicerces.
Sou favorável a que o mandato é partidário porque ninguém pode ser candidato sem partido. O partido é um ser. Um ser necessário ao candidato”.
O fulminante argumento é de Paulo Brossard, considerado um dos maiores juristas do país, ao defender a devolução dos mandatos na sessão do STF que ocorre neste momento, em Brasília.